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48 questões
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43 questões encontradas
Sobre a afetividade no processo de Educação de Jovens e Adultos (EJA), analise as assertivas abaixo:
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da palavra “comprimento”.
Considerando os aspectos fonológicos da Língua Portuguesa de acordo com Cagliari
( 2002 ), assinale a alternativa que apresenta duas palavras que possam ser consideradas um par mínimo.
Leia o trecho a seguir, adaptado especialmente para esta prova e retirado do texto de Beatriz Hermínio, “A escrevivência carrega a escrita da coletividade”: “O termo ‘escrevivência’ traz a junção das palavras ‘escrever e vivência’, mas a força de sua ideia não está somente nessa aglutinação; ela está na genealogia da ideia, como e onde ela nasce e a que experiências étnica e de gênero ela está ligada, explicou a escritora e educadora. ‘A escrevivência não é a escrita de si, porque esta se esgota no próprio sujeito. Ela carrega a vivência da coletividade’.” O termo “escrevivência” foi criado por uma importante autora da literatura afro-brasileira, que traduziu a experiência da mulher negra nas páginas de obras como “Ponciá Vicêncio” e “Olhos d’água”. Assinale a alternativa que apresenta o nome da autora a quem os trechos se referem.
Considerando os aspectos da variação fonológica de acordo com Cagliari
( 2002 ), analise as assertivas a seguir:
I. Diz-se que sons foneticamente semelhantes estão em variação livre quando a ocorrência de um ou de outro som, em um ambiente comum, não modifica o significado das palavras.
II. Não são somente os aspectos fonológicos que atuam sobre os diferentes usos na fala, sendo as variantes sociolinguísticas circunstâncias extrafonológicas que também podem afetar o falar.
III. Uma forma estigmatizada é aquela que é considerada como de menor prestígio, caracterizando o usuário como membro de classes sociais inferiores ou de pessoas sem instrução, sendo que tais julgamentos advêm, em sua maioria, de membros da comunidade que usa essa forma socialmente marcada. Quais estão corretas?
A respeito do uso dos artigos em Língua Portuguesa conforme preconizado por Cunha e Cintra
( 2001 ), analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Quando empregado antes do primeiro substantivo de uma série, o artigo definido deve anteceder os substantivos seguintes, ainda que sejam todos do mesmo gênero e do mesmo número.
( ) Não se deve repetir o artigo definido antes de dois adjetivos unidos pelas conjunções “e” ou “ou” quando os adjetivos acentuam qualidades opostas de um mesmo substantivo.
( ) Se um mesmo substantivo vem qualificado por uma série de superlativos relativos, deve-se antepor o artigo definido a cada membro da série. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Considerando o trabalho com gêneros discursivos em aulas de Língua Portuguesa, analise as assertivas a seguir:
I. O trabalho com os gêneros discursivos em sala de aula deve envolver seus aspectos estilísticos.
II. A escolha por se trabalhar com gêneros discursivos se deve ao fato de ser um tipo de enunciado estável e imutável, o que garante o trabalho com sua estrutura composicional.
III. Nas aulas de Língua Portuguesa, é importante trabalhar os recursos linguístico-gramaticais não mais em uma perspectiva normativa, mas como escolhas léxico-gramaticais das quais depende a constituição do gênero discursivo. Quais estão corretas?
Considerando o emprego das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no contexto das aulas de Língua Portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA.
Texto associado
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”. Por Martha Medeiros 01 Resumida história do jeans : durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores 02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido 03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês, 04 daí a palavra “ jeans ” . 05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos 06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia, 07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o. 08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas 09 próprias marcas. 10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada 11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como 12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência, 13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da 14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans. 15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da 16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo 17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo. 18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar 19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de 20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere 21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife). 22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss 23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia 24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte 25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem 26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa 27 com a coincidência luminosa: Lee. 28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões 29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e 30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei. 31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento. 32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo 33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final. (Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. A autora começa a escrever a crônica sobre o jeans para homenagear a cantora Rita Lee, cujo sobrenome era o de uma famosa marca dessas calças.
II. A calça jeans passou a ser usada por Martha Medeiros pela sua associação com a liberdade.
III. As calças Lee foram as que ensinaram a autora o que era realmente liberdade, para além dos jingles. Quais estão corretas?
Texto associado
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”. Por Martha Medeiros 01 Resumida história do jeans : durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores 02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido 03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês, 04 daí a palavra “ jeans ” . 05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos 06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia, 07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o. 08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas 09 próprias marcas. 10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada 11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como 12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência, 13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da 14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans. 15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da 16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo 17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo. 18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar 19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de 20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere 21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife). 22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss 23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia 24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte 25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem 26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa 27 com a coincidência luminosa: Lee. 28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões 29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e 30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei. 31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento. 32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo 33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final. (Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).