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De acordo com a visão baseada em recursos ( Resource-Based View - RBV), a vantagem competitiva sustentável deriva dos recursos internos da firma, quando estes

A são eficientes, do ponto de vista de custo, e de fácil e rápida substituição.
B não apresentam grande dificuldade de reposição, ainda que com maior custo.
C são passíveis de retenção no ciclo de vida de um projeto.
D não integram a estrutura interna e fixa da organização de forma permanente.
E são valiosos, raros, imperfeitamente imitáveis e organizados.

Na abordagem de mudança organizacional predicada por Kurt Lewin, o processo de mudança é estruturado em etapas, entre as quais a de "recongelamento", que corresponde à

A formalização das mudanças estritamente sob o aspecto normativo da organização.
B implementação imediata de novas rotinas, como forma de evitar resistência.
C etapa preliminar de ruptura das forças que mantêm a conjuntura organizacional.
D estabilização da mudança, que passa a constituir novo padrão na organização.
E adequação do quadro de pessoal, com desligamento dos colaboradores refratários.

No modelo de Gestão por Objetivos, conforme desenvolvido por Peter Drucker, a avaliação de desempenho é fundamentada

A na comparação entre colaboradores e subsequente ranqueamento.
B no grau de alcance de objetivos organizacionais previamente pactuados.
C na priorização de aspectos comportamentais, com foco nos valores da organização.
D em métricas eminentemente subjetivas, pautadas pela visão pessoal do avaliador.
E na autoavaliação e em feedbacks , buscando o ajuste de metas individuais.

Em contratos firmados com a Administração Pública, o direito do contratado à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro, segundo a Constituição Federal e a Lei nº 14.133/2021,

A constitui garantia de rentabilidade mínima fixada pela Administração no edital e no contrato, com base na qual foi formulada a proposta vencedora.
B assegura preservação do lucro estimado pelo contratado ao longo da execução, consistente na taxa interna de retorno (TIR) prevista em seu plano de negócios.
C assegura a recomposição da equação inicial entre encargos assumidos e retribuição pactuada, caso a Administração proceda à alteração unilateral que aumente tais encargos.
D importa vedação de compartilhamento de riscos entre as partes, cabendo à Administração suportar apenas os riscos ordinários do negócio.
E resulta na imutabilidade do preço global contratado e na impossibilidade de redução de quantitativos contratados, permitindo apenas ajustes em preços unitários.

Considere a seguinte hipótese:

Em um evento público na Capital de Mato Grosso do Sul foi montada uma panóplia posicionada no palco para receber as bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo, do Estado de Mato Grosso do Sul e do Munícipio de Campo Grande, como na ilustração abaixo.

Sendo correta a ordem de precedência das bandeiras em relação à plateia, os pavilhões têm a seguinte correspondência

A C — Bandeira Nacional, B — Bandeira de Mato Grosso do Sul, A — Bandeira do Estado de São Paulo e D — Bandeira do Município de Campo Grande.
B B - Bandeira Nacional, D — Bandeira de Mato Grosso do Sul, C — Bandeira do Estado de São Paulo e A — Bandeira do Município de Campo Grande.
C B — Bandeira Nacional, A — Bandeira de Mato Grosso do Sul, C — Bandeira do Estado de São Paulo e D — Bandeira do Município de Campo Grande.
D B — Bandeira Nacional, C — Bandeira de Mato Grosso do Sul, A — Bandeira do Estado de São Paulo e D — Bandeira do Município de Campo Grande.
E E — Bandeira Nacional, B — Bandeira de Mato Grosso do Sul, D — Bandeira do Estado de São Paulo e À — Bandeira do Município de Campo Grande.

De acordo com a Resolução n£65/2008, datada de 17 de dezembro de 2008, que aprovou o Regimento Interno da ALEMS, cabe à Mesa Diretora

A convidar o Deputado a retirar-se do recinto do Plenário, quando perturbar a ordem.
B propor privativamente à Assembleia a criação dos lugares necessários aos seus serviços administrativos.
C decidir soberanamente as questões de ordem e as reclamações ou atribuir ao Plenário a decisão.
D suspender as sessões sempre que julgar conveniente ao bom andamento técnico dos trabalhos.
E manter a ordem, fazer observar o Regimento e, quando julgar necessário, evacuar as galerias.

A organização administrativa descentralizada da Administração Pública pressupõe que podem integrá-la

A pessoas jurídicas de direito público com personalidade jurídica própria, como fundações, autarquias e empresas estatais prestadoras de serviço público, sem vínculo de hierarquia em relação à Administração Central.
B pessoas jurídicas de direito privado exploradoras de atividade econômica e prestadoras de serviço público, vinculadas hierarquicamente à Administração Central quando desempenham suas atividades sem finalidade lucrativa.
C pessoas jurídicas de direito público, com possibilidade de auferimento de receitas próprias, sujeitas a controle finalístico da Administração Central, à qual não se vinculam hierarquicamente.
D órgãos públicos como centros de competências e atribuições de interesse público, dotados de personalidade jurídica de direito público e, como tal, sujeitos à hierarquia da Administração Central.
E órgãos sem personalidade jurídica própria, mas autônomos, não sujeitos hierarquicamente à Administração Central.

