QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
6.825 questões encontradas

A intervenção coronária percutânea (ICP) pode se associar a potenciais complicações que cursam com significativa morbimortalidade. Em relação ao assunto, afirma-se que

A as taxas de reestenose foram sendo reduzidas ao longo dos anos com o surgimento dos stents e o uso cada vez menor da angioplastia com balão. Após o início dos procedimentos com implante de stents farmacológicos, essa complicação pôde ser abolida.
B o fenômeno no reflow refere-se ao aumento da perfusão miocárdica após a intervenção coronária na qual podem ser observadas a persistência da dor precordial e instabilidade hemodinâmica no paciente.
C a dissecção coronária pode ocorrer durante todas as etapas de uma ICP rotineira devido à agressão ao endotélio. Essa agressão pode resultar em dissecções que acometem a camada média com risco de obstrução mecânica ao fluxo.
D a perfuração coronária consiste em uma das complicações da ICP com potencial de gravidade menos significativo devido ao risco de tamponamento cardíaco.
E as principais causas de complicações tardias à ICP são as dissecções coronárias, o fenômeno no reflow/slow flow e os casos de perfuração do vaso pelo fio-guia coronário.

Apesar da evolução dos materiais utilizados, como introdutores e cateteres de fino calibre, evolução dos meios de contraste, sistema de aquisição de imagem digital e o aprimoramento técnico, o cateterismo cardíaco e a intervenção coronária percutânea não estão isentos de complicações, sendo as complicações mais comuns:

A reações alérgicas, nefropatia induzida por contraste e hematoma.
B broncoespasmo, oclusões arteriais e choque cardiogênico.
C arritmias, acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio.
D hipotensão, pseudoaneurisma e edema agudo de pulmão.
E vasoespasmo, tamponamento cardíaco e fibrilação ventricular.

As intervenções de suporte avançado de vida no adulto compreendem o estabelecimento de uma via aérea avançada, a identificação e desfibrilação manual dos ritmos de Parada Cardiorrespiratória (PCR) e o uso de medicações apropriadas para cada ritmo. Nesse cenário, é correto afirmar:

A deve ser considerada a obtenção de uma via aérea avançada, após a segunda dose de atropina, por meio de um tubo traqueal ou por dispositivo supraglótico.
B durante a intervenção de suporte avançado de vida, recomenda-se a monitorização cardíaca do paciente no monitor multiparamétrico do leito e punção de acesso venoso para administração de medicamentos e reposição volêmica.
C após administração de medicamentos durante as manobras de ressuscitação cardiopulmonar, recomenda-se um flush de 5 mL de solução fisiológica, seguida da elevação do membro.
D no caso de assistolia ou atividade elétrica sem pulso, entendida como qualquer ritmo organizado sem a presença de pulso, está indicada a desfibrilação com aplicação de 200 Joules em aparelhos bifásico.
E os cuidados pós-RCP têm potencial de reduzir a mortalidade precoce, ocasionada por instabilidade hemodinâmica e insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas.

“... Podemos dizer, de forma muito realista, que a inovação e a melhoria dos padrões de cuidado criam novas formas de dano, uma vez que surgem novas maneiras pelas quais o sistema de saúde pode falhar, prejudicando os pacientes.” (Vincent e Amalberti, 2016). Em relação à segurança do paciente,

A segundo a OMS, a definição de evento adverso corresponde ao comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito oriundo, incluindo-se lesão, morte e incapacidade.
B as metas internacionais para a segurança do paciente foram estabelecidas de acordo com as 6 áreas de maior excelência na área da prestação de assistência direta ao paciente.
C no Brasil, os processos pela busca da certificação de qualidade foram aplicados nas instituições privadas do país, estando as instituições públicas ausentes desse processo.
D pensando na segurança do paciente como uma estratégia para o mundo, em 2004, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente ( World Alliance for Patient Safety ).
E de acordo com a primeira meta internacional de segurança (Meta 1), as instituições devem assegurar cirurgias com local de intervenção e procedimento corretos, evitando, assim, danos ao paciente.

