Brincadeiras, jogos, esportes, ginásticas, danças, lutas, e práticas
corporais de aventura são manifestações da cultura corporal do
movimento presentes na BNCC do Ministério da Educação e devem
compor as competências na área de educação física no ensino
fundamental. Nesse sentido, cada um dos itens a seguir apresenta
uma prática desportiva que deve ser julgada certa, caso faça parte
das competências da área de educação física previstas na BNCC, ou
errada, caso contrário.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
26 questões encontradas
Experimentar os elementos constitutivos das práticas corporais
Texto associado
(...) a vinculação exclusiva da prática do exercício físico à ideia de
aptidão física permanente, embora seja uma atribuição importante
da educação física escolar, não se mostra suficiente para a sua
relação de compromisso com a saúde. Primeiramente, traduz-se em
um reducionismo, pois limita a saúde ao campo da aptidão física.
Além disso, sugere uma relação de causalidade entre aptidão física
e saúde, em que ser fisicamente ativo significaria ser saudável.
M. S. Ferreira. Aptidão física e saúde na educação física escolar:
ampliando o enfoque. In: Revista Brasileira de Ciências do
Esporte. v. 22, n.º 2, p. 46, jan./2001 (com adaptações).
Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial,
julgue os itens a seguir, acerca do tema da saúde nas aulas de
educação física na escola.
aptidão física permanente, embora seja uma atribuição importante
da educação física escolar, não se mostra suficiente para a sua
relação de compromisso com a saúde. Primeiramente, traduz-se em
um reducionismo, pois limita a saúde ao campo da aptidão física.
Além disso, sugere uma relação de causalidade entre aptidão física
e saúde, em que ser fisicamente ativo significaria ser saudável.
M. S. Ferreira. Aptidão física e saúde na educação física escolar:
ampliando o enfoque. In: Revista Brasileira de Ciências do
Esporte. v. 22, n.º 2, p. 46, jan./2001 (com adaptações).
Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial,
julgue os itens a seguir, acerca do tema da saúde nas aulas de
educação física na escola.
Ter uma vida ativa é uma escolha pessoal de cada indivíduo;
basta o hábito de exercitar-se para obter saúde.
Texto associado
Julgue os próximos itens, acerca das competências e habilidades
propostas pela BNCC do ensino fundamental para a disciplina de
educação física.
propostas pela BNCC do ensino fundamental para a disciplina de
educação física.
As práticas corporais de aventura são uma unidade temática da
educação física que oportuniza aos estudantes experimentar,
fruir e recriar diferentes lutas, sobretudo aquelas de matriz
indígena e africana.
Texto associado
Cada um dos itens a seguir apresenta uma situação hipotética,
seguida de uma assertiva a ser julgada, acerca do desenvolvimento
da educação física na educação básica.
seguida de uma assertiva a ser julgada, acerca do desenvolvimento
da educação física na educação básica.
Felipe, professor de educação física no ensino fundamental,
não ministra o conteúdo da dança em suas aulas, por entender
que o ato de ensinar determinado conteúdo da cultura corporal
de movimento depende do domínio pleno da técnica e da
execução dos movimentos que envolvem aquela prática
corporal. Nessa situação, a opção pedagógica de Felipe está
coerente com os incentivos previstos na BNCC para o trabalho
das Danças no ensino fundamental.
Existem várias maneiras de classificar os
ossos, uma delas é a partir da sua posição
topográfica, reconhecendo o osso axial
e apendicular. Porém a classificação
mais conhecida e utilizada é a que leva
em consideração a FORMA dos ossos
usando o critério de predominância de
uma de suas dimensões. Nesse sentido,
os ossos são considerados planos,
laminares ou chatos quando
Texto associado
Resiliência na escola traz desafios (mas também muitas possibilidades)
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio , que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido , narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: .Acesso em: 25 fev. 2019.
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio , que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido , narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: .Acesso em: 25 fev. 2019.