O Regimento Interno da ALEMS, no título IV, trata dos diversos tipos de sessões. A esse respeito, as sessões

A preparatórias são convocadas para a análise de documentos que serão debatidos nas sessões ordinárias.
B extraordinárias têm quatro fases: Pequeno Expediente, Grande Expediente, Ordem do Dia e Explicação Pessoal.
C especiais são as realizadas para fins não compreendidos nos objetos das sessões extraordinárias.
D solenes acontecem em dias e horários fixados antecipadamente no Regimento.
E permanentes se destinam à vigilância por ocorrência de fato ou situação de gravidade.

Considere a seguinte hipótese:

Um Chefe de Cerimonial está reunindo alguns documentos significativos do momento histórico, que serão encerrados em uma uma que, posteriormente, será enterrada em um determinado local como parte de um evento. Faz parte desse tipo de cerimônia o convite para que a maior autoridade presente jogue a primeira pá de terra sobre a uma.

As etapas mencionadas fazem parte da cerimônia de

A inauguração de um prédio público.
B lançamento de Pedra Fundamental.
C demolição de um prédio histórico.
D leilão de um prédio público.
E inauguração de um mausoléu.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto seguinte.
A favor do tédio
Alguns livros recentes tratam dos malefícios de nossa constante vontade de encontrar diversões. Como sugere o título de um deles (O vício da distração), de Alex Pange, a vontade de se distrair seria uma forma de dependência. Também já li artigos de revista sobre "os surpreendentes benefícios do tédio".
Os livros não me pareceram imperdíveis. E os artigos nas revistas de grande circulação citam pesquisas por ouvir dizer. Mas tanto faz. O conjunto manifesta um novo clima segundo o qual a necessidade de sermos entretidos e estimulados continuamente não tornaria nossa vida mais rica e variada; ao contrário, é possível que essa disparidade empobreça nossa experiência.
Já foi dito por evolucionistas que a sorte de nossa espécie foi sua fraqueza: enquanto passávamos horas a fio escondidos e calados nos arbustos, esperando as feras passarem, a imobilidade e o tédio forçados produziriam o surgimento da consciência, do pensamento e da fantasia. Que tal aplicar essa hipótese no campo da educação? O que é mais "educativo" para as crianças? A diversão? Ou a chance de se entediar?
Umberto Eco atribui ao filósofo Benedetto Croce uma frase que ele cita com frequência: "O primeiro dever dos jovens é o de se tornar velhos". Esse slogan não tem como ser muito popular numa época em que o primeiro dever dos velhos é o de parecerem jovens. De fato, em nossa época os adultos não ajudam os jovens a envelhecer; eles preferem mantê-los na mesma criancice que eles desejam para si.
Certo, é preciso estimular as crianças para que elas se desenvolvam na interação com o mundo. Mas o problema é que, sem tédio maçante, ninguém, criança ou adulto, consegue inventar para si uma vida interior. E para que serve uma vida interior? Se forem pensamentos aos quais recorremos quando não temos nada para fazer, não é mais simples a gente se manter ocupado e não precisar da tal vida interior?
O problema é que há uma boa parte da vida exterior que, sem vida interior, é totalmente insossa. Se não acredita, tente se envolver com as artes, com as amizades ou com o sentimento amoroso levando apenas o ser que você tenha esvaziado. Mesmo entre outras espécies, há lições a observar. Os gatos, por exemplo, são ótimos administradores de seu tédio. Eles sabem se divertir muito bem, quando a ocasião se apresenta, mas também sabem não fazer nada com muita categoria. Nisso, eles batem os cachorros, que sempre parecem aliviados quando finalmente têm algo para fazer.
(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Aproveitar a vida e suas dores. São Paulo: Planeta, 2025, p. 159-162)

Está inteiramente adequada a pontuação da frase:

A O título O vício da distração de um livro de Alex Pange , é, ao mesmo tempo, sugestivo e provocador; porquanto contraria o senso comum; imperativo para tantos.
B Para estimular a vida interior na qual se desfruta o prazer das artes, é imprescindível que em certa medida o tédio crie seu espaço - aberto, para as cogitações.
C Tratando-se de um filósofo como Croce há que se estranhar esse seu apelo, para que os jovens logo se tornem velhos descuidando, pois, dos prazeres de sua idade.
D O tédio é uma deficiência do espírito, acreditam alguns; outros, como Alex Pange, combatem a obrigação da distração, na qual identificam mais um vício do que um prazer.
E É notório em nossa época, esse esforço que fazem os adultos, interessados que estão em estimular uma criancice generalizada - em vez de apressarem sua maturação.