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O analista Juca quer implementar o Sistema de Valor de Serviço (SVS) da ITIL 4. Para tanto, ele deve observar o componente que representa as recomendações que guiam as organizações em todas as circunstâncias, independente de mudanças em suas metas, estratégias, tipo de trabalho ou estrutura gerencial. Portanto, Juca deve observar o seguinte componente:

A governança;
B cadeia de valor de serviço;
C práticas;
D princípios orientadores;
E fluxos de valor.

As dimensões descritas na ITIL 4 proporcionam uma abordagem holística no gerenciamento de serviços, oferecendo uma visão abrangente para a organização. A dimensão em que são definidas as atividades, a sequência de trabalho e os controles e procedimentos necessários para a entrega de produtos e serviços é a de:

A clientes e práticas;
B organizações e pessoas;
C informação e tecnologia;
D parceiros e fornecedores;
E fluxos de valor e processos.

Ao examinar o relatório de atendimentos do último semestre, o analista Luiz verificou que um mesmo incidente ocorre semanalmente no seu departamento. Apesar de o serviço ter sido normalizado em todos os incidentes, o analista resolveu investigar sua causa raiz e propor uma solução definitiva. A prática de gerenciamento de serviços, prevista no ITIL 4, que Luiz está realizando é o gerenciamento de:

A incidentes;
B problemas;
C continuidade de serviço;
D requisição de serviço;
E ativos de TI.

A norma ISO/IEC 27001 é um padrão internacional que define requisitos a que um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) deve atender. Ela se divide em duas partes: o texto da norma em si, que descreve os requisitos de forma abrangente, e o Anexo A, mais detalhado e objetivo, que tem por função:

A estabelecer a política de certificação digital;
B especificar os papéis e responsabilidades da alta administração;
C delinear o processo de avaliação de riscos;
D fornecer orientação sobre a implementação de controles de segurança da informação;
E definir o escopo do Sistema de Gestão de Segurança da Informação.

As recomendações de segurança CIS Critical Security Controls , estruturadas em camadas, envolvem à implementação de um conjunto de controles de segurança. Em sua versão 8, são compostas por 18 níveis ou controles macro. Sobre esses controles, aquele que está definido corretamente de acordo com a especificação é o:

A controle CIS 5: Gerenciamento de Controle de Acesso - visa a estabelecer e manter a configuração segura de ativos corporativos (dispositivos de usuário final, incluindo portáteis e móveis; dispositivos de rede; dispositivos não computacionais/IoT; e servidores) e software (sistemas operacionais e aplicativos);
B controle CIS 7: Gerenciamento de Controle de Acesso - usa processos e ferramentas para atribuir e gerenciar a autorização de credenciais para contas de usuário, incluindo contas de administrador, bem como contas de serviço, para ativos e software corporativos;
C controle CIS 1: Gerenciamento Contínuo de Vulnerabilidades - coleta, alerta, revisão e retenção de logs de auditoria de eventos que podem ajudar a detectar, entender ou se recuperar de um ataque;
D controle CIS 11: Teste de Penetração - indica processos e ferramentas para estabelecer e manter monitoramento de rede abrangente e defesa contra ameaças de segurança em toda a infraestrutura de rede e base de usuários da empresa;
E controle CIS 3: Proteção de dados - desenvolve processos e controles técnicos para identificar, classificar, manipular, reter e descartar dados com segurança

João foi incumbido de implementar criptografia em seus sistemas de informação para aprimorar o nível de segurança na troca de informações sigilosas entre os analistas da CVM. Entre outras decisões, deve definir se e quando empregar os modelos de criptografia simétrica e assimétrica. Para isso, é necessário levar em consideração que:

