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Considere as informações a seguir sobre a Câmara Municipal de Vereadores de Cabo de Santo Agostinho. Em 30 de janeiro de 2018, ocorreu empenho de despesa de capital no valor de R$ 5.000,00 para a aquisição de um computador. A despesa foi liquidada em 01 de março de 2018, pelo valor total empenhado. Nessa mesma data, foi entregue o computador pelo fornecedor, sendo colocado em uso. O pagamento da despesa de capital foi realizado em 10 de março de 2018, pelo valor total empenhado. Sabe-se que a vida útil econômica e o valor residual do computar foram estimados, respectivamente, em 05 anos e R$ 500,00. Em 31/12/2018, após o reconhecimento da variação patrimonial diminutiva com a depreciação referente ao exercício financeiro de 2018, a Câmara Municipal de Vereadores de Cabo de Santo Agostinho realizou o teste de redução ao valor recuperável do computador e verificou que o seu valor em uso era R$ 4.000,00 e o seu valor justo líquido de despesas de venda era R$ 3.900,00. Além disso, sabe-se que essa câmara utiliza o método das cotas constantes para o cálculo da depreciação. Com base nessas informações, qual foi, em reais, o valor total da variação patrimonial diminutiva reconhecida em 31/12/2018 pela Câmara Municipal de Vereadores de Cabo de Santo Agostinho, referente ao computador?

A 500,00.
B 1.000,00.
C 950,00.
D 750,00.
Texto associado
Uma breve história das cadeiras para escritório Com a escalada da Revolução Industrial e a sociedade menos agrária, surgiu nas empresas a necessidade de ambientes de trabalho equipados com ferramentas para as novas rotinas nos escritórios. Neste cenário, era preciso acomodar em cadeiras quem trabalhava por horas sentado. Nasce uma combinação de forma e função em prol dos funcionários.

Os historiadores afirmam que a primeira cadeira de escritório pode ser rastreada até Júlio César. O imperador romano conduziria negócios oficiais sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto outros líderes, magistrados e sacerdotes também usavam esta cadeira, César finalmente distinguiu sua cadeira levando-a aonde quer que fosse. Sua cadeira de “escritório” dourada o acompanhava em viagens, ao lado de sua coroa e outros objetos de valor.

Ao longo do tempo, a cadeira de escritório passou a ter objetivos mais utilitários. No início de 1800, com as viagens de trem tornando-se cada vez mais comuns, os vagões foram equipados com as Poltronas Centripetais de Primavera, projetadas por Thomas E. Warren. Como estas viagens eram uma forma das empresas expandirem seus territórios, o uso de uma cadeira de trabalho adequada permitia que os funcionários completassem suas tarefas administrativas em trânsito. Diante da crescente importância, a cadeira Centripetal foi equipada com molas de assento para ajudar a absorver os solavancos das viagens e permitir que os negócios continuassem nos trilhos, no duplo sentido da frase.

Nos anos que antecederam a Revolução Industrial, as cadeiras de escritório passam a ser usadas como ferramentas de produtividade. Despertou-se o uso consciente dos ambientes de escritório e a necessidade de se trabalhar por mais horas. A cadeira de escritório foi então fundamental para acomodações mais confortáveis, para que os trabalhadores experimentassem menos cansaço ao longo do dia. […]

No entanto, na década de 20, associava-se preguiça ao ato de sentar confortavelmente e era comum ver pessoas trabalhando em fábricas usando bancos sem encosto. Reagindo às reclamações de queda de produtividade e doença, particularmente entre as mulheres que já eram uma presença crescente na força de trabalho, uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma cadeira giratória com encosto curvo que poderia ser ajustado à estatura de cada trabalhador. […]

Nos anos seguintes surgiram muitas outras cadeiras emblemáticas e produtos tidos como referência de design, conforto e imponência, que fazem parte da história e ainda podem ser vistos no portfólio das empresas. No entanto, é difícil definir uma maneira acordada de medir o sucesso de uma cadeira. Cadeiras de escritório são utilizadas para fins profissionais e as demandas das empresas devem sim ser equacionadas levando-se em conta ergonomia, durabilidade e design, mas também o peso relevante da relação custo-benefício dos produtos.

