QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
1.057 questões encontradas
Texto associado
Texto 6A1-II
Ao professor, guiado por seu desejo, cabe o esforço imenso de organizar, articular, tornar lógico seu campo de conhecimento e transmiti-lo a seus alunos. A cada aluno cabe desarticular, retalhar, ingerir e digerir aqueles elementos transmitidos pelo professor, que se engancham em seu desejo, que fazem sentido para ele, que, pela via de transmissão única aberta entre ele e o professor encontram eco nas profundezas de sua existência de sujeito do inconsciente.
Kupfer. Freud e a educação, dez anos depois. 1999 (com adaptações).

Conforme uma perspectiva sócio-histórica da educação escolar, a escolha do quê ensinar deve se basear em

A necessidades imediatas do presente.
B relações entre passado, presente e futuro.
C demandas do mercado profissional.
D aspirações futuras.
Texto associado
Texto 6A1-II
Ao professor, guiado por seu desejo, cabe o esforço imenso de organizar, articular, tornar lógico seu campo de conhecimento e transmiti-lo a seus alunos. A cada aluno cabe desarticular, retalhar, ingerir e digerir aqueles elementos transmitidos pelo professor, que se engancham em seu desejo, que fazem sentido para ele, que, pela via de transmissão única aberta entre ele e o professor encontram eco nas profundezas de sua existência de sujeito do inconsciente.
Kupfer. Freud e a educação, dez anos depois. 1999 (com adaptações).

Depreende-se do texto 6A1-II que a relação professor-aluno é considerada como fundamental para os processos de aprendizagem na abordagem psicanalítica de educação, especialmente em função da

A repressão.
B transferência.
C resistência.
D identificação projetiva.
Texto associado
Situação hipotética 6A1-I

Em um debate entre professores sobre a relação professoraluno, Ana compartilhou que, ao desenvolver suas formas de ensino, se preocupa mais com a realidade de cada sala de aula para facilitar a aprendizagem do que com um método de ensino específico. Para ela, os professores não devem ser autoritários, mas, sim, estabelecer uma relação horizontal com seus alunos que seja marcada pela confiança e aceitação genuínas.
João discordou, dizendo que, em sala de aula, visa provocar reflexões que levem os alunos a buscarem respostas para estimular seus processos de assimilação e acomodação.
Apesar de discordarem em alguns aspectos sobre a relação professor-aluno, ambos os professores concordaram que aprender a aprender é mais importante que focar em memorização pura e simples (decoreba).

Segundo a abordagem comportamental, ao especificar o que se espera das atividades e reagir restritiva ou favoravelmente aos comportamentos dos alunos na execução das atividades, o professor está emitindo comportamentos com a intenção de

A promover os alunos.
B promover a aprendizagem.
C promover a coerção.
D promover a autoridade.

Acerca do que se compreende por humanização do atendimento ao público, assinale a opção que caracteriza, em dependência direta, os aspectos relacionados a ela.

A as adequadas condições de trabalho e a qualidade dos fatores humano, teórico e técnico
B a distração no atendimento e os fatores ambientais
C a abordagem com base no diagnóstico e nas condições de trabalho
D o preparo no âmbito das relações humanas e a falta de condições de trabalho

Em contextos pandêmicos, quando são impostas mudanças importantes na vida ou no estilo de vida, envolvendo riscos e fatores adversos, pessoas

A vulneráveis devem ser acolhidas, nas situações de crise, de modo que elas possam estar em papel passivo, não sendo recomendável estimular a proatividade nesse caso.
B resilientes são mais suscetíveis a fortes impactos emocionais a longo prazo decorrentes da situação.
C que focam na positividade perdem geralmente essa habilidade após o evento traumático, devido à impossibilidade de ser positiva nesse contexto.
D vulneráveis, se motivadas e ativas, podem desenvolver respostas de esperança e sucesso a partir da pandemia.
Texto associado
O cenário da educação brasileira mostra uma realidade social de grandes problemas: a) indicadores que apontam para a exclusão de crianças e jovens em todos os níveis de ensino especialmente na rede pública; b) educação concebida como mercadoria, não como direito, o que divide o país em escolas particulares e públicas com condições de funcionamento muito diferentes; c) professores e famílias sofrendo o impacto de políticas educacionais assistencialistas e demagógicas, como por exemplo, as escolas integrais que não têm como funcionar por falta de todo tipo de estrutura; d) crianças e adolescentes que não conseguem aprender e experimentam o fracasso escolar cotidiano ao frequentar a escola; e) jovens que não conseguem prosseguir seus estudos evadindo-se, muito precocemente, para a busca de trabalho; f) universitários que, apesar das políticas que se apresentam como facilitadoras do acesso ao ensino superior, não conseguem permanecer em seus cursos e não se titulam; e) professores mal pagos e mal formados que trabalham como escravos de uma situação de tensão e desgastes, tanto físico quanto psicológico, aviltados em seus direitos trabalhistas e que se caracterizam hoje por uma classe trabalhadora estafada e doente.

