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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
27 questões encontradas
Paciente idoso, 68 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, obeso (IMC 31 kg/m²), faz uso de losartana, hidroclorotiazida, metformina e rosuvastatina. Apresenta-se em consulta de rotina com queixa de redução de libido, diminuição de ereções espontâneas, disfunção erétil, humor deprimido, diminuição de energia, perda de pelos no corpo e na face, redução na concentração. Exames laboratoriais coletados às 8h mostram: testosterona total: 210 ng/dL (ref. 300–900); testosterona livre calculada: baixa; LH: 2,1 mUI/mL (ref. 1–9); FSH: 4,2 mUI/mL (ref. 1–12); prolactina: normal; TSH: normal; HbA1c: 8,0%.
Idosa, 75 anos, apresenta quadro de disúria persistente, com dispareunia, secura vaginal e infecções urinárias de repetição (3 nos últimos 6 meses). Sem sintomas sistêmicos no momento. Nega internações no último ano. Ativa, independente para atividades de vida diária. Exame atual de urina sem alterações, urocultura negativa. US rins e vias urinárias evidenciando cistos simples renais bilaterais (Bosniak I), o maior medindo 1 cm.
Qual seria a melhor conduta para essa paciente?
Idoso, 82 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão, tabagista, independente para atividades de vida diária, é levado ao pronto atendimento por apresentar confusão mental iniciada há 48 horas. A família refere que ele estava gripado na última semana e vinha usando xarope para tosse e um comprimido para gripe com anti-histamínico. Desde ontem, passou a alternar momentos de agitação e sonolência, trocando o dia pela noite. Relata ver “pessoas andando pela casa” e está desatento, respondendo de forma incoerente em alguns momentos. A filha reforça que, até três dias atrás, ele estava lúcido e orientado, embora já apresentasse pequenas falhas de memória previamente, compatíveis com o envelhecimento. Diante do quadro descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
Você atende uma idosa de 79 anos, hipertensa controlada, diabética, com insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, doença arterial coronariana com angioplastia há cinco anos e osteoporose. Durante a consulta de rotina, a filha reclama que a paciente toma muitos remédios e questiona se não seria possível suspender algum deles. Paciente deambula sem apoio, porém apresenta risco de queda elevado devido à instabilidade postural. Alimentação rica em carboidratos e laticínios. Há um ano com fratura de colo de fêmur após queda da própria altura. Nega AVC, sangramentos e uso de álcool prévios. Medicações em uso: sacubitril + valsartana, dapaglifozina, espironolactona, carvedilol, clopidogrel, AAS, carbonato de cálcio. Exames de sangue demonstram boa função hepática e renal.
De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta o melhor manejo medicamentoso para essa paciente.
Mulher de 66 anos, hipertensa, diabética, DRC estágio IIIb, independente para atividades de vida diária, sem história prévia de infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral, apresenta IMC de 24 kg/m² e hemoglobina glicada de 8,1%. Microalbuminúria: 33. Em uso de: metformina de liberação prolongada 1.000 mg/dia, losartana 100 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia. Considerando o exposto, a conduta mais adequada é
Paciente, sexo masculino, 86 anos, vai à primeira consulta geriátrica acompanhado do filho, deambula sem apoio. Refere quadro de tremores nas mãos há aproximadamente 4 meses, com dificuldade em segurar a xícara de café devido ao tremor. Também relata dispneia aos médios esforços. Nega quedas no último ano. Nega alucinações, alteração cognitiva, hiposmia e instabilidade postural. Antecedentes: DPOC diagnosticada há 6 meses; hipotireoidismo. Em uso atual de: levotiroxina 75 mcg, formoterol + budesonida inalatório 12/400 mcg 2x/dia, nebulização com brometo de ipratrópio 15 gotas 2x/dia. Escalas de avaliação: Lawton: 27/30; Frail: 1/5; SARC-CalF: 2/20. Circunferência de panturrilha: 34 cm. Ao exame: BEG, corado, hidratado, anictérico, acianótico, afebril. MV+ bilateralmente reduzidos globalmente. Sibilos esparços. Sat. O2: 94% ar ambiente. ACV: RCR a 2 T, sem sopros. FC: 76 bpm. PA: 110x80 mmhg. Presença de tremor de mãos bilateral, simétrico, de ação e também postural de baixa amplitude e alta frequência. Sem demais achados.
Sobre esse caso, assinale a alternativa correta.
Idosa, 84 anos, com hipertensão, fibrilação atrial, diabetes tipo 2 e osteoartrite, utiliza atualmente: losartana, metformina, apixabana e paracetamol conforme necessidade. Ela relata dor intensa nos joelhos e decide, por conta própria, adicionar ibuprofeno ao tratamento diário. Sobre interações medicamentosas relevantes nesse caso, assinale a alternativa INCORRETA.
Mulher, 60 anos, previamente saudável, professora aposentada, inicia há um ano quadro de declínio cognitivo progressivo, caracterizado por dificuldade de memória para fatos recentes, repetição de perguntas, desorientação esporádica em locais conhecidos e piora no desempenho de suas atividades diárias (esquecendo de pagar as contas de casa e dificuldade para preparar refeições). Há antecedente familiar de mãe com demência em idade precoce. No exame, apresenta Miniexame do Estado Mental (MEEM) de 22/30, com prejuízo em memória e funções executivas. Tomografia sem alterações relevantes.
Diante da hipótese diagnóstica de quadro demencial de início precoce e necessidade de maior esclarecimento etiológico, qual é a próxima conduta mais apropriada?
Texto associado
O envelhecimento cerebral ocorre em decorrência da dificuldade em sintetizar substâncias fundamentais para a função neural, entre os 30 e 90 anos, havendo uma diminuição de 5 a 25% do conteúdo de proteínas cerebrais, ocorrendo, dessa maneira, um déficit funcional. Relacionado à produção de neurotransmissores com o avançar da idade, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
Ocorre uma diminuição da Dopamina, tendo como consequência uma diminuição na capacidade de atenção.
Texto associado
Atlântida
O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros e barro), ideias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1.487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial, 2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o texto “Atlântida” como um todo e os aspectos linguísticos da Língua Portuguesa, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros e barro), ideias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1.487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial, 2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o texto “Atlântida” como um todo e os aspectos linguísticos da Língua Portuguesa, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.