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A cooperação entre o Brasil e a Agência Espacial Europeia (ESA) inclui iniciativas voltadas

A ao controle de satélites geoestacionários para comunicações militares.
B aos programas de observação do planeta Terra e à pesquisa climática.
C ao desenvolvimento conjunto de veículos lançadores tripulados.
D à criação de uma base lunar em parceria com os Estados europeus e com os Estados Unidos da América.
E à construção de um centro espacial conjunto na Amazônia.

O Brasil ratificou alguns tratados espaciais internacionais e, por meio deles, internalizou princípios fundamentais para a governança do tema via decretos executivos. Desses tratados, o que incentivou o país a estabelecer uma estrutura institucional para coordenar as atividades espaciais foi

A o Tratado de Montego Bay, que prevê a delimitação espacial sob jurisdição internacional.
B o Tratado sobre os princípios que regem as atividades dos Estados na exploração e no uso do espaço exterior, inclusive a Lua e outros corpos celestes.
C a Convenção sobre Responsabilidade Internacional por Danos Causados por Objetos Espaciais.
D o Acordo sobre o resgate de astronautas, o retorno de astronautas e a devolução de objetos lançados no espaço exterior.
E a Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados no Espaço Exterior.

O Brasil tem defendido, no âmbito internacional, políticas voltadas para a sustentabilidade no espaço. Nesse sentido, um dos principais temas defendidos pelo país é relativo

A à inclusão de um objetivo de desenvolvimento sustentável específico para a exploração espacial.
B à repartição de benefícios oriundos da exploração de recursos espaciais.
C à regulamentação das patentes decorrentes da exploração dos recursos espaciais.
D ao desenvolvimento de estações espaciais exclusivas para países em desenvolvimento.
E à elaboração de normas específicas sobre detritos espaciais.

Assinale a opção em que é corretamente apresentado o nome do primeiro satélite desenvolvido pelo Brasil que desempenhou um papel fundamental no monitoramento ambiental e na segurança alimentar.

A Sputnik
B Amazônia-1
C Voyager 1
D SGDC-1
E Hubble

O principal objetivo da Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados ao Espaço Exterior

( 1976 ), da qual o Brasil é signatário, é

A proibir lançamentos comerciais de satélites sem autorização da ONU.
B criar um banco de dados global para o rastreamento de objetos espaciais.
C estabelecer um sistema de pagamento de royalties pela exploração do espaço.
D garantir que apenas Estados-membros da ONU possam lançar satélites no espaço.
E regular a repartição de benefícios e de patentes relacionadas à exploração dos corpos celestes.
Texto associado
Texto CB1A1 Jeremy Bentham, filósofo e jurista que viveu na Inglaterra entre 1748 e 1832, foi o criador do utilitarismo como filosofia moral. Tal concepção surgiu em um período bastante específico, a era da razão. Bentham dirigiu suas críticas principalmente ao direito, tendo sido um vigoroso defensor da codificação das leis em um país que possui o sistema consuetudinário. A originalidade de suas críticas se forjava sob os auspícios da idade das luzes. Raoul Van Caenegem, historiador belga e renomado especialista no campo da história jurídica europeia, afirma, sobre o utilitarismo, que “O ponto de partida para a crítica de Bentham ao sistema inglês (que, em sua época, era substancialmente medieval) não foi o direito natural continental, mas sim uma ideia inteiramente original: o princípio da utilidade. Bentham não formulou axiomas nem deduziu normas do direito a partir deles; em vez disso, questionou a utilidade de cada conceito e norma jurídica, e o objetivo prático destes para o homem e a sociedade de sua época”. Segundo Caenegem, o princípio da utilidade pode ser definido como “o princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, ou seja, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”. O utilitarismo envolve uma ética adequadamente denominada de consequencialista, na medida em que requer que se avaliem, em cada caso concreto, os efeitos das ações, isto é, se as condutas são eticamente reprováveis a partir do critério da utilidade. Preconiza que as ações humanas devem seguir o princípio da utilidade, consistente na consideração da quantidade de prazer e de dor que as ações provocam nos indivíduos. As ações devem considerar todos os interesses, de maneira que nenhum contrainteresse seja desconsiderado ou tenha preponderância sobre outro. Além disso, o número de pessoas atingidas pelas ações é objeto de análise. Busca-se sempre promover a maior quantidade de prazer possível ao maior número de indivíduos, ao passo que se evita o desprazer em uma proporção inversa: há um paralelismo entre o prazer e o sofrimento para o inglês, de tal modo que a maximização de um significa proporcionalmente a minimização de outro. Internet: (com adaptações).