No terceiro milênio, as cadeiras continuam a evoluir, porém com uma nova característica de serem acessíveis aos orçamentos enxutos das organizações. Hoje é possível se ter produtos ergonomicamente adequados, com conforto e design, sem necessariamente ter que fazer investimentos como já vistos no rol restrito de produtos do passado. Adaptado de: Acesso em: 30 out. 2019.

Assinale a alternativa em que o uso da vírgula tenha função diferente da vírgula utilizada em “Ao longo do tempo, a cadeira de escritório passou a ter objetivos mais utilitários.”.

A “Neste cenário, era preciso acomodar em cadeiras quem trabalhava por horas sentado.”
B “[…] na década de 20, associava-se preguiça ao ato de sentar confortavelmente [...]”.
C “No início de 1800, [...] os vagões foram equipados com as Poltronas Centripetais de Primavera [...]”.
D “Hoje é possível se ter produtos ergonomicamente adequados, com conforto e design [...]”.
Texto associado
Insignificâncias indomáveis
Carla Dias

Eu tenho medo de lagartixa e de atravessar rua quando o sinal está vermelho, ainda que não haja carros por perto. Meu medo é um algo estupendo, com suas pequenas armadilhas. Faz com que eu tema a alegria, enquanto me preencho de coragem ao lidar com desesperos indeléveis.

Eu tenho medo de errar a palavra, de sair a outra, a mais torta, a menos a ver com o que eu, de fato, gostaria de dizer. E ainda tem o tom... sou desprovida de talento, quando dele depende o tudo do momento. Aquela coisa de a voz sair rascante, de se entregar à possibilidade de se aventurar no impossível, envergonhando-se dessa ousadia no segundo seguinte. Envergonhamento feroz é este. (...)

Tenho medo reverberante de nunca chegar. Não a um lugar, a um destino. Falo sobre chegar ao ser invadida pelo pertencimento. Zerar a ansiedade desconcertante de não ter sido escolhida pela sensação plena de estar onde, tornar-se quem.

Há quem diga que meus medos são banalidades travestidas de tragédias. Há os que não suportam meus dramas, de tão ridículos os tantos lhes parecem. Contudo, tenho certa dificuldade em compreender a irrelevância de se sentir deslocada no tempo e no espaço, desprovida de identidade, além daquela criada para atender à necessidade de tocar a vida, sem direito a toque que não seja o de recolher-se na própria impotência de provocar o movimento. Estagnar-se em conluio com um adiantamento robusto de arrependimentos.

Meus dramas, essas insignificâncias indomáveis, embebidas em esperança desmilinguida de, dia desses, a vida me oferecer e entregar o oferecido. Que susto será! Que prazer de curar azedumes! Que loucura eficaz!

Reviravoltas constantes me deixam com desejo aguçado de parar à porta da insanidade, para observar obsoletos santos sendo pessoas em busca de pessoas para conversar sobre seus desvios de conduta, ao se proclamarem heróis, enquanto comentem suas covardias e benevolências. Falar mal, fazer bem, desacreditar para então identificar o que vale a pena. Amar... odiar... amar odiar. Odiar a mando do tempo perdido com o vazio. Mas que o ser humano é de uma incoerência que encanta, enquanto aflige. (...)

A mente tem seus truques, e como ótima equilibrista de absurdos que é, acontece de ela projetar na nossa história uma proteção que acaba por se mostrar precipício. Então, há vezes em que ela se desapega de nós, inventando uma realidade alternativa na qual nos enveredarmos, feito o filme que assisti, sobre a mente de um homem mudando todo o enredo do ocorrido, a fim de protegê-lo do impossível que ele acabara de cometer. Sim, ela também comete benevolência, improváveis realizações, descobertas necessárias. Sim, ela tem seu lado sórdido. A mente me mete medo. Ainda assim, é ela que mais me fascina.

