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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
328 questões encontradas
Conforme Lei Federal no 12.288/2010, em relação aos objetivos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Fomento à realização de estudos e pesquisas sobre racismo e saúde da população negra.
( ) Inclusão do conteúdo da saúde da população negra nos processos de formação e educação permanente dos trabalhadores da saúde.
( ) Promoção da saúde integral da população negra, priorizando a redução das desigualdades étnicas e o combate à discriminação nas instituições e serviços do SUS. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Texto associado
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. A palavra é o bem mais precioso do trabalho do médico JJ Camargo 01 Nas visitas aos leitos com estudantes , é rotina que se faça um resumo do caso, antes que 02 entremos no quarto, para que os alunos tenham uma noção do que irão encontrar. 03 Era um grupo de oito jovens, _________ de Medicina , e a introdução foi _________: 04 — Vamos agora conhecer o Guilherme, de 57 anos , que tem um câncer avançado de 05 esôfago, que tratou com quimioterapia e radioterapia, com uma resposta pobre, e a doença 06 evoluiu até o surgimento de pelo menos três metástases cerebrais. É um paciente em fase 07 terminal da doença, com um emagrecimento impressionante. 08 Um dos alunos, visivelmente ________, perguntou: 09 — E o coitado ainda está consciente? 10 A confirmação de que sim resultou em três abandonos da visita. Uma doutora justificou: 11 — Eu não saberia o que dizer, muito menos o que perguntar, e eu choro com muita 12 facilidade, o que acho que só iria deprimi-lo mais ainda. 13 Achei que a visita com o grupo rachado não valeria a pena, e voltamos para a sala de 14 reuniões, para uma espécie de pausa emocional, a fim de organizarmos nossas cabeças e 15 nossos sentimentos. 16 Era evidente, pela ansiedade coletiva, que a dificuldade aparentemente intransponível que o 17 grupo _________ era a ausência de palavras adequadas. E a palavra, como se sabe, é o mais 18 precioso instrumento de trabalho do médico, porque é através dela que conquistamos confiança 19 ou plantamos incerteza , que somos acolhidos ou _________ , que oferecemos parceria ou nos 20 perdemos na ilusão de que o paciente dará __ tecnologia o mesmo valor com que a 21 reverenciamos. 22 Quando a doutora que se confessara chorona relatou duas experiências prévias em que não 23 conseguira sequer que os pacientes fixassem o olho nela, ficou claro que tínhamos de redefinir 24 como a proximidade da morte é vista pelo doente. Porque, se isso for entendido, ficará 25 compreensível a irritação do paciente com o discurso falacioso do médico ao descrever o que 26 será feito para que desfrute um tempo que ele reconhece, pela percepção de sua fraqueza 27 orgânica, como impossível: o futuro. 28 Ser médico nessa hora é entender que o fim da vida é reconhecível com a maior certeza 29 pelo paciente, e tudo o que lhe interessa, nesse estágio, é como manejar o passado com suas 30 sombras e dúvidas, e mentiras e traições, e culpas e remorsos. E o médico que pretenda 31 escalar esse degrau superior da medicina é o que se oferece para ajudá-lo a apaziguar seus 32 demônios, para que ele morra em paz. 33 Quando saía do hospital, dei uma última espiada; a doutora estava sentada na cama do seu 34 Guilherme e lhe segurava uma das mãos. Quando ela comentou que "neste andar, não tem 35 ninguém com netos tão lindos no porta-retratos!", ele sorriu, e ofereceu-lhe __ segunda mão 36 para que ela segurasse. Tomara que ela tenha chorado, porque terá descoberto, bem cedo na 37 vida, o quanto o choro médico é bom de chorar. Texto adaptado. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br
Assinale a alternativa cujos vocábulos, corretamente grafados, completam as lacunas das linhas 03 (duas ocorrências), 08, 17 e 19.
No exame físico de um trabalhador que tenha costela cervical, qual o teste que avalia a permeabilidade da artéria subclávia que pode estar comprimida?
