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De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio, a implementação do Currículo nas redes de ensino do Estado de São Paulo pressupõe um claro compromisso de garantir Educação Básica a segmentos da população paulista que, devido às distintas características socioculturais e/ou às diversas situações de vulnerabilidades, requerem

A recursos e métodos para a devida progressão escolar.
B escolas especializadas para os educandos com deficiência.
C currículos adaptados de acordo com o projeto da escola especializada.
D atendimento educacional inclusivo para efetivar o direito à educação.
E plano educacional especializado nas diferentes necessidades pedagógicas.

O Currículo Paulista: etapa ensino médio, em observação à diversidade cultural e ao compromisso com a redução das desigualdades educacionais no Estado, para assegurar integralmente as aprendizagens essenciais, além das identidades linguísticas, étnicas e culturais, leva em consideração

A as dificuldades pedagógicas dos estudantes público-alvo da educação especial.
B o nível de desenvolvimento cognitivo e socioemocional de cada estudante.
C a garantia de que todos tenham os mesmos recursos didáticos.
D propostas que garantam desempenho em atividades escolares e de vida diária.
E as necessidades, as possibilidades e os interesses do estudante.

Um dos pontos focais do Currículo Paulista: etapa ensino médio consiste

A na equidade e no reconhecimento de que as necessidades dos estudantes são diferentes.
B na integração dos estudantes público-alvo da educação especial em salas de Atendimento Educacional Especializado.
C em adaptar e abreviar o currículo escolar para atender as necessidades específicas dos estudantes.
D na igualdade de direitos e na diferenciação dos tempos e espaços escolares para a inclusão.
E no atendimento às diferentes formas de aprendizagem, com base nos diagnósticos realizados por equipe multidisciplinar.

Mariana, uma criança com surdez congênita, foi matriculada em uma escola de educação infantil e terá direito ao Atendimento Educacional Especializado (AEE). De acordo com a Política Nacional e Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

( 2008 ), do nascimento aos três anos, o AEE se expressa por meio de

A sistemas de apoio e estimulação, na primeira infância, que visem ao desenvolvimento psicomotor por meio do lúdico.
B serviços de intervenção precoce para otimizar o desenvolvimento e a aprendizagem em colaboração com os serviços de saúde e assistência social.
C estimulação essencial com o apoio de instituições especializadas para a o ensino da língua de sinais desde a mais tenra infância.
D recursos e práticas pedagógicas que estimulem o desenvolvimento de linguagem de sinais como primeira língua.
E atividades de vida diária, estimulação de comunicação e linguagem e recursos para orientação e mobilidade.

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

( 2008 ) define que o Atendimento Educacional Especializado disponibiliza, dentre outras coisas,

A técnicas de comunicação alternativa para o ensino e difusão da língua de sinais para todos os membros da comunidade escolar.
B recursos e técnicas para a inclusão escolar e social dos estudantes com deficiência em salas de recursos multifuncionais instaladas em escolas comuns.
C ensino da Libras como primeira língua para estudantes, professores e equipe de apoio e recursos alternativos de comunicação.
D programas de enriquecimento curricular, o ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologia assistiva.
E aprendizagem ao longo de toda a educação básica, com recursos e atividades realizados nas salas especializadas em contraturno escolar.

Borges

( 2020 ), em sua pesquisa sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), destacou os marcos legais para a educação inclusiva. Segundo a autora, a década de 1990 foi marcada por movimentos que visavam à inclusão de alunos público-alvo da educação especial. Assim, nessa década, os seguintes documentos foram de suma importância para balizar esse movimento:

A Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e Plano Nacional de Educação.
B Declaração de Jomtien e Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
C Lei Brasileira de Inclusão e Lei Berenice Piana.
D Política Nacional de Educação Especial e Lei Brasileira de Inclusão.
E Declaração de Salamanca e Declaração Mundial de Educação para Todos (Jomtien).

