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139 questões encontradas

O SNMP é um protocolo utilizado em gerenciamento de redes, que:

A não se aplica a redes heterogêneas.
B é definido na camada de rede do modelo TCP/IP.
C não faz uso do protocolo UDP.
D não é orientado a conexão.
E é complexo e necessita de muito processamento.

Utilizando o IP v4, um Analista deseja criar 28 sub-redes com 5 hosts cada. Para isso, ele deve usar a máscara de rede Classe C:

A 255.255.255.248.
B 255.255.255.128.
C 255.255.255.192.
D 255.255.255.252.
E 255.255.255.224.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.

Mineirinho

É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. [...]
Mas há alguma coisa que, se me faz ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina — porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.
Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais. Para que minha casa funcione, exijo de mim como primeiro dever que eu seja sonsa, que eu não exerça a minha revolta e o meu amor, guardados. Se eu não for sonsa, minha casa estremece. [...]
Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. [...] Sua assustada violência. Sua violência inocente — não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta. Tudo o que nele foi violência é em nós furtivo, e um evita o olhar do outro para não corrermos o risco de nos entendermos. Para que a casa não estremeça. A violência rebentada em Mineirinho que só outra mão de homem, a mão da esperança, pousando sobre sua cabeça aturdida e doente, poderia aplacar e fazer com que seus olhos surpreendidos se erguessem e enfim se enchessem de lágrimas. [...]
A justiça prévia, essa não me envergonharia. Já era tempo de, com ironia ou não, sermos mais divinos; se adivinhamos o que seria a bondade de Deus é porque adivinhamos em nós a bondade, aquela que vê o homem antes de ele ser um doente do crime. Continuo, porém, esperando que Deus seja o pai, quando sei que um homem pode ser o pai de outro homem. E continuo a morar na casa fraca. Essa casa, cuja porta protetora eu tranco tão bem, essa casa não resistirá à primeira ventania que fará voar pelos ares uma porta trancada. [...] o que me sustenta é saber que sempre fabricarei um deus à imagem do que eu precisar para dormir tranquila e que outros furtivamente fingirão que estamos todos certos e que nada há a fazer. [...] Feito doidos, nós o conhecemos, a esse homem morto onde a grama de radium se incendiara. Mas só feito doidos, e não como sonsos, o conhecemos. [...]
Até que viesse uma justiça um pouco mais doida. Uma que levasse em conta que todos temos que falar por um homem que se desesperou porque neste a fala humana já falhou, ele já é tão mudo que só o bruto grito desarticulado serve de sinalização.
Uma justiça prévia que se lembrasse de que nossa grande luta é a do medo, e que um homem que mata muito é porque teve muito medo. Sobretudo uma justiça que se olhasse a si própria, e que visse que nós todos, lama viva, somos escuros, e por isso nem mesmo a maldade de um homem pode ser entregue à maldade de outro homem: para que este não possa cometer livre e aprovadamente um crime de fuzilamento. Uma justiça que não se esqueça de que nós todos somos perigosos, e que na hora em que o justiceiro mata, ele não está mais nos protegendo nem querendo eliminar um criminoso, ele está cometendo o seu crime particular, um longamente guardado. [...]
Clarice Lispector (Disponível em ip.usp.br. Adaptado.)

Ao escrever a crônica "Mineirinho", publicada pela primeira vez em junho de 1962 na revista Senhor, Clarice Lispector tinha uma intenção, bastante clara e muito perceptível na leitura, de expor sua contundente opinião sobre o assassinato dum famoso criminoso da época conhecido como Mineirinho. A respeito desses objetivos, como estes podem ser depreendidos da leitura da crônica, analise as alternativas a seguir e assinale a que estiver totalmente correta.

A Por meio da metáfora de "casa", Clarice Lispector procura refletir sobre o funcionamento da sociedade em que está inserida e coloca no elemento "sonsos essenciais" a força que a mantém funcional. A postura da autora, no entanto, não é de simples análise, mas de forte e aguda crítica, explicando como e em que, a seu ver, a sociedade falha e engana.
B Ao falar de "doidos", Clarice Lispector identifica as personagens que, segundo ela, seriam as responsáveis por mudar o modo como a sociedade se organiza, analisando os fatos sociais de maneira diferente daquela com que analisam os "sonsos". A autora, no entanto, procura distanciar-se ao máximo da figura de "doida" e mostra como se sente confortável enquanto "sonsa".
C A justiça que Clarice Lispector chama de "prévia", pelo que se pode depreender do texto, nada tem que ver com a questão social. A dita "justiça prévia", na opinião da autora, teria existido caso o bandido Mineirinho tivesse sido capturado, condenado e morto antes de praticar todos os crimes que cometeu. É nessa falha da justiça que reside a crítica contida no texto.
D Ao repassar, no texto, todos os tiros com que Mineirinho foi assassinado, Clarice Lispector tende a sentir compaixão do homem morto e a se aproximar de sua figura, como que se fundindo a ele, no entanto sua argumentação se dirige no sentido de mostrar como, apesar desse sentimento, ela se sentia confortável, protegida e resguardada pela atitude da polícia.
E Fica claro que a intenção de Clarice Lispector é discorrer um pouco sobre a condição humana que domina a todos nós. Nessa perspectiva, a autora consegue entender que qualquer cidadão, dadas as condições para tanto, poderia se tornar um "facínora". Julga, porém, que, ainda assim, é muito justo haver sempre uma força exterior que o elimine.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia o texto a seguir.

