Banco público de questões
Questões para Concursos
Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.
Questões por banca
29 bancas disponíveis.
Clique para visualizar todas.
Questões por banca
29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.
Acesse diretamente as bancas disponíveis na QuestLab. As quantidades abaixo consideram as questões ativas do banco.
CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
15 questões encontradas
Texto associado
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse ; teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
No programa de navegação Google Chrome, em sua versão mais recente, ao se selecionar parte de um texto de um sítio qualquer e, em seguida, clicar, com o botão direito do mouse, sobre esta parte selecionada, será possível, desde que não haja qualquer tipo de proteção no referido sítio,
Texto associado
Texto para as questões 14 e 15.
A palavra psicologia, de origem etimológica grega, tem, nessa língua, a grafia ψυχολογία . A tabela abaixo indica as letras gregas (maiúsculas e minúsculas) e seus respectivos nomes.
Letra
Nome
A, α
alfa
Γ, γ
ghama
I , ι
iota
Λ , λ
lambda
O , ο
ômicron
Υ, υ
ipsilon
X , χ
chi
Ψ , ψ
psi
A palavra psicologia, de origem etimológica grega, tem, nessa língua, a grafia ψυχολογία . A tabela abaixo indica as letras gregas (maiúsculas e minúsculas) e seus respectivos nomes.
Letra
Nome
A, α
alfa
Γ, γ
ghama
I , ι
iota
Λ , λ
lambda
O , ο
ômicron
Υ, υ
ipsilon
X , χ
chi
Ψ , ψ
psi
Cada uma das diferentes letras gregas da palavra ψυχολογία foi escrita em uma bola e todas a bolas foram colocadas em uma urna, retirando‐se, em seguida, sem reposição, duas delas.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a probabilidade de as inscrições da letra grega psi e da letra grega ghama não se encontrarem em nenhuma das duas bolas.
Suponha-se que determinado ente apresente os seguintes saldos (em R$ 1.000,00) no último mês do exercício:
dotação aprovada/receita prevista: 100;
receita realizada: 120;
despesa empenhada: 90;
despesa paga: 70;
superavit financeiro do balanço anterior: 30; e
créditos suplementares reabertos no exercício: 10.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o limite possível para a abertura de um crédito especial.
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 9.
1 Desde a Renascença, o fenômeno da individualização
vem se delineando de forma cada vez mais incisiva. A falência
do Feudalismo e a ascensão do Capitalismo foram
4 preponderantes nesse processo, levando o ser humano a
migrar da vida pública para a privada, primeiro se refugiando
no núcleo familiar e tendo‐o como referência identitária,
7 posteriormente, estabelecendo sua identidade a partir do
trabalho. Atualmente, diante da liquefação das relações de
trabalho e de sua reverberação para o núcleo familiar, o
10 indivíduo se vê órfão de uma referência identitária
consistente. A presente reflexão resvala no fenômeno de
liquefação social descrito pelo sociólogo polonês Zigmunt
13 Bauman e em suas implicações para a vida humana nas suas
diferentes esferas: vida pública; privada; relacionamentos
humanos; mundo do trabalho; Estado; e instituições sociais.
16 Segundo Bauman, a solidez das instituições sociais (do
estado de bem‐estar, da família, das relações de trabalho,
entre outras) perde espaço, de modo cada vez mais fugaz,
19 para o fenômeno da liquefação. Consequentemente vivemos
um tempo de transformações sociais aceleradas, nas quais as
dissoluções dos laços afetivos e sociais são o centro da
22 questão. Relacionamentos voláteis e fluidos remetem a uma
sensação de leveza, descompromisso e liberdade. A outra
face dessa suposta liberdade surge com a descoberta de que
25 a completa individualização é um mito moderno e com a
emergência de sofrimentos advindos, por um lado, das
tensões e frustrações dessa descoberta, por outro, da criação
28 de estratégias de sobrevivência próprias da modernidade
líquida que perpassam por uma aparente cortesia e que
redundam em sintomas como depressão, angústia, solidão,
31 desamparo e desterritorialização. Diante disso, mostra‐se
pertinente analisar o uso de estratégias de cortesia a que
recorrem os sujeitos, particularmente, no ambiente de
34 trabalho e o sentimento de solidão oriundo dessas relações
pessoais de polidez e do esgarçamento do tecido social, que
produz sofrimento e adoecimento, tornando‐se, portanto,
37 um problema de saúde pública.
Internet: (com adaptações).
1 Desde a Renascença, o fenômeno da individualização
vem se delineando de forma cada vez mais incisiva. A falência
do Feudalismo e a ascensão do Capitalismo foram
4 preponderantes nesse processo, levando o ser humano a
migrar da vida pública para a privada, primeiro se refugiando
no núcleo familiar e tendo‐o como referência identitária,
7 posteriormente, estabelecendo sua identidade a partir do
trabalho. Atualmente, diante da liquefação das relações de
trabalho e de sua reverberação para o núcleo familiar, o
10 indivíduo se vê órfão de uma referência identitária
consistente. A presente reflexão resvala no fenômeno de
liquefação social descrito pelo sociólogo polonês Zigmunt
13 Bauman e em suas implicações para a vida humana nas suas
diferentes esferas: vida pública; privada; relacionamentos
humanos; mundo do trabalho; Estado; e instituições sociais.
16 Segundo Bauman, a solidez das instituições sociais (do
estado de bem‐estar, da família, das relações de trabalho,
entre outras) perde espaço, de modo cada vez mais fugaz,
19 para o fenômeno da liquefação. Consequentemente vivemos
um tempo de transformações sociais aceleradas, nas quais as
dissoluções dos laços afetivos e sociais são o centro da
22 questão. Relacionamentos voláteis e fluidos remetem a uma
sensação de leveza, descompromisso e liberdade. A outra
face dessa suposta liberdade surge com a descoberta de que
25 a completa individualização é um mito moderno e com a
emergência de sofrimentos advindos, por um lado, das
tensões e frustrações dessa descoberta, por outro, da criação
28 de estratégias de sobrevivência próprias da modernidade
líquida que perpassam por uma aparente cortesia e que
redundam em sintomas como depressão, angústia, solidão,
31 desamparo e desterritorialização. Diante disso, mostra‐se
pertinente analisar o uso de estratégias de cortesia a que
recorrem os sujeitos, particularmente, no ambiente de
34 trabalho e o sentimento de solidão oriundo dessas relações
pessoais de polidez e do esgarçamento do tecido social, que
produz sofrimento e adoecimento, tornando‐se, portanto,
37 um problema de saúde pública.
Internet: (com adaptações).