Não a minha, que dela eu nunca vou saber ao certo. A tal vai seguir os seus delírios e, talvez, eu nem me dê conta da existência deles ou venha a saber quais provocações eles lideraram. A do outro... A mente que para mim é mistério, que me provoca a curiosidade sobre o que não sou ou penso. Sobre as versões do que conheço.

Basta um espaço que a mente injeta na certeza para se construir aquela pausa onde moram frágeis pontes que conectam improváveis, porém compatíveis buscas. Tenho medo de viver busca que é tempo perdido disfarçado de exuberante conquista.

É ali, no limiar das suas agonias, que eu me esparramo. Meu corpo vibra buscas e medos e perdas e fantasias. Minha mente diz que não tenho saída. Permaneço. Meu sentimento diz que minha mente mente. Fujo. Meu medo, ah, meu medo... Ele me coloca cara a cara com a vida. Vivo.

Adaptado de: . Acesso em: 17 nov. 2019.

Considerando o conteúdo e a linguagem do texto apresentado, é possível afirmar que se trata de

A um artigo de opinião, que critica a sociedade por não ter coragem de arriscar, deixando de viver muitas experiências.
B um relato autobiográfico, em que o narrador conta eventos vividos em sua trajetória de vida.
C uma crônica, na qual se parte de um assunto banal, como sentir medo, a fim de fazer uma reflexão sobre o comportamento humano.
D uma narrativa poética, na qual se faz uso da linguagem denotativa para refletir sobre a capacidade que as pessoas têm de lidar com o medo no dia a dia.

Assinale a alternativa INCORRETA segundo as normas da CLT.

A A testemunha que for parente até o terceiro grau civil, amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes não prestará compromisso e seu depoimento valerá como simples informação.
B No procedimento sumaríssimo, as testemunhas, até o máximo de duas para cada parte, comparecerão à audiência de instrução e julgamento independentemente de intimação.
C A interposição de recurso para o Supremo Tribunal Federal prejudica a execução do julgado.
D Da decisão denegatória dos embargos caberá agravo, no prazo de 8 (oito) dias.

O atendimento ao público requer conhecimentos, atitudes e comportamentos que devem estar perfeitamente integrados para que traduzam, de forma natural e genuína, um atendimento de qualidade. Assinale a alternativa que apresenta o aspecto do atendimento que engloba o modo como o indivíduo inclina o corpo ou a face, a sua posição das mãos e dos pés, o sorriso na face e o modo como se mexe e anda.

A Aparência.
B Vitalidade.
C Disponibilidade.
D Expressão corporal.
Texto associado
Insignificâncias indomáveis
Carla Dias

Eu tenho medo de lagartixa e de atravessar rua quando o sinal está vermelho, ainda que não haja carros por perto. Meu medo é um algo estupendo, com suas pequenas armadilhas. Faz com que eu tema a alegria, enquanto me preencho de coragem ao lidar com desesperos indeléveis.

Eu tenho medo de errar a palavra, de sair a outra, a mais torta, a menos a ver com o que eu, de fato, gostaria de dizer. E ainda tem o tom... sou desprovida de talento, quando dele depende o tudo do momento. Aquela coisa de a voz sair rascante, de se entregar à possibilidade de se aventurar no impossível, envergonhando-se dessa ousadia no segundo seguinte. Envergonhamento feroz é este. (...)

Tenho medo reverberante de nunca chegar. Não a um lugar, a um destino. Falo sobre chegar ao ser invadida pelo pertencimento. Zerar a ansiedade desconcertante de não ter sido escolhida pela sensação plena de estar onde, tornar-se quem.

Há quem diga que meus medos são banalidades travestidas de tragédias. Há os que não suportam meus dramas, de tão ridículos os tantos lhes parecem. Contudo, tenho certa dificuldade em compreender a irrelevância de se sentir deslocada no tempo e no espaço, desprovida de identidade, além daquela criada para atender à necessidade de tocar a vida, sem direito a toque que não seja o de recolher-se na própria impotência de provocar o movimento. Estagnar-se em conluio com um adiantamento robusto de arrependimentos.

