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Nos pacientes que se apresentam com derrame pleural neoplásico recidivante, a pleurodese é uma opção terapêutica bem estabelecida para controle dos sintomas.

Em casos dessa natureza, quando se identifica encarceramento pulmonar, é indicação factível o seguinte procedimento:

A cateter implantável de longa permanência com drenagem intermitente
B drenagem fechada em selo d’água prolongada
C toracostomia com pleurodese, talc slurry
D toracotomia com pleurectomia
E VATS com pleurodese talc poudrage

Um paciente de 52 anos, etilista e tabagista de longa data, com diagnóstico de carcinoma escamoso do esôfago, foi submetido à ressecção com abordagem trans-hiatal. No terceiro dia de pós-operatório, é identificado um derrame pleural à direita, até o terço médio, sem repercussão clínica. Submetido à toracocentese, evidenciou-se saída de líquido pleural de aspecto leitoso, com as seguintes características bioquímicas iniciais: pH = 7,8; LDH = 283; glicose = 91; proteínas = 5,8; com citometria 92% linfócitos e 8% PMN e colesterol total 250.

Diante do quadro descrito, a hipótese diagnóstica e a melhor conduta no momento são, respectivamente,

A dieta zero por 21 dias e observação do débito da drenagem torácica.
B dieta com triglicerídeos de cadeia média e observação da drenagem até 14 dias.
C dieta com restrição proteica e manutenção em aspiração contínua até baixar débito do dreno.
D dieta com restrição de gorduras e retirada do dreno com uma semana, independente do débito.
E dieta oral livre e observação da drenagem durante período de uma semana para definição cirúrgica.

A finalidade da pleurodese na doença oncológica metastática pleural NÃO é

A tratar a dispneia e esterilizar a cavidade pleural, permitindo a cura oncológica.
B controlar a dispneia do paciente e permitir uma melhor condição clínica para tratamento.
C evitar o encarceramento pulmonar tardio desses derrames recidivantes.
D controlar a progressão da doença oncológica, permitindo tratamento adjuvante.
E dar conforto clínico ao paciente, fora das possibilidades do tratamento adjuvante.

Paciente com lesão mediastinal anterior, infiltrando orgãos adjacentes, com presença de lesões pleurais concomitantes, captantes ao PET-CT, realizou biópsia por agulha, sugerindo carcinoma tímico.

Utilizando-se a classificação de Masaoka, esse paciente, com o quadro descrito anteriormente, é enquadrado no estágio de doença

A I
B II
C III
D IV a
E IV b

Uma paciente de 38 anos com diagnóstico de adenocarcinoma de reto, tratando-se há cerca de um ano em quimioterapia, seguida de ressecção pélvica R0, apresenta-se em consulta de revisão com dois nódulos pulmonares em lobo inferior direito.

Sabendo-se dos benefícios da ressecção de doenças metastáticas pulmonares, um outro tumor que NÃO se presta ao tratamento com ressecção de metástases ou doenças oligometastáticas pulmonares é o

A sarcoma
B hepatocarcinoma
C linfoma
D melanoma
E adenocarcinoma pulmonar

Paciente jovem dá entrada na emergência com quadro taquidispneico, cianótico, com sudorese profusa, hipotenso, saturando a 70% em ar ambiente. Vem sentindo dor torácica súbita há cerca de 2 horas. Ao exame com hipertimpanismo em hemitórax esquerdo, constata-se ausência de ruídos adventícios e murmúrio vesicular abolido desse lado.

Após suporte com oferta de O 2 , a conduta a ser seguida é a seguinte:

A toracocentese
B videopleuroscopia
C drenagem pleural
D toracotomia exploradora
E acompanhamento clínico

Indicadores de saúde são utilizados para avaliar as condições de saúde de grupos populacionais e acompanhar sua evolução ao longo do tempo. Um dos indicadores mais largamente utilizados como “resumo” dessas condições tem sido a taxa de mortalidade infantil, que se encontra dividida em dois componentes de acordo com a idade na qual tenha ocorrido o óbito. Um componente, que é mais tardio, é mais sensível às condições socioambientais. O outro componente é mais precoce e mais dependente das condições associadas ao parto e aos cuidados prestados ao recém-nato.

Esses componentes são, respectivamente:

A neonatal precoce; perinatal
B posneonatal; neonatal
C perinatal; posneonatal
D posneonatal; perinatal
E neonatal; posneonatal