QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
53 questões encontradas

Dentro da ortopedia pediátrica, em se tratando das fraturas da apófise do epicôndilo medial, assinale a alternativa que preenche corretamente o texto abaixo a respeito do diagnóstico clínico e radiográfico: Devemos avaliar a estabilidade do cotovelo pelo estresse em valgo com o paciente mantido em decúbito dorsal, o braço abduzido em____, o ombro rodados lateralmente em ___, o cotovelo em flexão de ___ para eliminar a força estabilizadora do olécrano. Se o cotovelo estiver instável, a simples força da gravidade ____o lado medial. A função do nervo ulnar deve ser cuidadosamente avaliada. O alargamento ou a irregularidade da linha apofisária pode constituir-se no único indício de fratura. Quando há encarceramento do fragmento este pode ser ocultado____________.

A 90°; 90°; 15°; abrirá; pela ulna.
B 90°; 90°; 30°; fechará; pela ulna ou pelo úmero distal.
C 90°; 70°; 15°; abrirá; pela ulna ou pelo úmero distal.
D 90°; 90°; 15°; abrirá; pela ulna ou pelo úmero distal.
E 90°; 90°; 15°; fechará; pelo úmero distal.

De acordo com a classificação de Thompson e Epstein para as luxações posteriores traumáticas do quadril, o Tipo IV apresenta a seguinte característica:

A luxação com fratura do fundo acetabular.
B luxação com fratura da cabeça femoral.
C luxação pura ou com pequeno fragmento.
D luxação com fragmento grande único da parede posterior.
E luxação com fragmento cominuído da parede posterior, com ou sem um grande fragmento principal.

No tratamento das fraturas subtrocantéricas do fêmur baseado na Classificação de Russel-Taylor, quando a fossa piriforme estiver intacta e pequeno trocânter fraturado, é indicado:

A DCS ou Haste de reconstrução.
B Haste estândar (parafusos proximais longitudinais na região do pequeno trocânter).
C Haste de reconstrução (Parafusos proximais oblíquos no colo do fêmur).
D Haste estândar (parafusos proximais transversais na região do pequeno trocânter).
E DCS associado a enxerto ou Haste de reconstrução.

Considerando a classificação e características histológicas e clínicas das lesões tendíneas, a Tendinose apresenta as seguintes características:

A inflamação do paratendão associada desorientadas a degeneração intratendínea.
B células e líquidos inflamatórios no paratendão e no tecido areolar.
C sobrecarga sintomática do tendão com lesão de novas fibras e vasos, seguida de resposta inflamatória reparadora.
D sinais e sintomas de inflamação com e lesão vascular e hematoma ou atrofia com necrose celular.
E degeneração não inflamatória das fibras colágenas com desorganização, hipocelularidade, neoformação (senilidade, alterações vascular, necrose e calcificação.

As fraturas do terço médio sem desvio da clavícula são de tratamento conservador e cursam com bons resultados. É um das indicações absolutas:

A desordem neurológica.
B encurtamento > 2 cm.
C fraturas bilaterais.
D deslocamento < 2cm.
E ombro flutuante.

O descolamento epifisário do Rádio ocorre em sua maioria em pacientes pré-adolescentes, sendo que o potencial de remodelação das lesões epifisárias é ainda maior que nas fraturas metafisárias. Nesse contexto, corrigem rapidamente, mesmo nos adolescentes, desvios até:

A 10º .
B 12º .
C 15º .
D 18º.
E 20º .

No contexto da ortopedia pediátrica, o metatarso varo é uma deformidade na qual o antepé está aduzido ou desviado medialmente, com leve grau de supinação, estando o calcâneo em geral em posição neutra. A Osteotomia da base dos metatarsais costuma ser indicada:

A em pré-escolares que apresentam índices elevados de recidiva.
B em crianças acima de 4 anos de vida, com cunha retirada do cuboide e inserida no cuneiforme medial.
C associada a cirurgias ósseas em crianças mais velhas e com deformidades mais rígidas.
D em crianças com aduções graves e para idade acima de 6 anos.
E como procedimento isolado em menores de 4 anos.

A partir da presença de neuropatia periférica no pé diabético, pode-se ter o desenvolvimento de úlceras, e para orientação terapêutica deve-se utilizar a classificação de Brodsky. Um pé classificado como 2C apresenta as seguintes características:

A úlcera profunda expondo tendão ou cápsula articular, com infecção, e gangrena parcial do pé.
B úlcera superficial, sem infecção, pé com isquemia, mas sem gangrena.
C úlcera profunda sem exposição óssea e osteomielite associada, e gangrena total do pé.
D úlcera profunda expondo tendão ou cápsula articular, com ou sem infecção, e gangrena parcial do pé.
E úlcera profunda com exposição óssea e osteomielite associada, e gangrena total do pé.

É uma característica frequente no retropé do pé reumatoide:

A destruição capsular e ligamentar das articulações talonavicular, subtalar e/ou cuneonavicular medial.
B o hálux geralmente se desvia em valgo.
C acometimento das articulações metatarsofalângicas dos dedos menores.
D hiperextensão da articulação interfalângica do hálux.
E atrofia e/ou luxação distal do coxim gorduroso plantar.

A escoliose idiopática é uma das deformidades da coluna mais frequentes, sendo que a classificação da curva da coluna é determinada pela localização do seu ápice. Quando o ápice está entre as vértebras TXII-LI, é classificada como:

A cervical.
B toracolombar.
C cervicotorácica.
D torácica.
E lombar.