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Atenção: Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto abaixo. Conversas movimentadas É muito comum que logo pela manhã, nas grandes cidades, a conversa entre colegas de trabalho se inicie por frases que aludam aos congestionamentos enfrentados no caminho, ou à surpresa de o trânsito naquela praça não estar inteiramente prejudicado, ou então – milagre dos milagres! - ao fato inexplicável de como dessa vez não demorou quase nada a travessia da famosa ponte. Tais assuntos dominam as conversas, determinam o humor; representam-se nelas o pequeno drama, a ansiedade, a aflição ou o desespero que vivem os habitantes das metrópoles. É um assunto tão invasivo quanto obrigatório, do qual não se pode fugir. A simples locomoção de um lugar para outro reedita, a cada dia, a façanha que é o ir e o vir nas grandes cidades, o desafio que está na chamada “mobilidade urbana”, designação do conjunto de fatores que condicionam a movimentação dos indivíduos no espaço público. A mobilidade urbana tem enorme importância para a qualidade de vida da população. Não se trata, simplesmente, da movimentação mecânica de um lugar para outro; trata-se do modo pelo qual ela ocorre, de seus efeitos no cotidiano, da fixação de prazos e horários de trabalho e lazer, do humor dos indivíduos, dos prazeres e desprazeres que acarreta. Falar do trânsito, sobretudo de suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo corriqueiro: vira uma espécie de senha familiar pela qual todos se reconhecem, um motivo para se reafirmar aquela cumplicidade solidária que os problemas comuns provocam nas criaturas. Um considerável salto civilizatório se dará quando as pessoas, no começo do dia de trabalho, não tiverem do que se queixar quanto à sua mobilidade, e puderem tratar de outros assuntos que melhor as congreguem. (Salustino Penteado, inédito)

No 2o parágrafo do texto, a “mobilidade urbana”

A aparece como uma expressão ainda abstrata, pela qual se tenta qualificar os desafios da vida metropolitana.
B é lembrada para indicar a iminência de uma superação dos transtornos causados pela densidade demográfica das capitais.
C surge para ser contestada como um problema real que de fato aflija a maior parte da população de uma metrópole.
D é definida como um conceito que diz respeito não apenas a soluções técnicas mas também à qualidade de vida.
E é apresentada como uma busca de melhor qualidade de v ida daqueles que se afastam dos grandes centros.
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Atenção: Para responder às questões de números 16 a 20, baseie-se no texto abaixo. Conversa entreouvida na antiga Atenas Ao ver Diógenes ocupado em limpar vegetais ao pé de um chafariz, o filósofo Platão aproximou-se do filósofo rival e alfinetou: “Se você fizesse corte (*) a Dionísio, rei de Siracusa, não precisaria lavar vegetais”. E Diógenes, no mesmo tom sereno, retorquiu: “É verdade, Platão, mas se você lavasse vegetais você não estaria fazendo a corte a Dionísio, rei de Siracusa.” (*) fazer corte = cortejar, bajular, lisonjear (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 92)

Atente para estas frases:

I. Platão abordou Diógenes.

II. Diógenes respondeu a Platão.

III. A resposta de Diógenes foi sábia e serena. As frases acima constituem um único período, sem prejuízo para a clareza, correção e sentido básico originais, em:

A Sábio e sereno, assim se prontificou Diógenes diante da abordagem de Platão.
B Em resposta plácida e sutil, contestou Platão Diógenes depois de sua abordagem.
C Com sabedoria e serenidade, Diógenes respondeu à abordagem de Platão.
D Imbuído de altivez e malogro, Platão viu respondida sua provocação a Diógenes.
E A abordagem de Platão, Diógenes deu uma resposta em cuja havia respeito e zelo.

Respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via, a velocidade mínima em uma via, que deve ser aplicada aos veículos que nela trafegam, NÃO

A pode ser inferior a 20 km/h nas vias urbanas e a 40 km/h nas vias rurais.
B pode ser inferior a 40 km/h nas vias urbanas e a 40 km/h nas vias rurais.
C pode ser inferior a 30 km/h nas vias urbanas e a 60 km/h nas vias rurais.
D possui nenhum tipo de regulamentação prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
E pode ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida.

