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A característica principal dos elementos do conjunto 𝑸−𝒁, que representa a diferença entre o conjunto dos números racionais e dos inteiros, é

A apenas dízimas periódicas.
B as razões entre inteiros cujo quociente não é inteiro.
C apenas os números decimais positivos.
D qualquer número que não seja inteiro.
E apenas números naturais.

Ao considerarmos duas funções polinomiais de segundo grau 𝒈(𝒙)=𝟓𝒙 𝟐 + 𝟕𝒙 −𝟏𝟏 e 𝒉 (𝒙)=𝟑𝒙 𝟐 + 𝟒𝒙−𝟗, pode-se comparar o mecanismo para determinar suas possíveis intersecções a um sistema de equações de segundo grau. Nesse contexto, é correto afirmar que

A os gráficos se interceptam por toda a extensão de uma reta.
B os gráficos não se interceptam.
C os gráficos se interceptam em um único ponto.
D os gráficos se interceptam em exatamente dois pontos.
E os gráficos se interceptam em exatamente três pontos.

A respeito do Jazz , assinale a alternativa INCORRETA.

A No início do século XX, surgiu o jazz , música dos negros norte-americanos. Entre suas características, estão o uso da improvisação, as alturas distorcidas em microtons ou blue-notes , o swing e a polirritmia.
B A forma mais antiga, o jazz de New Orleans, evoluiu a partir da fusão de formas folclóricas negras como ragtime e o blues , com vários gêneros populares. Surgiu por volta do ano de 1910 e difundiu-se para outras partes dos EUA.
C Nos anos de 1920, Los Angeles tornou-se um centro para o jazz de New Orleans: King Oliver, Jimmie Noone, Jelly Roll Morton e Louis Armstrong se destacaram. O talento de Louis Armstrong foi rapidamente reconhecido e sua maneira de tocar amplamente imitada.
D Nos anos 40, Nova Iorque tornou-se o novo centro do jazz , o swing passou a ser o estilo dominante, e houve uma ênfase nas big bands e na música de dança comercial. A banda de Fletcher Henderson serviu de modelo para muitas outras incluindo as de Duke Ellington e Benny Goodmann.
E O bop , o cool , o Dixieland e o Mainstream jazz coexistiram durante os anos de 1950. Na década seguinte, com o declínio do bop , surgiram os movimentos do jazz modal com Miles David e do free jazz de vanguarda com John Coltraine.
Texto associado
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais.
Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

A a motivação para a pesquisa de John Warren foi o fato de que poucas pessoas comem vegetais.
B é provável que no futuro as pessoas consumam outros vegetais que não fazem parte da dieta atual.
C as plantas com cheiro forte chamam a atenção das pessoas, pois estas entendem que elas são uma ameaça e não querem consumi-las.
D as plantas tóxicas fazem parte da alimentação contemporânea dos seres humanos.
E as plantas devem ser fáceis de cultivar e de cozinhar para que sejam consumidas.
Texto associado
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais.
Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Em relação ao subtítulo do texto, assinale a alternativa correta.

A Os adjetivos “comestíveis” e “disponíveis” incidem sobre o substantivo “plantas” e sua ordem pode ser invertida.
B A palavra “recém-lançado” é formada pelo processo de composição por justaposição.
C O termo “apenas” é um advérbio de exclusão, com sentido equivalente a “exclusivamente”.
D A expressão “por que” é grafada separadamente porque faz parte de uma pergunta direta.
E A palavra “dieta” possui o mesmo significado que em “Ele faz dieta para emagrecer”.

Considerando que os determinantes das matrizes 𝑨 e 𝑩 são iguais, em que

A= ( 4 x x 7 ​ ) e B = ( 4 2 2 − 1 ​ )

assinale a alternativa que apresenta todos os valores de 𝒙 que verificam essa igualdade.

A {2}
B {6}
C {−2; 2}
D {−6; 6}
E {2; 6}

Os itens seguintes representam gêneros, estilos ou termos musicais ordenados fora da sequência cronológica de aparecimento, na História da Música:

I. Troubadours;
II. Sinfonia;
III. Serialismo;
IV. Ópera;
V. Baixo contínuo;
VI. Organum;
VII. Lieder;
VIII. Madrigal;
IX. Canto gregoriano.

Assinale a alternativa que apresenta os itens na sequência correta, do mais antigo para o mais recente, na História da Música.

A I, IX, II, VIII, III, VII, IV, VI e V.
B V, IX, III, VI, IV, II, VIII, I e VII.
C IX, III, VII, II, I, IV, VI, V e VIII.
D IX, VI, I, VIII, IV, V, II, VII e III.
E II, IV, V, III, I, IX, VI, VIII e VII.

Leonin e Perotin são dois importantes nomes da música antiga no período em que se erguia, em Paris, a catedral de Notre-Dame. Assinale a alternativa que apresenta qual o gênero bastante utilizado por eles.

A Organum.
B Cantochão.
C Sonata da chiesa .
D Sonata da câmara .
E Prelúdio coral.

Johann Sebastian Bach, Guillaume de Machaut, Piotr Ilitch Tchaikowsky, Claudio Monteverdi, Wolfgang Amadeus Mozart e Igor Strawinsky são compositores que pertencem, respectivamente, aos seguintes períodos da história da Música:

A Barroco, Clássico, Moderno (séc. XX), Renascentista, Romântico e Medieval.
B Clássico, Barroco, Medieval, Romântico, Moderno (séc. XX) e Renascentista.
C Renascentista, Barroco, Clássico, Moderno (séc. XX), Romântico e Medieval.
D Barroco, Medieval, Romântico, Clássico, Renascentista e Moderno (séc. XX).
E Barroco, Medieval, Romântico, Renascentista, Clássico e Moderno (séc. XX).

A respeito de Modos antigos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Os modos gregos são caracterizados de acordo com os intervalos de tons e semitons entre os graus.
II. Quando se diz dó lídio , quer-se dizer que essa escala, começando com a nota dó, tem os mesmos intervalos do modo lídio .
III. Os modos dórico e frígio se parecem com a tonalidade maior.
IV. Para construir o modo jônio a partir da nota lá -, usa-se uma armadura com 3#.
V. Os modos lídio e mixolídio se parecem com a tonalidade menor.

A Apenas I, II, III e IV.
B Apenas II, III, IV e V.
C Apenas I, II e IV.
D Apenas III, IV e V.
E I, II, III, IV e V.