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Como assistiremos a filmes daqui a 20 anos?
Com muitos cineastas trocando câmeras tradicionais por câmeras 360 (que capturam vistas de todos os ângulos), o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos intensamente experimentais dos filmes no final do século 19 e início do século 20.
Uma série de tecnologias em rápido desenvolvimento oferece um potencial incrível para o futuro dos filmes – como a realidade aumentada, a inteligência artificial e a capacidade cada vez maior de computadores de criar mundos digitais detalhados.
Como serão os filmes daqui a 20 anos? E como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências disponíveis hoje? De acordo com o guru da realidade virtual e artista Chris Milk, os filmes do futuro oferecerão experiências imersivas sob medida. Eles serão capazes de “criar uma história em tempo real que é só para você, que satisfaça exclusivamente a você e o que você gosta ou não”, diz ele.
(Adaptado de: BUCKMASTER, Luke. Disponível em: www.bbc.com)
De acordo com Chris Milk, diferente de hoje, os filmes do futuro

A permitirão ao público vivenciar experiências individualizadas, de acordo com as preferências de cada um.
B darão aos espectadores a chance de se aprofundar no universo criativo do autor, acessando os bastidores da produção.
C serão produções mais baratas, o que possibilitará a cada cidadão comum custear seu próprio filme.
D terão uma linguagem produzida por meio de programas de computadores, que tornarão obsoleta a figura do cineasta.
E deixarão de ser tratados como obras ficcionais ou artísticas, pois serão uma reprodução fiel da rotina dos espectadores.

Sempre pensei que ser um cidadão do mundo era o melhor que podia acontecer a uma pessoa, e continuo pensando assim. Que as fronteiras são a fonte dos piores preconceitos, que elas criam inimizades entre os povos e provocam as estúpidas guerras. E que, por isso, é preciso tentar afiná-las pouco a pouco, até que desapareçam totalmente. Isso está ocorrendo, sem dúvida, e essa é uma das boas coisas da globalização, embora haja também algumas ruins, como o aumento, até extremos vertiginosos, da desigualdade econômica entre as pessoas.
Mas é verdade que a língua primeira, aquela em que você aprende a dar nome à família e às coisas deste mundo, é uma verdadeira pátria, que depois, com a correria da vida moderna, às vezes vai se perdendo, confundindo-se com outras. E isso é provavelmente a prova mais difícil que os imigrantes têm de enfrentar, essa maré humana que cresce a cada dia, à medida que se amplia o abismo entre os países prósperos e os miseráveis, a de aprender a viver em outra língua, isto é, em outra maneira de entender o mundo e expressar a experiência, as crenças, as pequenas e grandes circunstâncias da vida cotidiana.
(Adaptado de: LLOSA, Mario Vargas. O regresso à Grécia. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
Predomina no texto a função

A apelativa, pois o autor visa a persuadir o leitor a posicionar-se contra os imigrantes.
B expressiva, pois o autor expõe uma visão subjetiva de um determinado assunto.
C referencial, pois o autor usa dados objetivos para tratar de um tema com impessoalidade.
D fática, pois o autor enfoca um assunto banal, com a finalidade única de iniciar uma conversa.
E metalinguística, pois o autor fala dos detalhes que prejudicaram a publicação de seu texto.

Como assistiremos a filmes daqui a 20 anos?
Com muitos cineastas trocando câmeras tradicionais por câmeras 360 (que capturam vistas de todos os ângulos), o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos intensamente experimentais dos filmes no final do século 19 e início do século 20.
Uma série de tecnologias em rápido desenvolvimento oferece um potencial incrível para o futuro dos filmes – como a realidade aumentada, a inteligência artificial e a capacidade cada vez maior de computadores de criar mundos digitais detalhados.
Como serão os filmes daqui a 20 anos? E como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências disponíveis hoje? De acordo com o guru da realidade virtual e artista Chris Milk, os filmes do futuro oferecerão experiências imersivas sob medida. Eles serão capazes de “criar uma história em tempo real que é só para você, que satisfaça exclusivamente a você e o que você gosta ou não”, diz ele.
(Adaptado de: BUCKMASTER, Luke. Disponível em: www.bbc.com)
No 2° parágrafo, a informação introduzida pelo travessão corresponde a

A uma síntese das consequências da revolução ocorrida no cinema recentemente.
B uma explicação das técnicas da maior parte das produções cinematográficas atuais.
C uma exemplificação das tecnologias que terão impacto sobre o futuro dos filmes.
D um apanhado das produções cinematográficas que se destacaram por serem inovadoras.
E uma ressalva sobre os aspectos positivos dos avanços técnicos da linguagem do cinema.

