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Em relação aos tipos de enlace, um enlace full-duplex é aquele que permite

A transmissão de sinais digitais somente por fibra óptica.
B transmissão nos dois sentidos, mas não simultaneamente.
C transmissão simultânea nos dois sentidos.
D transmissão em apenas um sentido.
E transmissão somente de sinais analógicos.
Texto associado
Julgue os próximos itens, em relação aos modelos de referência OSI e TCP/IP.

A camada de enlace é a mais baixa do modelo OSI e funciona como uma interface entre os hosts e os meios de transmissão, como linhas seriais e Ethernet, cujos principais protocolos são SMTP e DNS.

C Certo
E Errado
Órgão: Telecomunicações Brasileiras S.A. Cargo: Especialista em Gestão de Telecomunicações - Área Engenheiro de Redes Prova: CESPE/CEBRASPE - TELEBRAS - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Área Engenheiro de Redes - 2026

INVITE sip:destinatario@dominio2.com SIP/2.0
Via: SIP/2.0/UDP 167.180.112.24
From: sip:remetente@dominio1.com
To: sip:destinatario@dominio2.com
Call-ID: a2e3a@pigeon.dominio1.com
Content-Type: application/sdp
Content-Length: 960

c=IN IP4 167.180.112.24
m=audio 38060 RTP/AVP 0

Com base nessa mensagem invite do protocolo SIP, assinale a opção correta.

A A última linha da mensagem determina a forma como o remetente quer receber o áudio da ligação SIP.
B O endereço 167.180.112.24 corresponde ao próximo salto que a mensagem deverá fazer para chegar ao destino.
C O endereço a2e3a@pigeon.dominio1.com corresponde ao endereço do servidor SIP.
D A linha Content-Type determina os formatos de arquivo que podem ser anexados durante a chamada SIP.
E A linha Content-Lenght indica o comprimento, em bits, do tamanho da mensagem SIP.

Um time de desenvolvimento está definindo os requisitos para um sistema de controle de tributos estaduais. Eles estruturam o backlog da seguinte forma: “Processamento de Declarações Fiscais” como um épico, dentro dele uma feature “Importação de Declarações”, e várias histórias de usuário como: “Como Auditor, quero importar arquivo X para que o sistema valide os dados automaticamente”. Nessa abordagem, ao estimar o tamanho funcional bruto do sistema via Análise de Pontos de Função (APF), deve-se considerar

A as user stories que geram interfaces diretamente visíveis ao usuário. Também é possível usar os requisitos não funcionais focando no desempenho e segurança da informação.
B as histórias, features e épicos, todas, independentemente de gerarem funcionalidade visível, porque muitas funcionalidades estão “escondidas” por trás de requisitos não funcionais após sua elicitação.
C a iniciativa de negócio global do ponto de vista técnico.
D as tasks técnicas decorrentes das histórias de usuário.
E as funcionalidades do usuário que representam entradas, saídas, consultas ou arquivos lógicos referenciados no sistema.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda Estadual identificou que o processo de liberação de novas funcionalidades no sistema de arrecadação apresenta problemas recorrentes: atualizações são implantadas sem testes adequados em ambiente de homologação, causando indisponibilidade do sistema em horários de alta demanda, mudanças emergenciais para corrigir erros críticos são executadas sem documentação apropriada, dificultando rastreabilidade. Além disso, não há planejamento coordenado entre as equipes de desenvolvimento, infraestrutura e suporte, resultando em conflitos de agendamento e impactos não previstos aos contribuintes. A direção determinou revisão do processo baseando-se nas práticas do ITIL v4. Considerando as práticas de gerenciamento técnico do ITIL v4 aplicáveis a esse cenário, a abordagem mais adequada para resolver esses problemas é

A implementar a prática de Gerenciamento de Incidentes para tratar rapidamente problemas após implantações malsucedidas, estabelecendo equipe de plantão 24x7 para restaurar serviços afetados, e manter processo atual de liberação de mudanças com alterações básicas na configuração de mudanças SVS na prática de valor.
B adotar a prática de Gerenciamento de Problemas para identificar causas-raiz de falhas recorrentes em implantações, realizando análises post mortem após cada incidente significativo, mantendo integração com processo de mudanças ou releases na configuração básica, delegando correção de problemas identificados às equipes técnicas conforme disponibilidade.
C focar na prática de Gerenciamento de Configuração e Ativos de Serviço para documentar todos os componentes do sistema de arrecadação, mantendo base de dados atualizada de configurações, estabelecendo controles ad hoc sobre quando e como mudanças são implantadas nesses componentes.
D Implementar prática de gerenciamento de mudanças exigindo aprovação formal de comitê para qualquer alteração no sistema, aplicando testes da prática de valor no âmbito do SVS em ambiente controlado ou planejamento coordenado de releases com múltiplas mudanças.
E adotar de forma integrada as práticas de Gerenciamento de Mudanças, Gerenciamento de Release , Gerenciamento de Implantação, estabelecendo fluxos diferenciados para mudanças padrão, normais e emergenciais, com testes obrigatórios em homologação, janelas de mudança planejadas evitando horários críticos e comunicação antecipada aos stakeholders .
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está elaborando política de segurança da informação para proteger dados tributários sensíveis (declarações fiscais, informações bancárias de contribuintes e dados de fiscalizações). A política precisa definir responsabilidades sobre classificação de informações, controles de acesso, tratamento de incidentes de segurança e conformidade com a LGPD. Durante as reuniões de elaboração, surgem dúvidas sobre quem deve aprovar a política, quem é responsável por sua implementação técnica e quem deve monitorar a conformidade. Considerando boas práticas de governança sobre papéis e responsabilidades na gestão de políticas organizacionais de TIC,