Com base no texto CB1A1, é correto afirmar que

A Jeremy Bentham se opunha à defesa dos interesses de minorias.
B Jeremy Bentham criou o utilitarismo com o intuito de reinstituir a moral na sociedade inglesa de sua época.
C Raoul Van Caenegem aperfeiçoou o conceito de utilitarismo criado por Bentham.
D Jeremy Bentham, por meio do utilitarismo, pôs em questão o sistema jurídico de sua época.
E Raoul Van Caenegem adaptou o princípio da utilidade de Bentham para que pudesse ser aplicado à sociedade moderna.
Texto associado
Texto CB1A1 Jeremy Bentham, filósofo e jurista que viveu na Inglaterra entre 1748 e 1832, foi o criador do utilitarismo como filosofia moral. Tal concepção surgiu em um período bastante específico, a era da razão. Bentham dirigiu suas críticas principalmente ao direito, tendo sido um vigoroso defensor da codificação das leis em um país que possui o sistema consuetudinário. A originalidade de suas críticas se forjava sob os auspícios da idade das luzes. Raoul Van Caenegem, historiador belga e renomado especialista no campo da história jurídica europeia, afirma, sobre o utilitarismo, que “O ponto de partida para a crítica de Bentham ao sistema inglês (que, em sua época, era substancialmente medieval) não foi o direito natural continental, mas sim uma ideia inteiramente original: o princípio da utilidade. Bentham não formulou axiomas nem deduziu normas do direito a partir deles; em vez disso, questionou a utilidade de cada conceito e norma jurídica, e o objetivo prático destes para o homem e a sociedade de sua época”. Segundo Caenegem, o princípio da utilidade pode ser definido como “o princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, ou seja, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”. O utilitarismo envolve uma ética adequadamente denominada de consequencialista, na medida em que requer que se avaliem, em cada caso concreto, os efeitos das ações, isto é, se as condutas são eticamente reprováveis a partir do critério da utilidade. Preconiza que as ações humanas devem seguir o princípio da utilidade, consistente na consideração da quantidade de prazer e de dor que as ações provocam nos indivíduos. As ações devem considerar todos os interesses, de maneira que nenhum contrainteresse seja desconsiderado ou tenha preponderância sobre outro. Além disso, o número de pessoas atingidas pelas ações é objeto de análise. Busca-se sempre promover a maior quantidade de prazer possível ao maior número de indivíduos, ao passo que se evita o desprazer em uma proporção inversa: há um paralelismo entre o prazer e o sofrimento para o inglês, de tal modo que a maximização de um significa proporcionalmente a minimização de outro. Internet: (com adaptações).

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto CB1A1 caso a expressão “na medida em que” (primeiro período do penúltimo parágrafo) fosse substituída por

A mas.
B por que.
C por isso.
D conquanto.
E uma vez que.

Acerca de estrutura e estratégia organizacionais, assinale a opção correta.

A Uma estrutura com baixa amplitude administrativa possui custos administrativos maiores, pela necessidade de haver mais chefes para menos subordinados.
B Na estrutura linear, cada subordinado reporta-se a vários chefes, cada um deles na sua área de atuação, não havendo, portanto, unidade de comando.
C Cada organização possui uma estrutura formal, representada por um organograma, e uma estrutura informal, que se estabelece de forma espontânea e que se extingue com o tempo.
D As estruturas organizacionais possuem os mesmos graus de centralização e descentralização.
E À medida que se sobe na estrutura organizacional, eleva-se a amplitude de controle.

A convergência entre a gestão pública e a gestão privada é caracterizada

A pelo poder de regular e gerar obrigações e pelos deveres para com a sociedade.
B pelo fato de as decisões levarem em consideração os interesses dos grupos mais diretamente afetados.
C pela supremacia do interesse público e pela obrigação da continuidade da prestação do serviço prestado.
D pela busca de lucro financeiro e pelas formas de garantir a sustentabilidade do negócio.
E pela busca de eficiência na utilização de recursos, de modo a maximizar resultados e minimizar desperdícios.

A respeito da excelência nos serviços públicos, assinale a opção correta.

A Despesas com a formação contínua de servidores devem ser evitadas para que se garanta investimentos em ações de aumento da qualidade dos serviços oferecidos ao público.
B Rotinas e atendimentos padronizados reduzem a qualidade do atendimento ao público.
C Transparência, participação social, eficiência e mudança de paradigmas são aspectos fundamentais para se obter a excelência nos serviços públicos.
D A implementação de mecanismos de avaliação dos servidores gera insatisfação e redução da qualidade dos serviços prestados.
E Ferramentas digitais, como aplicativos e portais, devem ser evitadas, pois geram dificuldades para os cidadãos, principalmente os idosos.