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Nas alternativas a seguir foram selecionadas algumas palavras do texto e apresentadas justificativas para a presença do acento. Assinale a única correta.

A “Após” é acentuada, pois é uma oxítona terminada em “o” seguido de “s”.
B A palavra "já" é acentuada por ser uma oxítona terminada em "a".
C "Países" é acentuada por ser uma paroxítona terminada em "e" seguido de "s".
D Em "é", o acento é diferencial, ou seja, aparece para diferenciar o verbo da conjunção "e".

Sobre a colocação pronominal, as alternativas a seguir contêm justificativas ou análises sobre a forma como os pronomes foram empregados. Assinale a correta.

A Em: ?Quem deveria me dizer qual a forma correta admite duas formas? a mesóclise seria a forma correta para empregar o pronome, pois o verbo está no futuro do pretérito.
B Em: ?Pedem-me budget e eu penso na antiga, sólida e útil palavra orçamento? a próclise empregada é a única forma correta.
C Em: ?Surgem ?adevogados?, trocam-se ?pineus? e o monstro verde irritadiço é o incrível ?Hulki?.?, a ênclise está correta, mas a próclise também poderia ser empregada sem prejuízo à correção.
D Em: ?Esperneiam gramáticos, exasperam-se puristas, descabelam-se professores? a ênclise empregada, nas duas ocorrências, é obrigatória.

Assinale o erro de concordância nominal:

A Foram precisas muitas horas de trabalho para concluir o relatório.
B As responsáveis pelo projeto afirmaram que ficaram muito obrigadas à comunidade.
C A porta estava todo aberta quando a secretária, ainda meia confusa, chegou.
D Já era meio-dia e meia quando ela percebeu meio desconfiada a presença de alguém.

Em relação a revogação ou anulação de procedimento licitatório indique as alternativas corretas:

I. No caso do desfazimento do procedimento licitatório, o contraditório e a ampla defesa devem ser assegurados antes da prática do ato de revogação ou anulação, sob pena de ilegalidade do próprio ato.

II. A revogação da licitação, quando antecedente da homologação e adjudicação, é perfeitamente pertinente e não enseja contraditório.

III. A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulála por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.

A Todas as alternativas estão corretas.
B Apenas a alternativa III está correta.
C Apenas as alternativas I e III estão corretas.
D Apenas as alternativas I e II estão corretas.

A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. Portanto, é vedado aos agentes públicos:

A As margens de preferência por produto, serviço, grupo de produtos ou grupo de serviços, a que se referem os §§ 5o e 7º do artigo 3º da Lei 8.666/93 serão definidas pelo Poder Executivo federal, não podendo a soma delas ultrapassar o montante de 65% (vinte e cinco por cento) sobre o preço dos produtos manufaturados e serviços estrangeiros.
B Admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo, inclusive nos casos de sociedades cooperativas, e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato, ressalvado o disposto nos §§ 5o a 12 do artigo 3º da Lei 8.666/93.
C Tratamento igualitário nas licitações de natureza comercial, legal, trabalhista, previdenciária ou qualquer outra, entre empresas brasileiras e estrangeiras.
D A licitação será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público apenas a leitura do edital de licitação, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

O administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório, mesmo que em benefício da própria Administração. Isso trata-se em relação a Lei de Licitação de um(a):

A Objetivo.
B Princípio.
C Objeto.
D Finalidade.

Hely Lopes Meirelles, grande jurista e doutrinador do direito administrativo, ao afirmar: ?...a regra é universal: quem gere dinheiro público ou administra bens ou interesses da comunidade deve contas ao órgão competente para a fiscalização. ?, está falando de qual dever do administrador público:

A Dever de prestar contas.
B Dever da eficiência.
C Dever de agir.
D Dever de probidade.

As obras e os serviços públicos, segundo a Lei 8.666/93, somente poderão ser licitados quando:

A Não há necessidade de previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício financeiro em curso, apenas o cronograma do exercício futuro.
B Houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório; existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários.
C As licitações não precisam estar estabelecidas entre as metas estabelecidas no Plano Plurianual de que trata o art. 165 da Constituição Federal, apenas nos planejamentos das secretarias de administração públicas.
D Estiver incluso na licitação aberta a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão, nos termos da legislação específica que deverão obedecer outros trâmites.

Os negócios jurídicos que causam prejuízos a outrem e a renúncia interpretam-se estritamente.

A Pode também ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro, se a parte a quem aproveite dele não tivesse conhecimento do erro; em caso contrário, ainda que subsista o negócio jurídico, o terceiro não deverá responder por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou.
B O dolo acidental só obriga à satisfação das perdas e danos, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo.
C Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão culposa, provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado.
D São nulos os negócios jurídicos por dolo, quando a sua causa for o próprio dolo ou a culpa.

Segundo o Novo Código Civil, o negócio jurídico tem como critérios intrínsecos à sua perfectibilidade: agente capaz, objeto lícito e forma prescrita em lei. Neste norte, podemos afirmar que:

A A impossibilidade inicial do objeto não convalida o negócio jurídico se for absoluta, ou se cessar depois de realizada a condição a que ele estiver subordinado.
B O silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e não for necessária a declaração de vontade expressa e nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.
C A incapacidade absoluta de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for divisível o objeto do direito ou da obrigação comum.
D Os negócios jurídicos que causam prejuízos a outrem e a renúncia interpretam-se estritamente.