QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
176 questões encontradas

Uma empresa em momento de expansão estava enfrentando dificuldades internas de gestão, de forma que atribuições e responsabilidades não estavam claras, criando problemas de delimitação entre os setores e níveis. Assim, a empresa decidiu adotar uma abordagem convencional para que exista clara diferenciação das funções de administração, ou seja, planejar, organizar, dirigir e controlar, para as áreas de operações, marketing , finanças ou recursos humanos. Em termos de direção e controle, cabe à área funcional de gestão de pessoas:

A analisar o desempenho organizacional em termos de rentabilidade, equilíbrio e riscos;
B distribuir os vendedores por área geográfica, definindo a estratégia comercial;
C estabelecer objetivos e metas estratégicas para a organização em termos de produção agregada;
D implementar políticas de gestão participativa e melhorar condições de trabalho e indicadores de saúde;
E monitorar a participação de mercado e a satisfação dos clientes internos e usuários externos.

Em todos os níveis hierárquicos de uma organização, pode haver perda de energia devido a comportamentos individuais que não estão integrados aos objetivos organizacionais. Esse processo torna-se ainda mais problemático quando colaboradores com bom nível de maturidade são gerenciados por práticas obsoletas. Uma organização pretende alcançar a integração entre os objetivos individuais e organizacionais por meio de práticas organizacionais maduras e democráticas, caracterizadas por:

A codependência, conhecimento especializado e metas imediatas;
B interesses compartilhados, autocontrole e metas de longo prazo;
C liderança imposta, dependência e controles administrativos;
D passividade, controles gerenciais estritos e interesses complexos;
E subordinação, controle externo e foco no curto prazo.

A Assembleia Legislativa do estado Alfa descumpriu os limites de gastos com pessoal, razão pela qual a União proibiu o estado Alfa de realizar operações de crédito e de receber transferências de recursos federais, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal, não obstante a inexistência de irregularidades no tema pelo Poder Executivo estadual. De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a União agiu:

A corretamente, pois a Assembleia Legislativa faz parte da administração direta do estado Alfa;
B corretamente, pois a Assembleia Legislativa é pessoa jurídica de direito público da administração indireta do estado Alfa;
C corretamente, pois é o ente federativo do estado Alfa que mantém relação jurídica contratual com a União;
D incorretamente, por violação ao princípio da intranscedência, pois o Poder Executivo não tem competência para intervir na esfera orgânica do Legislativo;
E incorretamente, por violação ao princípio da impessoalidade, pois é inconstitucional restrição imposta pela União aos estados por ilegalidades cometidas por gestores públicos, que devem ser responsabilizados pessoalmente.

O presidente da República, ao ser eleito no seu primeiro mandato, buscou informações, com a equipe técnica da Secretaria de Orçamento Federal, acerca da necessidade da criação de institutos federais em regiões periféricas para atender a uma população invisibilizada. A equipe prontamente explicou que, para atender à demanda, à luz das características do orçamento-programa, é preciso que:

A sejam definidos os principais critérios classificatórios: unidades administrativas e elementos;
B as decisões orçamentárias sejam tomadas, tendo em vista as necessidades das unidades organizacionais;
C sejam definidos os objetivos governamentais;
D a estrutura do orçamento dê ênfase aos aspectos contábeis de gestão;
E as necessidades financeiras das unidades organizacionais sejam consideradas.

Um ente público, ao elaborar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado, deixou de compreender alguns requisitos fundamentais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988. Dentre eles, é correto identificar:

A controle de custos e avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos;
B limites para elaboração das propostas orçamentárias do Poder Judiciário e Ministério Público;
C condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas;
D concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita;
E estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), após apreciação e aprovação pelo Poder Legislativo, retornou para o presidente da República. Após 29 dias do recebimento, o presidente identificou que a sua proposta de aplicar R$ 1 bilhão em ações na área de segurança pública não foi aprovada. À luz do rito do processo legislativo, o PLOA deverá ser:

A vetado;
B emendado;
C publicado;
D sancionado;
E promulgado.

Uma Unidade Orçamentária (UO), na sua atuação no processo orçamentário, compreendeu a consolidação e formalização de sua proposta orçamentária da despesa por:

A objetivo, programa e função;
B programa, função e ação;
C programa, ação e subtítulo;
D programa, função e subfunção;
E programa, origem e função.

A Construtora ABC, após ser a vencedora do certame licitatório para construir e operar uma estação de tratamento de esgoto em um estado, foi convocada a apresentar garantia de que iria cumprir o contrato, conhecida como garantia de performance . Os recursos que ingressaram no ente estatal no valor total da garantia representam uma receita:

A orçamentária;
B de capital;
C corrente;
D extraorçamentária;
E patrimonial.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), em relação à meta fiscal, prevê para 2025: “Com menores resultados fiscais, a dívida pública deverá subir de 76,6% do PIB em 2024 para 79,7% em 2027. A projeção final da LDO é para 2034, quando a dívida chegaria a 74,5%. ‘Essa situação é explicada pela previsão de taxas de juros reais acima da taxa estrutural de equilíbrio, resultando em um custo real de financiamento da dívida pública superior à taxa real de crescimento econômico. Isso dificulta a estabilização da dívida durante o período analisado, mesmo considerando um cenário de superávit primário’”. (Fonte: Agência Câmara de Notícias) Com a expectativa de aumento da dívida pública em 2027, o presidente, com o auxílio da sua equipe de planejamento, deverá acompanhar, conforme a Lei nº 4.320/1964:

A as despesas de custeio em relação aos juros da dívida pública e as inversões financeiras em relação à amortização da dívida pública;
B as despesas de custeio em relação aos juros da dívida pública e as transferências de capital em relação à amortização da dívida pública;
C as transferências correntes em relação aos juros da dívida pública e as transferências de capital em relação à amortização da dívida pública;
D as transferências correntes em relação aos juros da dívida pública e as inversões financeiras em relação à amortização da dívida pública;
E as despesas de custeio em relação aos juros da dívida pública e os investimentos em relação à amortização da dívida pública.

Um analista orçamentário, ao elaborar o Relatório de Gestão Fiscal (RGF), identificou que cometeu um erro ao demonstrar o valor total da Dívida Consolidada Líquida (DCL). Nesse sentido, em tempo hábil, a emissão do RGF buscou apurar o montante da dívida consolidada, deduzidas:

A as disponibilidades de caixa, os investimentos resgatáveis e os demais haveres;
B as disponibilidades de caixa, as aplicações financeiras e os demais haveres financeiros;
C as disponibilidades de caixa, as aplicações financeiras e as provisões;
D as disponibilidades de caixa e os adiantamentos;
E as disponibilidades de caixa, as aplicações financeiras, demais haveres financeiros e restos a pagar processados.