Quando a manutenção das edificações está relacionada com atividades rotineiras realizadas, diariamente ou não, com pequenos intervalos de tempo, buscando adequar o edifício ao seu uso, procede-se à técnica denominada

A restauração.
B conservação.
C modernização.
D correção.
E reposição.

Conforme previsto no Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, o prazo de prescrição de faltas funcionais praticadas por magistrados é de

A cinco anos, contados a partir da prática da falta, independentemente da configuração de ilícito também na esfera penal.
B três anos, contados a partir da data em que o Tribunal tomou conhecimento do fato, salvo quando configurar tipo penal, hipótese em que o prazo prescricional será o do Código Penal.
C dois anos, contados a partir da data em que o Tribunal tomou conhecimento do fato, salvo quando configurar tipo penal, hipótese em que o prazo prescricional será o do Código Penal.
D cinco anos, contados a partir da data em que o Tribunal tomou conhecimento do fato, salvo quando configurar tipo penal, hipótese em que o prazo prescricional será o do Código Penal.
E três anos, contados a partir da prática da falta, independentemente da configuração de ilícito também na esfera penal.

Em uma manhã, Helena saiu de casa quando o relógio de sua cozinha marcava 5h18. Ela foi caminhando até a universidade e se encontrou com o professor Cláudio na porta da biblioteca. Assim que se encontraram, ele falou: “Oi, são exatamente 5h19”. Helena sabia que Cláudio sempre falava a hora correta, e como ela leva mais de um minuto de casa até a universidade concluiu que seu relógio de cozinha estava errado. Helena e Cláudio continuaram conversando no mesmo lugar por certo tempo e, quando Helena disse que voltaria para casa, Cláudio disse: “Tchau, são exatamente 8h33”. Na mesma manhã, Helena voltou caminhando para casa, levando o mesmo tempo que levara antes para ir até a universidade. Assim que chegou em casa, viu o relógio da cozinha marcando 9h16 e prontamente ajustou o relógio para a hora correta, que era:

A 8h45.
B 9h00.
C 8h55.
D 8h50.
E 9h05.

O concreto armado é conhecido pela sua resistência à tração e compressão. Para que o concreto armado tenha um bom desempenho, além de apresentar a combinação do concreto com o aço, é necessário que haja

A aderência entre eles, a fim de que o trabalho de resistir às tensões seja realizado de maneira conjunta.
B a inclusão de aditivos, sem os quais a produção do produto concreto armado e suas propriedades físico-químicas não são obtidas.
C a sobreposição do concreto na armadura de aço, arranjo este responsável por criar a estrutura resistente às cargas a que a estrutura será submetida.
D a separação do aço, da pasta de concreto, condição necessária para que cada um dos componentes possa desempenhar eficazmente a sua função.
E a estabilização das barras de aço, por meio de arame de aço recozido, sem o que a fusão dos componentes (aço e concreto) não se concretiza.

Na montagem de estruturas metálicas, caso ocorram erros que não possam ser corrigidos por meio de operações normais de montagem ou com a execução de pequenos ajustes, exigindo grandes mudanças na peça ou na configuração das ligações, todos os ajustes necessários deverão ser imediatamente comunicados à Fiscalização, que, por sua vez, procederá à análise e à identificação das responsabilidades pelos erros e, em tempo hábil, de forma a não causar atrasos na montagem, deverá comunicar ao

A cliente, ao construtor ou gestor e à montadora.
B projetista, ao fabricante e à montadora.
C contratante, à construtora e à instaladora.
D projetista, ao gerente de produção e ao gestor da qualidade do produto.
E demandante, ao fabricante e à inspeção de montagem.

Considere:

I. Execução da viga baldrame.

II. Escolha do tipo de fundação.

III. Estruturação da cobertura da edificação.

IV. Execução e montagem da armadura da laje. Relacionam-se às atividades de infraestrutura, as que constam APENAS em

A I e III.
B I e II.
C II e IV.
D III e IV.
E II, III e IV.