QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
6.825 questões encontradas

A pedagogia da participação consolida-se na prática do assistente social, a partir das propostas de Desenvolvimento de Comunidade (DC), sob a influência da ideologia desenvolvimentista. Essa proposta é difundida no continente latino-americano nos marcos das estratégias expansionistas do capitalismo. A ideologia desenvolvimentista vincula-se a uma concepção fundada na teoria da modernização, que explica o subdesenvolvimento como um estágio de transição entre tempos históricos distintos. Sob a influência da ideologia desenvolvimentista modernizadora, a participação redimensiona-se para além de uma atitude inerente ao processo de ajuda, constituindo-se uma esfera programática da intervenção profissional nas

A relações sociais.
B políticas públicas.
C estruturas consolidadas.
D situações emergenciais.
E particularidades individuais.

Como uma atividade curricular obrigatória no curso de Serviço Social, o estágio é estratégico no processo de formação profissional do assistente social, uma vez que objetiva aprofundar os conhecimentos apreendidos em sala de aula, permitindo a convergência e o desvelamento dos diversos conteúdos a partir de sua inserção efetiva em campo de estágio. Como atividade complementar para a formação, essa inserção no contexto social aproxima o profissional, em processo de formação, do caráter interventivo da profissão, explicitando suas dificuldades, dilemas e contradições cotidianas, objetivando ainda vincular e fortalecer o projeto profissional a

A um interesse pessoal.
B uma formação genérica.
C um projeto societário.
D um campo restrito.
E uma perspectiva subjetiva.

O Serviço Social é perpassado por lutas coletivas que imprimem à profissão características específicas e reconhecidas socialmente, que de certa maneira condicionam a prática profissional. As ações profissionais não podem ser compreendidas sem se levar em conta as relações concretas da sociedade. Sendo assim, as reflexões sobre a historicidade da profissão, possibilitam a vinculação com seu presente que cotidianamente é criado e recriado com a construção e incorporação de saberes, a mobilização e recuperação do passado e a produção e experimentação de

A estratégias adequadas.
B mecanismos de superação.
C padrões universais de atendimento.
D ações comportamentais comuns.
E novas abordagens.

Muitos profissionais ainda sustentam uma compreensão equivocada da relação teoria/prática, cunhada pela expressão de que a teoria na prática é outra. O entendimento dessa relação, como unidade, é fundamental para a apropriação teórico-metodológica do Serviço Social, em um movimento que une as bases, reflexiva e operacional, da profissão. Nessa perspectiva, por mais que ambas representem momentos diferenciados, teoria e prática formam o mesmo todo, em uma relação dialética de totalidade. A prática profissional assim constitui um importante momento de materialização dessa teoria que, por sua vez, a

A supera.
B determina.
C fragmenta.
D retroalimenta.
E sobrepõe.

A materialização do Serviço Social demanda reflexões sobre as características do cotidiano e sobre como os assistentes sociais se inserem nele e ali constroem sua prática. Permeando essa prática e condicionando-a, questiona-se até que ponto o Serviço Social estaria preso às amarras do cotidiano. Dentro de limites impostos pelas estruturas econômicas, sociais e históricas, os assistentes sociais imprimem à prática profissional aquilo que terá maior relevância na cotidianidade e influenciam, de uma maneira ou de outra, os rumos das ações profissionais, o que ressalta a importância no próprio cotidiano profissional dos processos de

A tolerância.
B mediação.
C imediatismo.
D pragmatismo.
E empirismo.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece direitos à vida, à educação, ao respeito, à profissionalização, à convivência familiar e comunitária, entre outros, para esse segmento etário. O objetivo estatutário é a proteção dos menores de 18 anos, proporcionando a eles um desenvolvimento físico, mental, moral e social condizentes com os princípios constitucionais da liberdade e da dignidade, preparando para a vida adulta em sociedade. O ECA também aborda questões relativas à política de atendimento e as medidas: específicas de proteção, pertinentes aos pais ou responsável e as

A preventivas.
B compensatórias.
C eventuais.
D disciplinares.
E socioeducativas.

De acordo com o artigo 11 da Lei n° 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), é assegurado acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde. O § 2° do referido artigo incumbe o poder público de fornecer àqueles que necessitarem medicamentos, órteses, próteses e outras tecnologias assistivas relativas ao tratamento, habilitação ou reabilitação para crianças e adolescentes, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às suas necessidades específicas, serviço esse de caráter

A gratuito.
B terceirizado.
C emergencial.
D significativo.
E exclusivo.

Promover a inclusão social e a cidadania da pessoa com deficiência é o que visa a Lei n° 13.146/2015. Ao tratar do direito à vida, determina o artigo 10 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, como competência do poder público, garantir a dignidade dessas pessoas ao longo de toda a vida. O parágrafo único desse artigo prevê que, em situações de risco, emergência ou estado de calamidade pública, deve o poder público adotar medidas para proteção e segurança da pessoa com deficiência, que será considerada

A incapaz.
B vulnerável.
C útil.
D valorizada.
E privilegiada.

Para fins de sua aplicação, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n° 13.146/2015) define como barreiras qualquer entrave ou obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança. De acordo com a referida lei (artigo 3° , IV, f), as barreiras são classificadas em urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações, atitudinais e

A financeiras.
B relacionais.
C físicas.
D tecnológicas.
E laborativas.

A violência contra a mulher ocorre além das relações conjugais e familiares, sendo múltiplas as manifestações e situações que a caracterizam. Essa categoria “violência contra a mulher” embora revestida de complexidade conceitual, é compreendida como instrumento de controle sobre os corpos femininos, que abriga um repertório de práticas diversas em intensidade e extensão. A violência pode ser física, sexual, psicológica, patrimonial, entre outras. A Lei Maria da Penha (artigo 1° ) cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabelece medidas de assistência e proteção à vítima. O artigo 7° , V, da referida lei estabelece, entre as formas de violência contra a mulher, a violência moral, compreendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou

A prejuízo.
B limitação.
C injúria.
D inconformismo.
E desesperança.