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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
895 questões encontradas
A expressão “comunicação pública” tem sido cada vez mais discutida no contexto contemporâneo, pois diz respeito à forma como informações de interesse comum circulam entre governos, sociedade, mercado e demais atores sociais. Em contraste com estratégias de marketing ou propaganda, a comunicação pública busca servir ao coletivo, favorecendo a transparência, a participação cidadã e a responsabilização. No entanto, seus limites e propósitos nem sempre são claros, gerando interpretações distintas sobre como efetivamente colocá-la em prática. Com base nisso, melhor reflete o propósito central e implicações práticas da comunicação pública:
A noção de “convergência de mídias”, formulada por Henry Jenkins, envolve muito mais do que a fusão de tecnologias. Refere-se a um cenário contemporâneo em que diferentes meios de comunicação, práticas culturais e tecnologias se entrelaçam, transformando a forma como as pessoas produzem, consomem e interagem com conteúdos. Para o jornalismo, essa convergência traz desafios e oportunidades, pois exige narrativas articuladas, participação ativa do público e capacidade de pensar diferentes linguagens e suportes. Com base no conceito de convergência de mídias, assinale a alternativa que reflete os elementos fundamentais desse fenômeno.
A delimitação dos gêneros jornalísticos segue sendo um desafio teórico e prático para os estudiosos e profissionais da área. As clássicas tipologias (notícia, reportagem, entrevista, crônica, editorial, artigo de opinião etc.) foram inicialmente estabelecidas a partir de padrões de linguagem, formatação e propósito comunicativo. Contudo, as transformações tecnológicas e sociais – como o surgimento do jornalismo digital e a multiplicação de plataformas – trouxeram novas possibilidades de construção discursiva, levando a sobreposições de características genéricas. Em função disso, os estudos contemporâneos questionam até que ponto os gêneros jornalísticos podem ser definidos com rigidez ou se, na prática, eles se tornam cada vez mais híbridos. Considerando as discussões sobre a evolução dos gêneros jornalísticos na atualidade, especialmente diante da convergência midiática e das mudanças nas práticas profissionais, expressa a complexidade de definir esses gêneros no ambiente contemporâneo:
A ideia de “interesse público” costuma ser apontada como o fundamento ético e social do jornalismo. Porém, há debates que questionam até que ponto as produções jornalísticas, sobretudo em ambientes competitivos e comerciais, conseguem de fato priorizar questões relevantes para a coletividade. Entre o que interessa ao público (aquilo que desperta curiosidade ou audiência) e o que é efetivamente de interesse público (temas que impactam direitos, deveres, políticas e responsabilidade social) há uma tensão contínua. Além disso, fatores como a influência de grupos econômicos ou políticos e a busca por audiência podem desvirtuar o compromisso com a cidadania. Considerando os desafios que envolvem a definição e a prática do interesse público no jornalismo, expressa uma compreensão teórica e prática consistente sobre essa categoria fundamental da profissão:
Nas teorias avançadas de jornalismo, o “fato jornalístico” não é simplesmente um reflexo automático de ocorrências do mundo real. Sua importância reside na capacidade de mediar a relação entre os acontecimentos e a sociedade, funcionando como um pilar essencial para a formação de opinião, o exercício da cidadania e o fortalecimento da democracia. Ele contribui para informar, contextualizar e estimular o debate público, sendo uma peça-chave na compreensão e reflexão sobre o mundo contemporâneo. Assim, há um debate contínuo sobre até que ponto o fato jornalístico corresponde objetivamente ao que “aconteceu” e em que medida esse processo de construção confere novos sentidos ao evento original. Assinale como um “acontecimento” se transforma em “fato jornalístico” no contexto da prática profissional e das rotinas de produção de notícias.
Os processos de produção de notícias e sua veiculação no jornalismo usam procedimentos e técnicas que procuram tornar a informação mais atraente, considerando as especificidades do veículo, como tamanho, dimensões, linguagem e público-alvo. Sobre o texto jornalístico, assinale a afirmativa INCORRETA.
Nas últimas décadas, houve uma mudança significativa nas formas de produção e consumo de produtos midiáticos. As novas tecnologias permitiram a emergência de um público mais participativo, o que ensejou a convergência dos meios, ou seja, a disseminação de conteúdos para múltiplas plataformas. Antes de ser apenas tecnológica, a convergência dos meios traz mudanças culturais e sociais que podem ser observadas no perfil do público consumidor de produtos midiáticos. A convergência dos meios de comunicação é um fenômeno que envolve a integração de diferentes plataformas e tecnologias. Sobre a convergência midiática, assinale a afirmativa correta.
Texto associado
O câncer cada vez mais próximo da cura Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal. Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias. Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente. Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu. O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras. Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem. É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá. (Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)
A partir da estruturação do trecho a seguir “Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas , [...]” (1º§), pode-se afirmar que:
Texto associado
O câncer cada vez mais próximo da cura Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal. Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias. Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente. Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu. O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras. Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem. É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá. (Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)