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Referente aos bens públicos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) INCORRETA(S).

I. Os edifícios em que se encontram sediados o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na Praça da Sé, e o Fórum João Mendes Júnior, na Praça João Mendes, são bens de uso especial, pertencentes à Fazenda do Estado, afetados ao uso do Poder Judiciário.
II. Os bens de uso comum do povo não perdem essa característica se o Estado regulamentar sua utilização de maneira onerosa.
III. Os terrenos e edifícios usados pelo próprio Estado para execução de serviço público especial são considerados bens de uso geral ou uso comum do povo, na medida em que a acessibilidade a eles se dá por meio da utilização universal, por toda a população, com livre trânsito em suas dependências.

A I, II e III.
B II e III.
C I e III.
D Apenas II.
E Apenas III.

Em um zoológico, quatro jaulas numeradas de 1 a 4 são ocupadas por 4 leões. O leão Cássio ocupa a jaula 2. Bernardo não ocupa a primeira nem a última jaula. Dário não ocupa a jaula 1. A partir dessas informações e sabendo que o nome do outro leão é Arlindo, é correto afirmar que

A Dário ocupa a jaula 3.
B Arlindo ocupa a jaula 1.
C Bernardo ocupa a jaula 4.
D Arlindo ocupa a jaula 3.
E dois leões ocupam a mesma jaula.

Referente à nacionalidade, considere os cargos a seguir:

1. Presidente e Vice-Presidente da República.
2. Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
3. Ministro do Supremo Tribunal Federal.
4. Ministro da Justiça.
5. Ministro de Estado da Defesa.
6. Oficial das Forças Armadas.

Considerando os cargos mencionados, assinale a alternativa que apresenta apenas cargos privativos destinados a brasileiros natos.

A Opções 1, 2, 3 e 4.
B Opções 2, 3, 5 e 6.
C Opções 1, 3, 5 e 6.
D Opções 2, 3, 4 e 5.
E Todas as opções.

O conjunto dos arquivos de valor
permanente, públicos ou privados,
existentes no âmbito de uma nação,
de um estado ou de um município,
denomina-se

A Memória Institucional.
B Jurisdição Arquivística.
C Memória Documental.
D Patrimônio Arquivístico.
E Patrimônio Memorial.

Aline, Beatriz e Carina fizeram suas
provas de Matemática, Português e
Química, ao final do ano da escola, todas
no mesmo dia. Aline teve somente uma
reprovação. Beatriz reprovou na mesma
matéria que Aline, mas foi aprovada
em Português. Todas foram aprovadas
em Matemática. Carina teve duas
reprovações. A partir dessas afirmações,
é correto concluir que

A Aline e Beatriz foram reprovadas em
Português.
B Carina teve duas aprovações.
C Beatriz foi aprovada em Química.
D Aline foi aprovada em Português.
E Beatriz teve o mesmo número de
reprovações que Carina.
Texto associado
Oh! Minas Gerais

O irresistível sotaque dos mineiros me encanta.