Meus dramas, essas insignificâncias indomáveis, embebidas em esperança desmilinguida de, dia desses, a vida me oferecer e entregar o oferecido. Que susto será! Que prazer de curar azedumes! Que loucura eficaz!

Reviravoltas constantes me deixam com desejo aguçado de parar à porta da insanidade, para observar obsoletos santos sendo pessoas em busca de pessoas para conversar sobre seus desvios de conduta, ao se proclamarem heróis, enquanto comentem suas covardias e benevolências. Falar mal, fazer bem, desacreditar para então identificar o que vale a pena. Amar... odiar... amar odiar. Odiar a mando do tempo perdido com o vazio. Mas que o ser humano é de uma incoerência que encanta, enquanto aflige. (...)

A mente tem seus truques, e como ótima equilibrista de absurdos que é, acontece de ela projetar na nossa história uma proteção que acaba por se mostrar precipício. Então, há vezes em que ela se desapega de nós, inventando uma realidade alternativa na qual nos enveredarmos, feito o filme que assisti, sobre a mente de um homem mudando todo o enredo do ocorrido, a fim de protegê-lo do impossível que ele acabara de cometer. Sim, ela também comete benevolência, improváveis realizações, descobertas necessárias. Sim, ela tem seu lado sórdido. A mente me mete medo. Ainda assim, é ela que mais me fascina.

Não a minha, que dela eu nunca vou saber ao certo. A tal vai seguir os seus delírios e, talvez, eu nem me dê conta da existência deles ou venha a saber quais provocações eles lideraram. A do outro... A mente que para mim é mistério, que me provoca a curiosidade sobre o que não sou ou penso. Sobre as versões do que conheço.

Basta um espaço que a mente injeta na certeza para se construir aquela pausa onde moram frágeis pontes que conectam improváveis, porém compatíveis buscas. Tenho medo de viver busca que é tempo perdido disfarçado de exuberante conquista.

É ali, no limiar das suas agonias, que eu me esparramo. Meu corpo vibra buscas e medos e perdas e fantasias. Minha mente diz que não tenho saída. Permaneço. Meu sentimento diz que minha mente mente. Fujo. Meu medo, ah, meu medo... Ele me coloca cara a cara com a vida. Vivo.

Adaptado de: . Acesso em: 17 nov. 2019.

O termo destacado em: “Ainda assim, é ela que mais me fascina.” é

A uma conjunção, pois une duas orações.
B um pronome relativo, que poderia ser substituído por “quem”.
C um pronome indefinido, que poderia ser substituído por “a qual”.
D uma conjunção, pois substitui o termo anterior, “ela”.

Sobre as Demonstrações Financeiras, segundo a Lei nº 6.404/1976 e suas alterações, é correto afirmar que

A as companhias fechadas observarão, ainda, as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e serão obrigatoriamente submetidas à auditoria por auditores independentes nela registrados.
B as companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais), não serão obrigadas à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa.
C as demonstrações financeiras serão assinadas somente pelos administradores e por contadores legalmente habilitados.
D as companhias abertas e fechadas deverão elaborar e publicar a Demonstração do Valor Adicionado (DVA).

Um vendedor de calçados tinha como meta vender 50 pares de calçados por semana nas próximas quatro semanas. Ao final desse período, a loja lhe deu um prêmio por ter cumprido 200% da sua meta. Diante do exposto, é correto afirmar que

A o vendedor vendeu 100 pares de calçados.
B o vendedor vendeu 200 pares de calçados.
C não é possível o vendedor ter vendido mais de 100% de sua meta.
D o vendedor vendeu o dobro de sua meta inicial.

O vírus de computador conhecido como MELISSA, que foi mundialmente disseminado através de anexo de e-mail, tratava-se de

A um ransomware, que criptografava os arquivos de banco de dados e os hackers exigiam dinheiro em troca de sua liberação.
B um cavalo de troia, que permitia o acesso remoto dos computadores infectados.
C um vírus de macro, que infectava documentos do Word.
D um adware, que instalava automaticamente anúncios indesejáveis nos navegadores dos computadores infectados.