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Com base na Resolução n o 596/2014 do Conselho Federal de Farmácia, um farmacêutico

A não deve denunciar, às autoridades competentes, um hospital público que não tem gestão de resíduos de saúde pelo risco de fechamento da instituição.
B não pode exercer sem remuneração seus serviços profissionais às autoridades constituídas em caso de epidemia.
C pode recusar-se a trabalhar em um laboratório de microbiologia de hospital público que não possui condições de higiene e germicidas em quantidade suficiente para desinfecção de bancadas.
D deve, quando não houver outro farmacêutico que legalmente o substitua, comunicar ao Conselho Regional de Farmácia afastamentos temporários das atividades profissionais pelas quais detém responsabilidade técnica, com exceção aqueles para congressos e atividades administrativas.
E pode exercer, simultaneamente, qualquer outra profissão.

Com base na Classificação de Risco dos Agentes Biológicos, elaborada em 2017 pela Comissão de Biossegurança em Saúde do Ministério da Saúde, a Classe

A 2 é composta por agentes que possuem capacidade de transmissão, em especial por via respiratória, e que causam doenças em humanos ou animais potencialmente letais, para as quais existem usualmente medidas profiláticas e terapêuticas. Representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a pessoa.
B 4 inclui agentes de alto risco individual e moderado risco para a comunidade. Esta classe inclui principalmente vírus, como o vírus da imunodeficiência humana.
C 3 congrega agentes que provocam infecções no homem, ou nos animais, cujo potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado e para os quais existem medidas profiláticas e terapêuticas eficazes.
D 1 engloba agentes de baixo risco individual e para a comunidade, conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios. Exemplos: Lactobacillus spp. e Bacillus subtilis.
E 1 inclui os agentes biológicos com grande poder de transmissibilidade, em especial por via respiratória, ou de transmissão desconhecida. Até o momento, não há nenhuma medida profilática ou terapêutica eficaz contra infecções ocasionadas por estes agentes. Causam doenças humanas e animais de alta gravidade, com alta capacidade de disseminação na comunidade e no meio ambiente.

Para o Ministério da Saúde, a promoção da saúde

A inclui estratégia de alimentação saudável para redução da pobreza.
B envolve diversos setores da administração pública e não o setor privado.
C tem o foco em reabilitar pacientes para o trabalho e lazer.
D tem como base os setores de saúde da Atenção Terciária de alta complexidade.
E significa manter a saúde da população sadia e não engloba os casos de tabagismo e alcoolismo.

Inspirada na Carta de Ottawa, a Constituição Federal de 1988 em seu artigo 196 aponta que deve haver “a cesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação ". Assim, a promoção da saúde é o conceito-chave nos quais os serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) devem dar ênfase. Tradicionalmente, espera-se que os serviços de saúde em geral pratiquem promoção da saúde

A reconhecendo que a atenção básica deve ser a orientadora do cuidado com foco na estratégia de saúde da família, em especial em assentamentos rurais e comunidades quilombolas.
B advogando um compromisso político claro em relação à saúde e à inequidade e agindo contra todas as desigualdades, em todos os setores.
C centrando sua atenção em antigos temas de saúde pública, como as doenças infectocontagiosas, que ainda assolam o país, pela dupla carga de doença específica do perfil epidemiológico brasileiro.
D reconhecendo as empresas e as forças armadas como o principal recurso para a saúde dando-lhes apoio necessário para a qualificação dos serviços do SUS.
E atuando pela diminuição do fosso existente, quanto às condições de saúde, entre diferentes sociedades e distintos grupos sociais, bem como lutar contra as desigualdades em saúde produzidas pelas regras e práticas desta mesma sociedade.