A a criptografia assimétrica utiliza um par de chaves, em que a chave pública é usada para decriptação de mensagens encriptadas pela chave privada correspondente;
B na criptografia assimétrica, a chave pública pode ser utilizada tanto para autenticação de uma mensagem encriptada pela chave privada correspondente, como para encriptação de mensagens, as quais só podem ser decriptadas pela chave privada correspondente;
C para autenticação de mensagens na criptografia assimétrica, gera-se um hash da mensagem, que é encriptado com a chave pública, gerando uma assinatura digital;
D a criptografia assimétrica veio substituir os algoritmos de criptografia simétrica, principalmente em grandes volumes de dados, em virtude de o esforço computacional envolvido na criptografia assimétrica ser normalmente muito menor;
E a criptografia assimétrica e a simétrica coexistem, sendo a simétrica normalmente utilizada para compartilhar as chaves utilizadas na criptografia assimétrica.

A equipe de Tecnologia da Informação (TI) de um órgão realizou o processo de hardening nos ativos da organização para minimizar a possibilidade de acessos não autorizados, garantir a disponibilidade do serviço e assegurar a integridade dos dados, mantendo os sistemas estáveis e fidedignos. Uma boa prática de hardening, baseada em IPV4, adotada pela equipe de TI é:

A utilizar usuário comum para todos os administradores do ativo para reduzir a quantidade de usuários no sistema, visando a reduzir o acesso indevido e manter a confidencialidade;
B manter o registro dos usuários sem suas respectivas permissões para preservar a confidencialidade;
C manter a porta padrão do serviço, garantindo o seu acesso, a fim de preservar a integridade e disponibilidade do ativo;
D desabilitar os protocolos de descoberta de vizinhança para impedir a inundação da rede com mensagens desnecessárias, mantendo a disponibilidade;
E ativar serviços não utilizados para usá-los como honey pot no ambiente de produção, garantindo a disponibilidade do serviço principal.

Regularmente, a equipe de gestão de vulnerabilidades realiza auditorias internas nos sistemas operacionais dos ativos escolhidos para verificar a conformidade dos requisitos de segurança estabelecidos para cada ativo. Conforme a ISO/IEC 27002, convém que a equipe observe a seguinte diretriz para a realização das auditorias internas:

A os requisitos de auditoria para acesso aos sistemas devem ser definidos pelo proprietário do risco do ativo;
B os testes de auditoria devem possuir acessos de leitura e escrita para validar as ações realizadas nos softwares e nos dados no ambiente de produção;
C os testes de auditoria devem ser realizados durante o horário de expediente para refletir o comportamento real do sistema;
D os acessos devem ser monitorados e registrados para produzir uma trilha de referência;
E um prazo deve ser definido para a reação a notificações de potenciais vulnerabilidades técnicas relevantes.

Os gerentes dos departamentos de um órgão público receberam um e-mail com informações específicas sobre suas carreiras, informando-os de que haviam sido selecionados para um evento de mentoria com um especialista em design thinking, que seria totalmente custeado pelo órgão, e que deveriam fazer suas inscrições. No e-mail constava o link para a inscrição, no qual seria necessário se autenticar com as credenciais do sistema de Single Sign-On do órgão. A ETIR (Equipe de Tratamento de Incidentes em Redes) do órgão identificou que os gerentes sofreram um ataque do tipo:

A e-mail spoofing;
B ransomware;
C phishing;
D pharming;
E spear phishing.

Alguns usuários da rede local de um órgão perceberam que, ao tentar acessar um determinado site, eram sempre direcionados para uma página diferente da dos outros usuários do mesmo órgão. O incidente foi relatado para a ETIR (Equipe de Tratamento de Incidentes em Redes), que identificou que o servidor de DNS que esses usuários consultavam estava desviando o tráfego para um site falso, pois o endereço IP que constava na tabela de tradução de nomes havia sido alterado. A ETIR analisou o incidente e detectou que o servidor DNS consultado havia sofrido um ataque devido a uma vulnerabilidade do DNS. A vulnerabilidade explorada permitiu que o servidor sofresse um ataque do tipo:

A IP spoofing;
B DNS spoofing;
C phishing;
D defacement;
E sniffing.