Uma autarquia titular de determinado serviço público tem seu quadro de servidores composto por empregados públicos. A contratação e a demissão desses servidores, em comparação com os funcionários públicos estatutários,

A apresentam maior rigor para admissão, que depende de autorização legislativa específica para contratação, mas o desligamento se dá mediante demissão imediata
B apresentam vantagens para o servidor, pois este adquire estabilidade após 3 anos de efetivo exercício, mas não depende de prévio concurso público para ser contratado.
C são semelhantes, porque a contratação depende de concurso público e a demissão de processo administrativo disciplinar, considerando a estabilidade que rege o vínculo funcional dos mesmos.
D são mais flexíveis, considerando que os empregados públicos não dependem de prévio concurso público para admissão, bastando decisão administrativa para contratação de pessoal.
E guardam semelhanças, porque são admitidos mediante prévia aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos, mas se distinguem por não exigirem processo administrativo disciplinar para demissão.
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Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

A São os atrativos de uma mulher bonita que a propaganda investe para que se atraiam os consumidores.
B Mesmo nas vendas de agasalhos não se dispensa os dotes de uma mulher bonita para sugerir a sensualidade de seu calor.
C Ainda que o consumidor não se interesse por um produto, a propaganda que os expõem a venda acabam por despertar-lhes a atenção.
D Na análise do autor do texto, o teor erótico de uma propaganda acaba promovendo a venda dos mais diversos produtos.
E As figuras mitológicas de Eros e Mercúrio são exemplificadas como representantes de elementos normalmente que uma propaganda se constitue.
Texto associado
Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para compor adequadamente a frase:

A Não se ( esperar ) que os atrativos de uma propaganda equivalham às qualidades do produto.
B Nem todos os consumidores que ( pretender ) a propaganda convencer são pessoas crédulas.
C Ao consumidor que ( sensibilizar ) os dotes de uma mulher bonita recomenda-se que seja sensato em sua compra.
D Não se ( aplicar ) aos consumidores atentos a regra de que uma mulher bonita promove qualquer produto.
E Aos apelos eróticos de uma propaganda não ( suceder ), necessariamente, um aumento significativo das vendas.
Texto associado
Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

Há emprego de verbo na voz passiva e adequada articulação entre os tempos e modos verbais na frase:

A Sempre ficaria decepcionado aquele consumidor que vier a esperar que uma propaganda só estampasse verdades.
B Por mais honestos que pareçam os propósitos de uma propaganda, o consumidor deve acautelar-se para não ser por ela seduzido.
C Caso a propaganda não se valesse de artifícios maliciosos, é possível que muitos consumidores não lhes deem tanta atenção.
D Não é de se crer que a propaganda venha a se ater exclusivamente às qualidades reais do produto que tivesse anunciado.
E Se as qualidades do cobertor fossem proporcionais à beleza da modelo talvez possam valer o preço que estejam cobrando.
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Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

É plenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:

