Uma breve história das
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .
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9.793 questões
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6.013 questões
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4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
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2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
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203 questões
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48 questões
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48 questões
CETRO
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111 questões encontradas
Em uma situação de pane total ou parcial do sistema de áudio, o técnico de som deve
Segundo o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, caso a conta não esteja detalhada até o quarto nível e seja necessário utilizar o 5º nível (subtítulo), o ente público poderá utilizar o dígito
Não há dúvidas de que a imagem é o patrimônio mais valioso de qualquer corporação e a responsável pela construção dessa imagem corporativa é a comunicação. Com base nessa premissa, assinale a alternativa INCORRETA.
No que concerne à reavaliação do ativo imobilizado nas entidades do setor público, assinale a alternativa INCORRETA.
Na organização do trabalho, há três princípios básicos que proporcionam vantagens em sua aplicação. São eles:
A empresa Cabo de Santo Agostinho S.A. apresentou os seguintes saldos no fim do exercício
de 2018:
Gastos na emissão de ações
R$ 7.000,00
Duplicatas descontadas
R$ 5.000,00
Despesas antecipadas
R$ 12.000,00
Capital social a integralizar
R$ 10.000,00
Ações em tesouraria
R$ 3.000,00
Custo de transação a apropriar
R$ 1.000,00
Adiantamento de clientes
R$ 2.000,00
Perda estimada para redução ao valor recuperável
R$ 3.000,00
Ajuste a valor presente de cliente
R$ 8.000,00
Encargos financeiros a transcorrer
R$ 1.000,00
Ajustes de avaliação patrimonial positivo
R$ 3.500,00
Com base nas informações evidenciadas, essa empresa apresentará um saldo total das contas credoras no valor de
Texto associado
No período “Nasce uma combinação
de forma e função em prol dos
funcionários.”, ocorre uma figura de
linguagem denominada
Texto associado
Uma breve história das
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .