Para responder às questões 3 e 4 , leia o texto abaixo.
Curiosidade sobre a origem do Dia do Farmacêutico
A origem do dia do farmacêutico ocorreu ano de 1941, quando foi discutida pela primeira vez a possibilidade da criação de um dia para homenagear os farmacêuticos, quando o então farmacêutico Dr. Oto Serpa Grandado questionou a criação da data comemorativa durante uma reunião na Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) em 7 de Janeiro de 1941.
Durante a reunião da qual participava, fez o seguinte questionamento: “ Todas as profissões tem o seu dia, data especial para comemorar o ideal abraçado . Por que não temos o nosso ‘Dia’?“
Foi a partir dessa sugestão que surgiu a primeira proposta de criação da data comemorativa.
Porém, foi apenas no dia 23 de março de 2007 que foi aprovada pela ABF, por meio da Resolução nº 460, a data de 20 de janeiro como o Dia do Farmacêutico, data esta escolhida por ser exatamente o dia da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), que ocorreu no dia 20 de janeiro de 1916.
Porém, a oficialização da data somente ocorreu em 2010 com a aprovação da Lei nº 12.338, que tornou o dia 20 de janeiro o dia do farmacêutico em todo o território brasileiro.
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instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-
8#q=carlos+drummond+de+andrade+poema+farmaceutico
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Os principais fundamentos de um bom planejamento empresarial são a definição de objetivos e a criação dos planos que integram e coordenam as atividades da organização de forma a atingir esses objetivos. Considerando o planejamento de nível tático, julgue as afirmativas.
Texto associado
Após a leitura do texto, é possível afirmar que:
O foco das organizações é enfrentar a competitividade e sobreviver às novas exigências de mercado. No passado a comunicação organizacional tinha como função apenas estabelecer elos de relacionamentos com o emissor e o receptor. Segundo Bueno (1995):
“Hoje, não se pode imaginar uma empresa que se pretenda ser líder de mercado e que volte as costas para o trabalho de comunicação”. (BUENO, 1995, p. 9).
Nesse contexto, considere as seguintes afirmativas.
I. A comunicação pode e deve ser utilizada para estimular, motivar e melhorar a imagem da empresa,
PORÉM
II. sua prioridade nas organizações é solucionar problemas, gerar e facilitar a compreensão entre pessoas com diferentes pontos de vista.
Assinale a alternativa correta.
“A má comunicação traz desgastes nas relações, agressões verbais, perda de tempo com retrabalho, mal-entendidos, suscetibilidades afetadas, perda de motivação e estresse. Liderar é comunicar, para atingir os objetivos da empresa.” (MARTINIANO, 2007, p.156).
De maneira genérica, existem dois tipos diferentes de formação de esquemas de comunicação numa empresa: formal e informal. E as comunicações podem ser realizadas por intermédio dos seguintes fluxos: horizontal; diagonal ou transversal; e vertical. São desvantagens das comunicações horizontal e diagonal as elencadas a seguir, com exceção de uma. Qual?
A única maneira de mudar a empresa é alterando sua cultura, a qual é entendida como: sistemas dentro dos quais as pessoas trabalham e vivem; e modos de vida, crenças e valores, formas de interação e relacionamento. No processo de otimização de uma empresa, é necessário avaliar algumas variáveis que influenciam nesse processo, tais como fatores de mutação, fatores históricos, fatores estratégicos e fatores comportamentais. Considerando-se essa divisão, indique a alternativa que aponta um fator comportamental.
I. Necessidades mercadológicas.
II. Análise dos resultados a partir das experiências de mudanças organizacionais.
III. Baixo nível de resistência às mudanças organizacionais.
IV. Objetivos e metas definidos para o desempenho da empresa.
V. Planos de negócios otimizados e adoção de políticas adequadas.
Pode-se afirmar que:
Também chamado de sistema de produção flexível, o Toyotismo foi criado na década de 1970 por Taiichi Ohno (1912) e Eiji Toyoda (1913-2013) e diretamente aplicado nas linhas de produção da Toyota. Diante do panorama da crise do petróleo de 1970, das peculiaridades da economia japonesa e das limitações do fordismo, o toyotismo foi elaborado com base nas seguintes premissas: a) produção flexível e não mais em massa, mas variando de acordo com a procura; b) maior rapidez no processo produtivo ( just in time ); c) o mesmo trabalhador realiza múltiplas funções; d) não necessidade de estocagem; e) produtos não necessariamente padronizados. Com o avanço do toyotismo pelo mundo ao final do século XX e o fortalecimento do sistema neoliberal, houve diretas consequências, como:
I. a desregulamentação progressiva do trabalho;
II. o enfraquecimento dos sindicatos;
III. a tecnologização da produção e o consequente deslocamento dos trabalhadores para o setor terciário.
Pode-se afirmar que:
Texto associado
Para responder às questões 1 e 2 , leia o texto abaixo.