O modelo de desenvolvimento proposto pela Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) da Organização Mundial da Saúde considera

A que o desenvolvimento saudável resulta da interação entre os aspectos biológicos individuais e aspectos do contexto social, tais como fatores ambientais e nível de participação.
B o fator ambiental como determinante para a avaliação do desenvolvimento, ou seja, o desenvolvimento pode ser considerado normal em determinado contexto e anormal em outro.
C o desenvolvimento normal como um fator determinante para a participação social dos sujeitos na comunidade e o contrário como um impeditivo para uma vida plena.
D ultrapassada a noção de desenvolvimento biológico individual, devendo os governos e sistemas de saúde investirem na construção de cidades acolhedoras e sem barreiras arquitetônicas.
E que o desenvolvimento sadio é consequência de um estilo de vida saudável, em ambiente ecológico, tal como os encontrados em países desenvolvidos.

A Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais é um instrumento de avaliação padronizado da Terapia Ocupacional, que

A avalia a quantidade e a intensidade de participação em papéis ocupacionais definidos pelo sujeito em tratamento, a partir da própria percepção.
B define 15 papéis ocupacionais ao todo, distribuídos ao longo de todos os ciclos de vida do ser humano, e objetiva, com sua aplicação, estabelecer metas para o tratamento a partir de cada papel ocupacional e o que se espera dele.
C apresenta 10 papéis ocupacionais definidos separadamente e permite coletar dados sobre a percepção individual quanto à participação em papéis ocupacionais ao longo da vida.
D objetiva avaliar o grau de satisfação do sujeito em suas diversas ocupações e, a partir dessa avaliação, definir os papéis ocupacionais centrais para o processo de reabilitação.
E apresenta uma lista de 8 papéis ocupacionais graduados de acordo com a faixa etária do indivíduo e o grau de funcionalidade e contratualidade desempenhado em cada nível, objetivando a definição de metas para o tratamento.

A experiência do adoecimento pode ser considerada desafiadora para o sujeito, na medida em que exige lidar com uma nova condição orgânica, além da readaptação emocional e subjetiva e de seus papéis sociais. Neste sentido, o processo de avaliação em Terapia Ocupacional

A deve ser elaborado de forma individual, contemplando os aspectos mais emergentes do momento que, nos processos de hospitalização, serão os clínicos ou biológicos.
B implica na compreensão deste sujeito em sua totalidade e complexidade, devendo envolver os aspectos socioculturais, dados clínicos e de desempenho ocupacional, cotidiano e subjetividade.
C exige do profissional conhecimento de todos os instrumentos e técnicas de avaliação das funções orgânicas, favorecendo a escolha mais adequada sobre qual instrumento usar a partir do conhecimento do terapeuta.
D contempla apenas as etapas pós-remissão ou cura da condição orgânica que gerou o adoecimento, conhecida como fase da reabilitação, no preparo para alta e retomada do cotidiano pelo sujeito.
E deve ser desenvolvido em equipe multiprofissional, a partir do reconhecimento de cada um dos diferentes núcleos profissionais separados: o médico avalia a condição orgânica; o psicólogo, a condição emocional e psíquica; o terapeuta ocupacional, o impacto nos papéis ocupacionais, e assim por diante.

Diversos autores apontam para a grande variedade de instrumentos de coleta e aferição para os processos avaliativos em Terapia Ocupacional. Entretanto, é consenso, nas principais publicações na área, que a avaliação em TO deve contemplar

A o perfil ocupacional e a análise do desempenho ocupacional.
B as condições socioculturais e os traumas psíquicos.
C a análise da atividade e a aplicação da Medida de Independência Funcional.
D o cotidiano e o tempo ocioso.
E o ambiente, a família e os conflitos familiares.

No contexto hospitalar, nos casos de instalação de uma incapacidade que definirá um novo status funcional ao sujeito, por exemplo, um traumatismo cranioencefálico, o uso de equipamentos de autoajuda

A não é recomendado, visto ainda não ser possível estabelecer o grau de severidade da incapacidade.
B deverá ser iniciado apenas nos casos de prescrição médica, após a avaliação das condições clínicas do paciente.
C não é indicado devido ao alto potencial de contaminação e/ou infecção.
D é recomendado imediatamente após o diagnóstico da lesão e deverá respeitar o período de luto do paciente por sua nova condição funcional.
E deverá ser iniciado ainda no período de hospitalização e ter continuidade após a alta.

Na atenção à criança hospitalizada, um dos principais recursos do cuidado em Terapia Ocupacional, no sentido de reconhecer e validar a atividade de vida diária central para a infância é

A a escolarização.
B o vínculo mãe-bebê.
C o brincar.
D a tecnologia assistiva.
E a humanização.