Guzzo. Risco e proteção : análise crítica de indicadores para uma intervenção preventiva na escola. 2016

No contexto escolar, se o psicólogo for convidado a colaborar na reformulação do instrumento que propõe ações educativas, então, nesse caso, ele contribuirá com o

A projeto político emancipador.
B projeto pedagógico empresarial.
C projeto pedagógico estratégico.
D projeto político pedagógico.
Texto associado
O cenário da educação brasileira mostra uma realidade social de grandes problemas: a) indicadores que apontam para a exclusão de crianças e jovens em todos os níveis de ensino especialmente na rede pública; b) educação concebida como mercadoria, não como direito, o que divide o país em escolas particulares e públicas com condições de funcionamento muito diferentes; c) professores e famílias sofrendo o impacto de políticas educacionais assistencialistas e demagógicas, como por exemplo, as escolas integrais que não têm como funcionar por falta de todo tipo de estrutura; d) crianças e adolescentes que não conseguem aprender e experimentam o fracasso escolar cotidiano ao frequentar a escola; e) jovens que não conseguem prosseguir seus estudos evadindo-se, muito precocemente, para a busca de trabalho; f) universitários que, apesar das políticas que se apresentam como facilitadoras do acesso ao ensino superior, não conseguem permanecer em seus cursos e não se titulam; e) professores mal pagos e mal formados que trabalham como escravos de uma situação de tensão e desgastes, tanto físico quanto psicológico, aviltados em seus direitos trabalhistas e que se caracterizam hoje por uma classe trabalhadora estafada e doente.

Guzzo. Risco e proteção : análise crítica de indicadores para uma intervenção preventiva na escola. 2016

No contexto escolar, algumas das possibilidades do psicólogo são intervenções no processo de ensino-aprendizagem, na formação de educadores, na educação inclusiva, com grupos de pais e alunos. Nessas possíveis atuações diversas, o psicólogo deve se referenciar em uma psicologia escolar

A contextualizada.
B diagnóstica.
C comportamental.
D clínica.
Texto associado
O cenário da educação brasileira mostra uma realidade social de grandes problemas: a) indicadores que apontam para a exclusão de crianças e jovens em todos os níveis de ensino especialmente na rede pública; b) educação concebida como mercadoria, não como direito, o que divide o país em escolas particulares e públicas com condições de funcionamento muito diferentes; c) professores e famílias sofrendo o impacto de políticas educacionais assistencialistas e demagógicas, como por exemplo, as escolas integrais que não têm como funcionar por falta de todo tipo de estrutura; d) crianças e adolescentes que não conseguem aprender e experimentam o fracasso escolar cotidiano ao frequentar a escola; e) jovens que não conseguem prosseguir seus estudos evadindo-se, muito precocemente, para a busca de trabalho; f) universitários que, apesar das políticas que se apresentam como facilitadoras do acesso ao ensino superior, não conseguem permanecer em seus cursos e não se titulam; e) professores mal pagos e mal formados que trabalham como escravos de uma situação de tensão e desgastes, tanto físico quanto psicológico, aviltados em seus direitos trabalhistas e que se caracterizam hoje por uma classe trabalhadora estafada e doente.

Guzzo. Risco e proteção : análise crítica de indicadores para uma intervenção preventiva na escola. 2016

O trabalho do psicólogo na escola pode envolver alunos, pais, professores e outros funcionários da escola. Quando atua com um desses segmentos específicos, o psicólogo deve visar

A ao bem dos alunos exclusivamente.
B ao combate do fracasso escolar.
C ao bem da coletividade.
D ao reforço da evasão escolar.

Assinale a opção correta sobre testes psicológicos e seu uso.

A Testes psicológicos podem mensurar e descrever variáveis psicológicas, mas não as qualificam.
B O uso de testes psicológicos deve favorecer a qualidade de vida dos indivíduos avaliados.
C Os possíveis erros encontrados em resultados dos testes psicológicos, incompatíveis com a realidade, são decorrentes do desinteresse do indivíduo avaliado ou de suas respostas propositalmente não verdadeiras.
D A testagem, usada como sinônimo de avaliação, é sempre mais completa e adequada para uso diagnóstico.
Texto associado
Texto CB2A1-II

Um ou dois minutos de atividade física intensa algumas vezes por dia podem reduzir substancialmente o risco de morte. Um estudo liderado por Emmanuel Stamatakis, do Centro Charles Perkins da Universidade de Sydney, na Austrália, analisou dados de 25.241 participantes disponíveis no Banco Biomédico de Grande Escala do Reino Unido (UK Biobank). Os voluntários tinham média de idade de quase 62 anos, não praticavam atividade física regular e usaram acelerômetros de pulso, pequenos aparelhos que permitem medir mudanças na velocidade de deslocamento. Os pesquisadores constataram que quem realizava três vezes por dia alguma atividade física vigorosa, como caminhar rapidamente para chegar ao ponto de ônibus ou subir lances de escadas, apresentava uma redução de até 40% no risco de morrer por câncer e outras causas gerais e de 49% no de vir a óbito por doenças cardiovasculares, em comparação com as pessoas que não o faziam. Segundo os pesquisadores, por requerer um tempo mínimo e não exigir preparação específica, essa forma de realizar atividade física pode ser mais viável para a maioria dos adultos do que fazer exercício estruturado.

Eduardo Cesar. Revista Pesquisa FAPESP, ed. 323, jan./2023 (com adaptações).

Sem alteração do sentido do texto CB2A1-II, o vocábulo “vigorosa”, em “quem realizava três vezes por dia alguma atividade física vigorosa” (quarto período), poderia ser substituído por

A viva.
B saudável.
C regular.
D intensa.