Com açúcar, com afeto

Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa , qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar , qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida , diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
Chico Buarque

Compare estas orações retiradas da letra da música: "Pra você parar em casa"; "Pra poder me sustentar"; "Pra agradar meu coração". Levando em consideração a forma como elas se relacionam, sintaticamente, com outras orações a que se ligam, assinale a alternativa que destaque a função sintática de cada uma delas.

A Complemento nominal.
B Adjunto adnominal.
C Aposto explicativo.
D Adjunto adverbial.
E Predicativo do sujeito.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto abaixo.

Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido

O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)

Assinale a alternativa que contenha um verbo sublinhado com a mesma regência, corretamente empregada, que o verbo "carecer" (em destaque no texto, "carecem"), no contexto em que aparece.

A Os cientistas liderados por Brian Nosek não confiavam dos resultados publicados na revista Science.
B A primeira conclusão a que chegaram levaram-nos a duvidar de todos os outros resultados
C Os psicólogos que não quiseram foram desobrigados de realizar os testes com seus pacientes.
D O psicólogo Brian Nosek esqueceu os nomes dos cientistas que participavam do grupo de pesquisa.
E Naquela ocasião, os psicólogos acabaram apiedando-se das pessoas que participavam dos testes.

Sobre uma questão de raciocínio lógico: • é difícil ou é estranha. • se o nível de dificuldade não for médio, então ela é estranha. Uma questão é difícil se, e somente se, demanda, no mínimo, 6 minutos para a solução. Dizem, também, que se uma questão demanda, no mínimo, 6 minutos para a solução, então ela não é estranha. Mas, isso é falso. Assim, se esta questão que você está lendo, de raciocínio lógico, não é estranha, então:

A não é difícil.
B não é de nível médio.
C deve demandar menos de 6 minutos.
D é um paradoxo.
E faltam dados.
Texto associado
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.

Softwares e jogos podem ser comercializados em CDs, DVDs ou Blu-rays. Um Blu-ray padrão de camada única e um Blu-ray padrão de camada dupla têm capacidade de armazenamento, respectivamente, de até:

A 50 GB e 75 GB.
B 3,7 GB e 7,4 GB.
C 10 GB e 20 GB.
D 30 GB e 60 GB.
E 25 GB e 50 GB.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto abaixo.

Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido

O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)

No texto, há duas palavras "que" em destaque, individualizadas com os números (1) e (2). Analise cada uma delas, para então assinalar a alternativa que contenha sua classificação morfológica e, se for o caso, sua classificação sintática.

A Nas duas ocorrências trata-se de conjunção integrante, portanto nenhuma delas possui função sintática.
B Nas duas ocorrências trata-se de pronome relativo. A assinalada pelo número (1) exerce a função sintática de sujeito; a assinalada pelo número (2) exerce a função sintática de objeto direto.
C A palavra assinalada pelo número (1) é uma conjunção integrante, sem função sintática; a assinalada pelo número (2) é um pronome relativo que exerce a função sintática de sujeito.
D Nas duas ocorrências trata-se de pronome relativo, portanto nenhuma delas possui função sintática.
E Nas duas ocorrências trata-se de pronome relativo. A assinalada pelo número (1) exerce a função sintática de objeto direto; a assinalada pelo número (2) exerce a função sintática de sujeito

Uma das competências gerenciais mais apreciadas é a de saber construir conhecimento, habilidades e competências. Sobre isso, o que é correto afirmar?

A Aprender algo aumenta as habilidades, mas, para serem úteis, as habilidades precisam ser aplicadas, isto é, transformadas em ação, o que leva ao conhecimento.
B Competência é uma qualidade da pessoa que se revela na sua capacidade de usar habilidades para agregar valor e alcançar objetivos para a organização.
C A capacidade de aprender por conta própria e de analisar cenários são competências que, se praticadas, geram habilidade e conhecimento.
D A construção de habilidades e conhecimentos requer cenários favoráveis que permitam praticá-los, levando à competência.
E Aplicar conhecimento, aprender a aprender, aumentar o capital intelectual e alcançar metas são competências essenciais ao gerente e ao administrador.

Ainda sobre o ciclo orçamentário descrito na questão anterior, considere as afirmativas a seguir.

I. O orçamento público é elaborado de forma que se possam expressar em termos monetários, para um período de tempo definido, os programas executivos do governo e os meios para financiar este programa.
II. É no orçamento público que o Poder Legislativo prevê receitas, autoriza o Poder Executivo a realizar despesas e se responsabiliza pela definição de metas fiscais.
III. O princípio da universalidade determina que o orçamento deve considerar todas as receitas e todas as despesas em um período determinado de tempo.

Está correto o que se afirma em:

A I, somente.
B I e II, somente.
C I e III somente.
D II e III, somente.
E todas.