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Considere que uma tabela, definida segundo o modelo relacional de dados, possui dados de pessoas físicas (chave primária: CPF). PESSOA ( CPF , nome, data-nascimento, email) O atributo RG (número do Registro Geral, principal documento de identificação de pessoas físicas no Brasil) precisa ser adicionado a essa tabela. Diante disso, uma vez adicionado o atributo RG, verifica-se que

A a chave primária da tabela passa a ser composta por CPF e RG.
B a tabela passará a ter duas chaves primárias.
C o atributo CPF continuará a ser a chave primária.
D o atributo RG precisa ser necessariamente definido como chave estrangeira.
E os domínios dos atributos CPF e RG precisam ser compatibilizados.

O Diagrama de Entidades e Relacionamentos (DER) é uma ferramenta bastante conhecida e útil para a modelagem conceitual dos dados que um determinado sistema de informação deve tratar. Em particular, os relacionamentos, representados por meio de losangos no DER, são utilizados para indicar que

A atributos de uma entidade têm uma relação mais forte entre si.
B atributos devem ser usados para identificar uma instância de uma entidade.
C dois, e apenas dois, relacionamentos estão relacionados entre si.
D duas ou mais entidades estão relacionadas entre si.
E entidades compartilham os mesmos atributos identificadores.

Considere que um dos estados do Brasil resolveu executar obras de infraestrutura em um de seus principais rios. Esse rio percorre um trajeto desde a serra até o mar, passando por 15 municípios desse estado. Todo o percurso do rio foi segmentado em trechos que recebem as obras. Cada trecho pode ter uma ou mais obras, uma obra é realizada em apenas um trecho e em apenas um município. As obras em questão podem demorar de seis meses a dois anos. Mensalmente, todas as obras são avaliadas quanto ao seu valor executado (no mês) comparado ao respectivo valor orçado (para despesas no mesmo mês). Foram criadas quatro tabelas segundo o modelo relacional de dados (as chaves primárias estão sublinhadas; as chaves estrangeiras estão indicadas pelo sinal @ no início do nome do atributo): OBRA ( ID-obra , @ município , @ trech o, @ mês , valor-orçado, valor-executado) MUNICÍPIO ( ID-município , nome, quantidade-habitantes, IDH) TRECHO ( ID-trecho , extensão-em-km) TEMPO ( ID-mês , mês-calendário, ano-calendário) Considere ainda os domínios de alguns atributos: MUNICÍPIO.quantidade-habitantes [1.000,10.000.000] TRECHO.extensão-em-km [10,1.000] TEMPO.mês-calendário [1,12] Por fim, considere as seguintes dependências funcionais (em que a notação A → B indica que A determina B): ID-município → quantidade-habitantes nome → IDH O modelo de dados apresentado com quatro tabelas, que implementa um modelo dimensional,

A está incorreto pois OBRA.mês indicado para TEMPO.mês-calendário.
B não permite o drill down município para os valores executados e orçados.
C possui uma tabela TRECHO que representa uma dimensão não aditiva.
D possui uma tabela fato (OBRA).
E é do tipo floco de neve.

Um dos indicadores mais utilizados para avaliação de políticas públicas em municípios brasileiros na área da saúde é a taxa de mortalidade infantil. Para essas políticas, também é importante acompanhar a quantidade de leitos hospitalares disponíveis. Considere três tabelas que representam um modelo dimensional: MUNICÍPIO ( ID-município , @ UF , @ mês , taxa-mortalidade-infantil, qtd-leitos) TEMPO ( ID-mês , mês-calendário, ano-calendário) ESTADO ( sigla , nome, região) Esse modelo dimensional permite apresentar de um estado da federação, em um dos meses cadastrados, a

A divisão da quantidade de leitos pela taxa de mortalidade infantil.
B divisão da taxa de mortalidade infantil pela quantidade de leitos.
C média da taxa de mortalidade infantil.
D soma da taxa de mortalidade infantil.
E soma da quantidade de leitos.

Um data lake é um repositório que pode armazenar grandes volumes de dados e de conjuntos de dados, sejam eles estruturados, semiestruturados ou não estruturados. Um dos aspectos-chave de um data lake são os seus metadados, que

A devem seguir o padrão American National Standards Institute (ANSI) já consagrado para metadados de data lakes.
B descrevem completa e corretamente todos os dados persistidos.
C precisam ser definidos antes da ingestão de dados.
D podem ser consultados por meio do “information schema”.
E podem ser parcialmente descobertos de forma automática.

Um dos aspectos que estão no escopo da governança de dados é a governança sobre a qualidade de dados. Uma das características do monitoramento da qualidade dos dados utilizados por uma organização é que esse monitoramento

A ajuda na interoperabilidade de dados.
B deve ser realizado apenas quando houver evidências de que alguma tomada de decisão com base em dados foi tomada incorretamente.
C permite melhorar o controle do acesso aos dados.
D pode ser realizado apenas a cada dez anos.
E requer a produção de indicadores, de modo a orientar a definição e a implementação de ações corretivas.

Considere um modelo conceitual representado por meio de um Diagrama de Entidades e Relacionamentos (DER) em que há uma entidade denominada PRÉDIO. Nesse contexto, um prédio pode ser de uso exclusivamente residencial, exclusivamente comercial, de uso misto (residencial e comercial), e apenas isso. No DER, a entidade PRÉDIO foi corretamente especializada em duas outras: RESIDENCIAL e COMERCIAL. Sendo assim, nesse DER, as duas especializações são

A totais e sobrepostas
B totais e parciais
C totais e disjuntas
D parciais e sobrepostas
E parciais e disjuntas

No contexto de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD), é possível definir o nível de isolamento de uma transação por meio do comando SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL. Há vários níveis de isolamento possíveis. Entre tais níveis encontra-se o SERIALIZABLE, que

A configura o SGBD para modo de leitura de todas as suas tabelas.
B define que apenas uma transação será executada por vez pelo SGBD.
C garante o mais alto nível possível de isolamento de uma transação.
D permite a serialização de objetos JSON em uma transação.
E prepara uma transação W para enviar dados a outra transação Y.

No momento da criação de uma tabela em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD), por meio do comando CREATE TABLE, definem-se regras para o controle de integridade e para a garantia de qualidade dos dados dessa tabela. Considere que W e Y são duas tabelas. A é um atributo de W, e B é um atributo de Y. Foi criada corretamente uma cláusula CHECK no atributo A. Essa cláusula permite verificar se o atributo A

A tem valor único em todas as linhas da tabela W.
B tem valor maior ou igual a zero.
C tem valor existente em uma ou mais linhas da tabela Y na coluna B.
D inviabiliza o acesso a alguma linha da tabela Y.
E está preenchido com algum valor ou não.

Um usuário de um sistema operacional encontra-se diante de uma situação de deadlock nas seguintes condições: • o processo W precisa de recursos concedidos previamente a um outro processo Y, que os está utilizando; • o processo W não pode “tomar à força” esses recursos, ou seja, só pode utilizá-los se o processo Y, que os retém, liberá-los; • o processo Y não libera esses recursos, e isso não permite a operação do processo W, sendo que essa situação paralisa o sistema operacional. Nesse caso, trata-se da condição de ocorrência de deadlock de

A acesso condicional
B espera circular
C exclusão mútua
D não preempção
E posse e espera