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Diferentes abordagens teóricas reconhecem o lúdico como elemento presente no processo educativo, com possíveis implicações para a organização do ensino, a mediação docente e a aprendizagem dos estudantes. Considerando a função pedagogica do lúdico no contexto escolar, assinale a alternativa CORRETA.

A A incorporação do lúdico implica a supressão do planejamento docente, dada sua natureza espontânea.
B O lúdico, quando articulado a intencionalidade pedagogica, pode favorecer processos de aprendizagem significativa e construção ativa do conhecimento.
C O uso do lúdico no ambiente escolar deve ser evitado em etapas iniciais de escolarização, pois compromete a aquisição de habilidades cognitivas básicas.
D Atividades lúdicas são incompatíveis com processos de avaliação formativa, pois não permitem observação sistemática do desenvolvimento dos alunos.
E O lúdico deve ser restrito às atividades de recreação escolar, não possuindo potencial de articulação com conteúdos curriculares formais.

Durante um conselho de classe, ao analisarem o desempenho discente, alguns professores defendem que a avaliação deve limitar-se à atribuição de notas e à classificação final dos alunos. À luz das concepções de Celso dos Santos Vasconcellos, essa compreensão de avaliação é:

A Adequada, por assegurar critérios objetivos e comparáveis de mensuração do desempenho escolar.
B Pertinente, pois a avaliação deve concentrar-se na aferição quantitativa dos resultados de aprendizagem.
C Necessária, na medida em que garante a seleção e hierarquização dos estudantes conforme o merito.
D Insuficiente, por reduzir a avaliação à função classificatória, desconsiderando seu caráter formativo.
E Coerente com uma perspectiva crítica de educação, ao valorizar resultados mensuráveis.

No âmbito das políticas educacionais contemporâneas, a educação Inclusiva constitui-se como um paradigma orientado pela garantia do direito à educação para todos, considerando a diversidade dos estudantes e a necessidade de reorganização dos sistemas de ensino. Nessa perspectiva, a educação inclusiva:

A Defende a segregação de estudantes com necessidades educacionais específicas como estrategia pedagogica para garantir maior eficiência no processo de ensino.
B Prioriza a adaptação do estudante ao sistema educacional vigente, preservando práticas pedagogicas homogêneas como forma de assegurar equidade.
C Adota como princípio a manutenção de currículos distintos para diferentes perfis de estudantes, de modo a preservar a eficiência do sistema educacional.
D Pressupóe a reorganização estrutural, pedagogica e curricular da escola, visando assegurar o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os alunos.
E Considera que a presença de estudantes com diferentes necessidades educacionais compromete o rendimento global da turma, devendo ser evitada.

No âmbito das inteligências múltiplas, proposta por Howard Gardner, a inteligência espacial e caracterizada como uma competência cognitiva específica que possibilita à criança:

A Manipular estruturas abstratas de pensamento logico para a resolução de sistemas complexos e formulação de hipoteses científicas.
B Processar componentes fonéticos e sintáticos da linguagem para a articulação de discursos persuasivos e produção de textos literários.
C Discriminar padrões rítmicos e melodicos em composições sonoras para a organização de estruturas harmônicas e expressão de sentimentos.
D Coordenar movimentos corporais amplos e precisos para a execução de atividades que exijam destreza motora e domínio do equilÍbrio físico.
E Perceber com exatidão o mundo visual-espacial e efetuar transformações sobre as percepções iniciais, mesmo na ausência de estímulos físicos.

Na perspectiva da avaliação da aprendiza gem mediadora, proposta por Jussara Hoffmann, assinale a alternativa que expressa, CORRETAMENTE, os princípios que orientam essa abordagem no processo de ensino e aprendizagem.