Drummond, o poeta-farmacêutico que amava as pessoas, faria 110 anos, hoje
Data: 31/10/2012
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, o farmacêutico que foi, também, um dos maiores poetas da língua portuguesa, faria 114 anos em 2016. Mineiro de Itabira, Drummond foi uma das pedras fundamentais da moderna literatura brasileira. Nascido a 31 de outubro de 1902, vindo de uma família de fazendeiros, estudou em Belo Horizonte e em Nova Friburgo (RJ). De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor, como colaborador do “Diário de Minas”, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento Modernista Mineiro.
Em 1925, formou-se em Farmácia, em Ouro Preto . CDA (era assim que os editores os chamavam) foi o orador de sua turma de formandos. Em 1934, ele se transferiu para o Rio de Janeiro, onde ingressou no serviço público. Foi Chefe de Gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação , até 1945. Em seguida, foi trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. A partir de 1954, Drummond escreveu memoráveis crônicas no “Correio da Manhã” e no “Jornal do Brasil”.
O poeta deixou livros essenciais para a literatura brasileira, como “Alguma Poesia” (1930), ”Sentimento do Mundo” (1940), “A Rosa do Povo” (1945), “Claro Enigma” (1951), “José e Outros” (1967) e “Corpo” (1984).
Um dia, Aluísio Pimenta, também mineiro, farmacêutico e intelectual, Ministro da Cultura do Governo Sarney, ex-professor na Universidade de Londres e ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, num bate-papo com o poeta-maior do Brasil, perguntou: “Carlos, porque você se formou em Farmácia, já que abraçou a carreira literária?”.
Drummond respondeu-lhe: “Porque eu gosto das pessoas”.
Farmacêuticos, em todos os tempos e lugares, trazem mesmo lições de amor às pessoas. Aliás, para o farmacêutico, amar não é apenas o verbo transitivo direto que se aprende a conjugar nas escolas. Amar é ação. A ação de servir, a qualquer hora de qualquer dia e em qualquer lugar. É cuidar, é promover a saúde, é salvar vidas.
http://www.cff.org.br/noticia.php?id=906. Acesso em 21/04/2016
Drummond, o poeta-farmacêutico que amava as pessoas, faria 110 anos, hoje
Data: 31/10/2012
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, o farmacêutico que foi, também, um dos maiores poetas da língua portuguesa, faria 114 anos em 2016. Mineiro de Itabira, Drummond foi uma das pedras fundamentais da moderna literatura brasileira. Nascido a 31 de outubro de 1902, vindo de uma família de fazendeiros, estudou em Belo Horizonte e em Nova Friburgo (RJ). De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor, como colaborador do “Diário de Minas”, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento Modernista Mineiro.
Em 1925, formou-se em Farmácia, em Ouro Preto . CDA (era assim que os editores os chamavam) foi o orador de sua turma de formandos. Em 1934, ele se transferiu para o Rio de Janeiro, onde ingressou no serviço público. Foi Chefe de Gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação , até 1945. Em seguida, foi trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. A partir de 1954, Drummond escreveu memoráveis crônicas no “Correio da Manhã” e no “Jornal do Brasil”.
O poeta deixou livros essenciais para a literatura brasileira, como “Alguma Poesia” (1930), ”Sentimento do Mundo” (1940), “A Rosa do Povo” (1945), “Claro Enigma” (1951), “José e Outros” (1967) e “Corpo” (1984).
Um dia, Aluísio Pimenta, também mineiro, farmacêutico e intelectual, Ministro da Cultura do Governo Sarney, ex-professor na Universidade de Londres e ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, num bate-papo com o poeta-maior do Brasil, perguntou: “Carlos, porque você se formou em Farmácia, já que abraçou a carreira literária?”.
Drummond respondeu-lhe: “Porque eu gosto das pessoas”.
Farmacêuticos, em todos os tempos e lugares, trazem mesmo lições de amor às pessoas. Aliás, para o farmacêutico, amar não é apenas o verbo transitivo direto que se aprende a conjugar nas escolas. Amar é ação. A ação de servir, a qualquer hora de qualquer dia e em qualquer lugar. É cuidar, é promover a saúde, é salvar vidas.
http://www.cff.org.br/noticia.php?id=906. Acesso em 21/04/2016