A A propaganda é bonita, mas nem por isso os consumidores responderam- na com a compra do produto anunciado.
B A sedução de uma bela modelo não deve ser o fator do qual nos deixemos levar para consumir o que ela anuncia.
C Muitos conhecem os truques de uma propaganda, mas ainda assim lhes subestimam na hora de comprar.
D Fizemos muitas compras, compras excessivas, das quais gostaríamos de não ter que nos arrepender amanhã.
E Esse cobertor foi anunciado por uma mulher em cuja beleza todos os clientes se sentiram atraídos.
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Conversas movimentadas É muito comum que logo pela manhã, nas grandes cidades, a conversa entre colegas de trabalho se inicie por frases que aludam aos congestionamentos enfrentados no caminho, ou à surpresa de o trânsito naquela praça não estar inteiramente prejudicado, ou então – milagre dos milagres! − ao fato inexplicável de como dessa vez não demorou quase nada a travessia da famosa ponte. Tais assuntos dominam as conversas, determinam o humor; representam-se nelas o pequeno drama, a ansiedade, a aflição ou o desespero que vivem os habitantes das metrópoles. É um assunto tão invasivo quanto obrigatório, do qual não se pode fugir. A simples locomoção de um lugar para outro reedita, a cada dia, a façanha que é o ir e o vir nas grandes cidades, o desafio que está na chamada “mobilidade urbana”, designação do conjunto de fatores que condicionam a movimentação dos indivíduos no espaço público. A mobilidade urbana tem enorme importância para a qualidade de vida da população. Não se trata, simplesmente, da movimentação mecânica de um lugar para outro; trata-se do modo pelo qual ela ocorre, de seus efeitos no cotidiano, da fixação de prazos e horários de trabalho e lazer, do humor dos indivíduos, dos prazeres e desprazeres que acarreta. Falar do trânsito, sobretudo de suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo corriqueiro: vira uma espécie de senha familiar pela qual todos se reconhecem, um motivo para se reafirmar aquela cumplicidade solidária que os problemas comuns provocam nas criaturas. Um considerável salto civilizatório se dará quando as pessoas, no começo do dia de trabalho, não tiverem do que se queixar quanto à sua mobilidade, e puderem tratar de outros assuntos que melhor as congreguem. (Salustino Penteado, inédito)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

A Logo pela manhã ( aflorar ) na conversa os problemas do trânsito.
B As condições de um trânsito bem fluente ( constituir ) um verdadeiro milagre.
C Não se ( evidenciar ) quaisquer melhoria s no trânsito desta cidade.
D A solução técnica que ( estudar ) os técnicos do trânsito não é fácil de achar.
E Para que se ( atingir ) os ideais de um salto civilizatório será preciso muito esforço.
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Conversas movimentadas É muito comum que logo pela manhã, nas grandes cidades, a conversa entre colegas de trabalho se inicie por frases que aludam aos congestionamentos enfrentados no caminho, ou à surpresa de o trânsito naquela praça não estar inteiramente prejudicado, ou então – milagre dos milagres! − ao fato inexplicável de como dessa vez não demorou quase nada a travessia da famosa ponte. Tais assuntos dominam as conversas, determinam o humor; representam-se nelas o pequeno drama, a ansiedade, a aflição ou o desespero que vivem os habitantes das metrópoles. É um assunto tão invasivo quanto obrigatório, do qual não se pode fugir. A simples locomoção de um lugar para outro reedita, a cada dia, a façanha que é o ir e o vir nas grandes cidades, o desafio que está na chamada “mobilidade urbana”, designação do conjunto de fatores que condicionam a movimentação dos indivíduos no espaço público. A mobilidade urbana tem enorme importância para a qualidade de vida da população. Não se trata, simplesmente, da movimentação mecânica de um lugar para outro; trata-se do modo pelo qual ela ocorre, de seus efeitos no cotidiano, da fixação de prazos e horários de trabalho e lazer, do humor dos indivíduos, dos prazeres e desprazeres que acarreta. Falar do trânsito, sobretudo de suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo corriqueiro: vira uma espécie de senha familiar pela qual todos se reconhecem, um motivo para se reafirmar aquela cumplicidade solidária que os problemas comuns provocam nas criaturas. Um considerável salto civilizatório se dará quando as pessoas, no começo do dia de trabalho, não tiverem do que se queixar quanto à sua mobilidade, e puderem tratar de outros assuntos que melhor as congreguem. (Salustino Penteado, inédito)

Está plenamente adequada a pontuação da seguinte frase:

A Não obstante, a dificuldade, das soluções, está-se avançando, no bom caminho da mobilidade urbana.
B Pautadas pelos desabafos pessoais, as conversas sobre o trânsito, animadas já na manhã, deixam ver uma cumplicidade solidária.
C O desafogo do trânsito, nas grandes cidades prende-se, de fato, a uma solução, que só se encontra na priorização do transporte coletivo.
D Não é possível separar, de modo algum a mobilidade urbana, da qualificação do nível de vida, numa metrópole.
E Não há como deixar de sonhar, com o dia em que deixando de ser um problema, o trânsito já não seja um assunto obrigatório das conversas.