Em sua pesquisa sobre a Libras e suas características, Harrison (in Lacerda e Santos, 2014) explica que os estudos linguísticos demonstram que as línguas de sinais possuem as mesmas características e qualidades de qualquer outra língua, quais sejam:

A sintaxe, volatilidade/articulação e derivação na formação de palavras.
B estrutura linguística, comunicabilidade/diversidade, compreensão e léxico.
C organização, fonética/morfologia e múltiplas articulações.
D versatilidade/flexibilidade, arbitrariedade, criatividade/produtividade e dupla articulação.
E fonologia, flexão de gênero/número, conjugação verbal e pantomima.

Kotaki e Lacerda (in Lacerda e Santos, 2014), considerando o Decreto nº 5.626/05, que regulamenta a Lei da Libras, destacam que, em relação ao profissional intérprete de língua de sinais, não havendo pessoas com a titulação exigida para o exercício da profissão nas instituições de ensino, nos dez anos seguintes à publicação da lei, o trabalho poderia ser exercido por profissionais, dentre outros perfis, com o seguinte:

A profissional surdo, com competência para realizar a interpretação de línguas de sinais de outros países para a Libras, para atuação em escolas da educação infantil ao ensino médio.
B profissional ouvinte, de nível superior, com fluência em Libras para realizar a interpretação das duas línguas, com aprovação em exame de proficiência, promovido pela instituição de ensino, para atuação no ensino superior.
C profissional surdo, com habilidade de leitura labial e/ ou resíduo auditivo, com nível superior, competência e fluência em Libras e na língua portuguesa, para atuar nas salas de aulas comuns e salas do Atendimento Educacional Especializado para ensino da Libras.
D profissional ouvinte ou surdo, de nível médio, com técnica em Libras para realizar a interpretação das duas línguas, com cursos de Libras e de intérprete, além de aprovação em exame de proficiência promovido pelo Ministério da Educação, para atuação em cursos e eventos.
E profissional ouvinte, de nível médio, com competência e fluência em Libras para realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, e com aprovação em exame de proficiência, promovido pelo Ministério da Educação, para atuação no ensino fundamental.
Texto associado
Considere a publicação Atendimento educacional especializado : deficiência física. MEC, (2007) de autoria de Schirmer, Browning; Bersch e Machado para responder à questão.

As autoras da publicação ressaltam a dificuldade de comunicação, em sala de aula, de um aluno com paralisia cerebral do tipo espástica com uma disartria moderada. Nesse caso, significa que o aluno apresenta

A lesão neurológica progressiva, tônus muscular hipotônico que dificulta a realização as atividades gráficas e fala ininteligível.
B lesão neuromuscular progressiva, tônus muscular condizente com ataxia motora que interfere na coordenação de movimentos para a escrita e consequente dificuldade na articulação e pronúncia das palavras.
C lesão cerebral na área motora, com tônus muscular hipertônico que dificulta a execução e coordenação dos movimentos e dificuldade na articulação e consequentemente na pronúncia das palavras.
D lesão neuromuscular evolutiva, com tônus muscular variável que dificulta a realização de movimentos coordenados e falta de habilidade para pronunciar as sílabas.
E lesão cerebral na área psicomotora, com tônus muscular flutuante que dificulta a coordenação motora, deficiência intelectual e incapacidade de articulação e pronúncia das palavras.
Texto associado
Considere a publicação Atendimento educacional especializado : deficiência física. MEC, (2007) de autoria de Schirmer, Browning; Bersch e Machado para responder à questão.

Schirmer et al. asseguram que há uma série de bibliotecas de símbolos gráficos que foram desenvolvidos para facilitar a comunicação e que com eles são construídos as pranchas e os cartões de comunicação. Os símbolos gráficos podem ser: pictográficos, arbitrários, ideográficos e compostos. Os símbolos ideográficos são

A desenhos que parecem com aquilo que desejam simbolizar.
B desenhos que criam uma associação gráfica entre o símbolo e o conceito que ele representa.
C grupos de símbolos agrupados para representar objetos ou ideias.
D desenhos que não têm relação pictográfica entre a forma e aquilo que desejam simbolizar.
E utilizados em situações em que os objetos a serem representados são muito grandes.