A equipe técnica de infraestrutura de TI deve elaborar, aprovar e implementar a política de forma autônoma, visto que possui conhecimento especializado sobre segurança da informação, cabendo às áreas de negócio restringir as determinações técnicas estabelecidas pela área de tecnologia.
B a politica deve ser elaborada pela assessoria jurídica em conjunto com a área de TI, considerando requisitos da LGPD e sigilo fiscal, aprovada pelo secretário-adjunto administrativo, para garantir celeridade na tramitação, implementada por cada gestor de área, segundo orientações gerais estabelecidas no documento, e monitorada pela equipe de segurança da informação com apoio de controles internos periódicos.
C o responsável pela área de TI deve coordenar a elaboração técnica e aprovar as políticas relacionadas a tecnologia, incluindo segurança da informação, submetendo-as posteriormente à alta administração apenas para homologação formal, desde que a política seja tecnicamente adequada, esteja alinhada com frameworks de segurança e não demande investimentos superiores a 10% do orçamento anual de TI.
D a política deve ser elaborada por grupo de trabalho multidisciplinar incluindo TI, segurança, áreas finalísticas e jurídico, validada quanto à viabilidade técnica e conformidade legal, submetida à aprovação formal da alta administração que possui autoridade sobre políticas institucionais, implementada pela área de TI com apoio das demais áreas e monitorada por função independente de auditoria ou compliance .
E cada área finalística (de arrecadação, fiscalização, atendimento) deve elaborar sua própria política de segurança para seus sistemas, aprovando internamente suas normas, permitindo flexibilidade para adaptar controles conforme necessidades particulares de cada processo sem padronização institucional centralizada.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda do Estado possui um SGSI implementado conforme a ABNT NBR ISO/IEC 27001. Durante o monitoramento de rotina, foi detectada uma atividade anômala no sistema de processamento de declarações fiscais, indicando possível extração não autorizada de dados sigilosos de contribuintes em tempo real. A equipe de segurança confirmou que o incidente está ativo e há indícios de que possa se espalhar para outros sistemas internos. Considerando as diretrizes do controle de resposta a incidentes de segurança da informação da ISO/IEC 27002:2022, a ação inicial mais adequada e prioritária que a equipe de resposta a incidentes deve adotar consiste em

A comunicar imediatamente o fato à autoridade de proteção de dados e aos contribuintes afetados, conforme exigido pela LGPD, antes de qualquer ação de contenção.
B desligar imediatamente os servidores afetados para interromper qualquer atividade maliciosa e evitar danos maiores.
C isolar os sistemas comprometidos da rede para conter a propagação do incidente, mantendo seu estado para posterior análise forense.
D priorizar a restauração integral dos sistemas a partir do backup mais recente, garantindo a continuidade operacional dos serviços fiscais.
E solicitar ao fornecedor do software que realize uma análise remota do código-fonte para identificar a origem da vulnerabilidade.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma equipe de auditoria possui uma tabela de NF-e com mais de 1 bilhão de registros em um pyspark.sql.DataFrame chamado df . A auditora deseja inspecionar apenas 1.000 registros localmente em seu notebook, usando funcionalidades avançadas de pandas para buscar inconsistências. Nesse cenário, a abordagem em PySpark mais apropriada para gerar esses registros em um pandas. DataFrames , minimizando o risco de estouro de memória no ambiente local é :

A pdf = df.topandas ()
pdf_sample = pdf.sample (n=1000, random state=42)
B sample_df df = df.samplelFalse, 0.001, seed=42)
pdf_sample = sample_df.toPandas ()
C pdf_sample = df.limit (1000) .toPandas ()
D rows = df.collect ()
pdf_sample = pd.DataFrame(rows[:1000])
E pdf_sample = spark.createDataFrame (df. head (10001)) .toFandas()
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda realiza anualmente uma mudança obrigatória no cálculo de tributos, sempre válida a partir do primeiro dia do ano. Embora existam processos formais de homologação e acompanhamento pós-implantação, uma auditoria interna constatou falhas de rastreabilidade: incidentes em produção não apresentavam relação clara com as mudanças aplicadas. Considerando práticas consolidadas de rastreabilidade no ciclo de vida de software, a ação que garante rastreamento completo das mudanças, desde o código até a operação, é

A utilizar o histórico de commits para identificar alterações no código e respectivos responsáveis.
B criar verificações manuais após cada implantação em produção para registrar problemas observados.
C registrar documentação funcional de cada versão, sem integração com processos de mudança, mas integrado a ferramenta de IT Service Management .
D adotar pipeline CI/CD com versionamento imutável, registro de artefatos e controle de mudanças integrado a ferramenta de Gestão de Serviços de TI.
E manter logs de depuração ativados permanentemente em produção para facilitar análise de incidentes, auditoria e acompanhamento.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um Técnico em Informática foi acionado para ajustar o servidor Apache hospedado em uma distribuição Linux que hospeda o portal institucional interno. Durante a verificação, constatou-se que o diretório e os arquivos do sistema estão corretamente configurados, porém o servidor não está processando arquivos .php , exibindo-os como texto puro no navegador.
Após confirmar que o módulo PHP já está instalado no sistema operacional, o técnico precisa habilitar o processamento de scripts PHP no Apache por meio da configuração adequada no arquivo httpd.conf (ou arquivo equivalente).

A linha de configuração tecnicamente correta para habilitar o módulo PHP no Apache é

A AddHandler apache php_module
B Listen 80 php_module
C EnableModule php_module on
D ServerName php_module modules/libphp.so
E LoadModule php_module modules/libphp.so
Órgão: Ministério Público de Alagoas Cargo: Técnico do Ministério Público - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - MPE AL - Técnico do Ministério Público - Área Tecnologia da Informação - 2026