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Liderança é uma interação entre dois ou mais membros de um grupo que frequentemente envolve uma estruturação das percepções e expectativas dos membros, e, portanto, um fenômeno de grupos e equipes de trabalho. Acerca de liderança, grupos e equipes de trabalho, julgue os itens a seguir.

I Liderança sempre envolve tentativas da parte do líder a fim de afetar o comportamento de um seguidor ou seguidores, em dada situação.

II Para exercício da liderança em equipes nem sempre é necessário o consentimento por parte dos liderados.

III Algumas equipes não necessitam de um líder para seu funcionamento.

IV A situação é considerada totalmente favorável à liderança quando o grau de lealdade e apoio é alto, quando a tarefa não é muito estruturada e quando há autoridade e autonomia para tomada de decisão.

V Quando os liderados possuem capacidade, é fundamental que o líder utilize a abordagem do comportamento de vender. Estão certos apenas os itens

A I e II.
B III e IV.
C I, III e V.
D I, II, IV e V.
E II, III, IV e V.

Considere que um gestor esteja feliz com os resultados do treinamento realizado por sua equipe, pois muitos membros dela estão colocando em prática um novo método de trabalho abordado durante o treinamento. Nessa situação, os resultados do treinamento estão no nível de

A aprendizagem.
B reação.
C valor final.
D mudança organizacional.
E comportamento no cargo.

As determinações superiores dirigidas aos servidores públicos subordinados, a menos que sejam manifestamente ilegais, devem ser cumpridas. Essa relação de subordinação entre os agentes públicos configura

A poder de polícia administrativo.
B poder administrativo disciplinar.
C abuso de poder administrativo.
D poder administrativo hierárquico.
E poder administrativo regulamentar.

Nos termos do Código de Normas da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o psicólogo judicial deve agir em observância ao plano geral de ação proposto pelo Serviço de Apoio ao Psicólogo, com a aprovação do

A presidente do tribunal.
B corregedor-geral de justiça.
C juiz de direito do juízo em que estiver atuando.
D 1.º vice-presidente do tribunal.
E chefe do departamento de saúde do tribunal.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Considerando o caso clínico 4A1-I bem como a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.

A Joana demonstra um medo persistente e racional de um estímulo que apresenta perigo real devido à vivência traumática.
B Joana apresenta sintomas de ansiedade antecipatória e comportamento de evitação e esquiva.
C De acordo com os pressupostos da terapia cognitivo-comportamental, a situação vivenciada por Joana é o grande disparador de ansiedade.
D Entendendo que os sintomas de Joana são decorrentes da relação entre a emoção em uma situação nova e o comportamento, uma intervenção possível é a habituação.
E A terapia cognitivo-comportamental entende que, para se compreender o caso de Joana, é necessário levar em consideração a origem do medo persistente.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Ainda em relação ao caso clínico 4A1-I, considerando a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.

A De acordo com a terapia cognitivo-comportamental, o comportamento de Joana apresenta um estímulo definido e fora aprendido.
B Segundo os preceitos da terapia cognitivo-comportamental, a técnica de exposição in vivo deve ser evitada no caso de Joana, tendo-se em vista a situação traumática vivenciada pela criança.
C No caso de Joana, a reestruturação cognitiva não constitui uma estratégia adequada, tendo-se em vista que houve um trauma associado ao comportamento fóbico.
D Técnicas de relaxamento não são recomendadas em casos como o de Joana.
E De acordo com a terapia cognitivo-comportamental, no caso de Joana, seria suficiente a psicoeducação como intervenção estratégica adequada.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Ainda com relação ao caso clínico 4A1-I, à psicopatologia e às contribuições da abordagem psicanalítica, assinale a opção correta.

A Segundo Klein, Joana sofre de um quadro dissociativo, derivado de angústias persecutórias e maníacas.
B De acordo com as contribuições winnicottianas, o quadro apresentado por Joana estaria associado com a falta de um complexo de castração.
C Segundo a concepção kleiniana, o quadro neurótico de Joana é fundamentado por angústias esquizoides.
D De acordo com as contribuições kleinianas, Joana apresentaria a necessidade de externalizar objetos perseguidores, no intuito de se proteger contra situações catastróficas internas.
E Uma das estratégias propostas pela abordagem kleiniana, no caso de Joana, é o trabalho com as angústias esquizoides e os efeitos de sua posição maníaca.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Assinale a opção correta, tendo como referência o caso clínico 4A1-I e considerando a psicopatologia bem como as contribuições da abordagem psicanalítica.

A De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro apresentado por Joana seria decorrente do mecanismo desta criança frente à castração, a saber, rejeição.
B Lacan aproxima o quadro apresentado por Joana de uma psicose, diante da posição da criança frente à angústia de castração.
C De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro de Joana pode ser visto, em sua dinâmica, como uma placa giratória entre a neurose histérica e a neurose obsessiva.
D O diagnóstico de Joana leva em consideração o estatuto fixo de sua sintomatologia e tem um manejo próprio, não podendo coexistir com a neurose obsessiva ou mesmo com a histeria.
E De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro apresentado por Joana poderia ser entendido não como uma neurose, mas como uma variante do fetichismo.

Paulo, com 30 anos de idade, é extremamente preocupado com sua saúde. Fica ansioso e excessivamente alarmado com seu estado geral. Apesar de não apresentar sintoma algum, sempre acha que está contaminado ou que pode desenvolver uma doença grave. Apesar disso, evita avaliações médicas ou consultas de rotina. Diz: “Se me matar, ao menos morro sem esperar. Desde que me dei conta das dificuldades da vida que sou assim. Continuarei porque tem dado certo. Ainda não morri” ( sic ). Com base no caso clínico anterior, considerando-se o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) bem como as contribuições da psicopatologia, o transtorno apresentado por Paulo é denominado

A transtorno de ansiedade de doença, tipo evitação de cuidado.
B transtorno de adaptação.
C transtorno depressivo maior.
D transtorno de sintomas somáticos.
E transtorno obsessivo-compulsivo.