Sei que deveria ir mais a Minas Gerais do que vou, umas duas, três vezes ao ano. Pra rever meus parentes, meus amigos, pra não perder o sotaque.
Sotaque que, acho eu, fui perdendo ao longo dos anos, desde aquele 1973, quando abandonei Belo Horizonte pra ir morar a mais de dez mil quilômetros de lá.
Senti isso quando, outro dia, pousei no aeroporto de Uberlândia e fui direto na lanchonete comer um pão de queijo que, fora de brincadeira, é mesmo o mais gostoso do mundo.
- Cê qué qui eu isquento um tiquinho procê?
Foi assim que a mocinha me recebeu, quase de braços abertos, como se fosse uma amiga íntima de longo tempo.
Sei não, mas eu acho que o sotaque mineiro aumentou – e muito – desde que parti. Quando peguei o primeiro avião com destino à felicidade, todos chamavam o centro de Belo Horizonte de cidade. O trólebus subia a Rua da Bahia, as pessoas tomavam Guarapan, andavam de Opala, ouviam Fagner cantando Manera Fru Fru , Manera, chamavam acidente de trombada e a polícia de Radio Patrulha.
Como pode, meu filho mais velho, que nasceu tão longe de Beagá, e, que hoje mora lá, me ligar e perguntar:
- E ai pai, tudo jóia, tudo massa?
A repórter Helena de Grammont, quando ainda trabalhava no Show da Vida, voltou encantada de lá e veio logo me perguntar se o sotaque mineiro era mesmo assim ou se estavam brincando com ela. Helena estava no carro da Globo, procurando um endereço perto de Belo Horizonte, quando perguntou para um guarda de trânsito se ele poderia ajudá-la. A resposta veio de imediato.
- Cê ségui essa istrada toda vida e quando acabá o piche, cê quebra pra lá e continua siguino toda vida!
Já virou folclore esse negócio de mineiro engolir parte das palavras. Debaixo da cama é badacama , conforme for é confórfô , quilo de carne é kidicarne , muito magro é magrilin , atrás da porta é trádaporta , ponto de ônibus é pôndions , litro de leite é lidileiti , massa de tomate é mastumati e tira isso daí é tirisdaí .
Isso é verdade. Um garoto que mora em São Paulo foi a Minas Gerais e voltou com essa: Lá deve ser muito mais fácil aprender o português porque as palavras são muito mais curtas.
Mineiro quando para num sinal de trânsito, se está vermelho, ele pensa: Péra . Se pisca o amarelo: Prestenção . Quando vem o verde: Podií .
Mas não é só esse sotaque delicioso que o mineiro carrega dentro dele. Carrega também um jeitinho de ser.
A Gabi, amiga nossa mineira, que mora em São Paulo há anos, toda vez que vem, aqui em casa, chega com um balaio de casos de Minas Gerais.
Da última vez que foi a Minas, ela viu na mesa de café da tia Teresa uma capinha de crochê, cobrindo a embalagem do adoçante. Achou aquilo uma graça e comentou com a tia prendada. Pra quê? Tem dias que Teresa não dorme, preocupada querendo saber qual é a marca do adoçante que a Gabi usa, pra ela fazer uma capinha igual, já que ela gostou tanto. Chega a ligar interurbano pra São Paulo:
- Num isquéci de mi falá a marca do seu adoçante não, preu fazê a capinha de crocrê procê...
Coisa de mineiro.
Bastou ela contar essa história que a Catia, outra amiga mineira – e praticante – que estava aqui em casa também, contar a história de um doce de banana divino que comeu na casa da mãe, dona Ita, a última vez que foi lá. Depois de todos elogiarem aquele doce que merecia ser comido de joelhos, ela revelou o segredo:
- Cês criditam que eu vi um cacho de banana madurin, bonzin ainda, no lixo do vizinho, e pensei: Genti, num podêmo dispidiçá não!
Mais de quarenta anos depois de ter deixado minha terra querida, o jeito mineiro de ser me encanta e cada vez mais.
Quer saber o que é ser mineiro? No final dos anos 80, quando o meu primeiro casamento se acabou, minha mãe, que era uma mineira cem por cento, queria saber se eu já “tinha outra”, como se diz lá em Minas Gerais. Um dia, cedo ainda, ela me telefonou e, ao invés de perguntar assim, na lata, se eu já tinha um novo amor, usou seu modo bem mineiro de ser:
- Eu tava pensâno em comprá um jogo de cama procê, mas tô aqui sem sabê. Sua cama nova é di casal ou di soltero?

ADAPTADO. VILLAS, Alberto. Oh! Minas Gerais. In: Carta Capital. Publicado em 10 fev. 2017. Disponível em https://www.cartacapital.com. br/cultura/oh-minas-gerais.

No excerto “A repórter Helena de Grammont, quando ainda trabalhava no Show da Vida, voltou encantada de lá e veio logo me perguntar se o sotaque mineiro era mesmo assim ou se estavam brincando com ela”, a palavra destacada expressa a noção semântica de

A consequência.
B proporção.
C condição.
D ênfase.
E comparação.
Texto associado
Texto 2: questões de 10 a 13

A metamorfose é a mais célebre novela de Franz Kafka e uma das mais importantes de toda a história da literatura. Sem a menor cerimônia, o texto coloca o leitor diante de um caixeiro-viajante - o famoso Gregor Samsa - transformado em inseto monstruoso. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa o inverossímil e o senso de humor ao que é trágico, grotesco e cruel na condição humana - tudo no estilo transparente e perfeito desse mestre inconfundível da ficção universal.

Texto não assinado, presente na quarta capa do livro A metamorfose.

Assinale a alternativa em que a função sintática do termo destacado esteja adequada.

A “A metamorfose é a mais célebre novela de Franz Kafka [...]” – predicativo do sujeito.
B “[...] uma das mais importantes de toda a história da literatura .” – adjunto adverbial.
C “[...] um caixeiro-viajante - o famoso Gregor Samsa [...]” – aposto.
D “[...] a história é narrada com um realismo inesperado [...]” – agente da passiva.
E “[...] mestre inconfundível da ficção universal .” – adjunto adnominal.

No excerto “[…] ela me telefonou e, ao invés de perguntar assim, na lata , se eu já tinha um novo amor [...]”, a expressão destacada expressa a figura de linguagem denominada

A pleonasmo.
B prosopopeia.
C metonímia.
D hipérbole.
E metáfora.

No que diz respeito à Gestão de Materiais, entende-se que são objetivos da Administração, EXCETO

A o suprimento nas quantidades necessárias.
B a prática de preços econômicos.
C o local de armazenamento apropriado.
D o armazenamento da maneira correta.
E os estoques maximizados.