De acordo com a Norma Regulamentadora n° 10, Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, o entorno de parte condutora energizada, não segregada, acessível inclusive acidentalmente, de dimensões estabelecidas de acordo com o nível de tensão, cuja aproximação só é permitida a profissionais autorizados e com a adoção de técnicas e instrumentos apropriados de trabalho, denomina-se:
De acordo com a Norma Regulamentadora n° 7, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, entende-se por perda auditiva, por níveis de pressão elevados, as alterações dos limiares auditivos do tipo ___________,decorrente da exposição ocupacional ___________ a níveis de pressão elevados. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
O delineamento epidemiológico mais adequado para estudar associação em uma doença rara que acomete trabalhadores e que produz razão de chances, tem curta duração, exige pequeno tamanho de amostra, além de gerar custo relativamente baixo, é:
Texto associado
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. A palavra é o bem mais precioso do trabalho do médico JJ Camargo 01 Nas visitas aos leitos com estudantes , é rotina que se faça um resumo do caso, antes que 02 entremos no quarto, para que os alunos tenham uma noção do que irão encontrar. 03 Era um grupo de oito jovens, _________ de Medicina , e a introdução foi _________: 04 — Vamos agora conhecer o Guilherme, de 57 anos , que tem um câncer avançado de 05 esôfago, que tratou com quimioterapia e radioterapia, com uma resposta pobre, e a doença 06 evoluiu até o surgimento de pelo menos três metástases cerebrais. É um paciente em fase 07 terminal da doença, com um emagrecimento impressionante. 08 Um dos alunos, visivelmente ________, perguntou: 09 — E o coitado ainda está consciente? 10 A confirmação de que sim resultou em três abandonos da visita. Uma doutora justificou: 11 — Eu não saberia o que dizer, muito menos o que perguntar, e eu choro com muita 12 facilidade, o que acho que só iria deprimi-lo mais ainda. 13 Achei que a visita com o grupo rachado não valeria a pena, e voltamos para a sala de 14 reuniões, para uma espécie de pausa emocional, a fim de organizarmos nossas cabeças e 15 nossos sentimentos. 16 Era evidente, pela ansiedade coletiva, que a dificuldade aparentemente intransponível que o 17 grupo _________ era a ausência de palavras adequadas. E a palavra, como se sabe, é o mais 18 precioso instrumento de trabalho do médico, porque é através dela que conquistamos confiança 19 ou plantamos incerteza , que somos acolhidos ou _________ , que oferecemos parceria ou nos 20 perdemos na ilusão de que o paciente dará __ tecnologia o mesmo valor com que a 21 reverenciamos. 22 Quando a doutora que se confessara chorona relatou duas experiências prévias em que não 23 conseguira sequer que os pacientes fixassem o olho nela, ficou claro que tínhamos de redefinir 24 como a proximidade da morte é vista pelo doente. Porque, se isso for entendido, ficará 25 compreensível a irritação do paciente com o discurso falacioso do médico ao descrever o que 26 será feito para que desfrute um tempo que ele reconhece, pela percepção de sua fraqueza 27 orgânica, como impossível: o futuro. 28 Ser médico nessa hora é entender que o fim da vida é reconhecível com a maior certeza 29 pelo paciente, e tudo o que lhe interessa, nesse estágio, é como manejar o passado com suas 30 sombras e dúvidas, e mentiras e traições, e culpas e remorsos. E o médico que pretenda 31 escalar esse degrau superior da medicina é o que se oferece para ajudá-lo a apaziguar seus 32 demônios, para que ele morra em paz. 33 Quando saía do hospital, dei uma última espiada; a doutora estava sentada na cama do seu 34 Guilherme e lhe segurava uma das mãos. Quando ela comentou que "neste andar, não tem 35 ninguém com netos tão lindos no porta-retratos!", ele sorriu, e ofereceu-lhe __ segunda mão 36 para que ela segurasse. Tomara que ela tenha chorado, porque terá descoberto, bem cedo na 37 vida, o quanto o choro médico é bom de chorar. Texto adaptado. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br