A Estrutura-se na mensuração periódica do desempenho das crianças por meio de instrumentos formais, priorizando a verificação de resultados em momentos previamente definidos e a classificação dos alunos segundo critérios padronizados pelo professor.
B Configura-se como um processo contínuo de acompanhamento, no qual o professor interpreta as manifestações da aprendizagem das crianças, intervindo pedagogicamente de modo a favorecer avanços, reorganizações e ressignificações do conhecimento desenvolvido.
C Organiza-se na valorização de indicadores quantitativos e comparativos entre as crianças, articulando registros sistemáticos que visam estabelecer níveis de conhecimentos consolidados e hierarquizações entre os alunos avaliados.
D Desenvolve-se a partir da aplicação de instrumentos diversificados, cuja finalidade reside na verificação da assimilação de conteúdos previamente trabalhados com as crianças, dando ênfase na consolidação de respostas mecânicas.
E Fundamenta-se na padronização dos critérios avaliativos, buscando assegurar a equivalência entre desempenhos individuais por meio da uniformização dos procedimentos e dos resultados obtidos.

Sobre os elementos que devem compor um plano de aula, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) Elaboração de aulas de acordo com a realidade sociocultural dos estudantes.

( ) Sistematização das atividades com o tempo.

( ) Articulação entre a teoria e a prática. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

A F-F-V.
B V-F-F.
C F-V-V.
D V-V-V.
E V-V-F.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, a competência geral "Pensamento Científico, Crítico e Criativo" orienta práticas pedagogicas voltadas ao desenvolvimento integral dos alunos. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa, CORRETAMENTE, essa competência.

A Configura-se na mobilização de conhecimentos para investigar, analisar e resolver problemas, formulando e testando hipoteses, exercitando a curiosidade intelectual e a criatividade na construção de soluções fundamentadas.
B Organiza-se na valorização de procedimentos técnicos e operacionais, articulando práticas que enfatizam a precisão na execução de tarefas e a conformidade com protocolos metodológicos previamente defin idos.
C Desenvolve-se por meio da sistematização de conteúdos teóricos, orientando a aprendizagem para a compreensão de conceitos abstratos de forma sequencial e progressiva, com foco na estabilidade das explicações científicas.
D Fundamenta-se na consolidação de estruturas cognitivas voltadas à memorização e à repetição de padrões interpretativos, buscando assegurar a uniformidade na compreensão dos fenômenos estudados.
E Estrutura-se na apropriação sistemática de conteúdos consolidados, priorizando a reprodução de conhecimentos legitimados historicamente e a internalização de modelos explicativos previamente estabelecidos no campo científico.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

O texto estabelece um contraste temporal e geracional na abordagem dos problemas de esquecimento. Com base na leitura global, assinale a alternativa CORRETA.

A A surpresa e o foco do relato advêm do fato de que a medicina contemporânea falhou em erradicar as doenças degenerativas antes restritas exclusivamente à velhlce.
B O riso dos estudantes denota desrespeito em face do diagnóstico clínico proferido pelo médico durante o relato de ordem científica.
C O passado é descrito no texto como uma época de negligência médica e abandono, na qual as pessoas acima de oitenta anos eram deixadas à própria sorte em seu isolamento.
D A narrativa argumenta que a perda de memória dos estudantes é um reflexo do abandono acadêmico e da ausência de leituras aprofundadas.
E A narrativa utiliza a reação de riso da plateia e a ironia do palestrante para ilustrar a aceitação anedótica de que as queixas de esquecimento se generalizaram e alcançaram a juventude.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.

A O vocábulo é formado por parassíntese, o que impossibilita a supressão do seu elemento afixal formador de grau sem a perda completa do radical.
B Trata-se de um substantivo abstrato formado por meio do processo de derivação sufixal, ao se acrescentar um morfema derivacionalao finalde um adjetivo primário.
C A palavra resulta de um processo sintético de composição por justaposição, integrando dois radicais absolutos sem que haja qualquer perda ou alteração fonetica e fonologica.
D A estrutura reflete uma derivação regressiva verbal, visto que o termo original foi drasticamente reduzido para dar origem ao novo vocábulo nominal no texto.
E O vocábulo exemplifica um processo de derivação prefixal e suÍixal simultânea, alterando a classe gramatical da raiz originária.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

A explicação das causas da perda de memoria poderia levantar questionamentos formais diretos em um artigo científico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___ os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem ___ há um inegável excesso de estímulos e de informações na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___ de tamanha alteração cognitiva". Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

A por que - porque - porquê.
B por que - por que - porquê.
C porque - por quê - por que.
D por quê - porque - por quê.
E porquê - por que - por quê.