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A imensidão do território brasileiro é acentuada para o viajante pelo fato de ele ter à frente, geralmente, planícies e planaltos, às vezes dominados por relevos tabulares. Essa topografia deriva da estrutura geológica do País, formada essencialmente de antigos escudos e de coberturas sedimentares ou vulcânicas.

THÉRY, H.; MELLO, N. Atlas do Brasil . São Paulo:
EDUSP, 2008. p. 61. Adaptado.

Como exemplo de cobertura vulcânica do território brasileiro, identifica-se o(a)

A presença de minério de ferro no Sudeste
B jazimento de bauxita na Amazônia paraense
C concentração de manganês no Norte
D jazimento de petróleo e gás na região Nordeste
E derramamento de basalto na região Sul

No Brasil, durante muito tempo, as migrações internas, do Norte para o Sul e do mundo rural para as cidades, constituíram uma tentativa de resposta individual à extrema pobreza de algumas regiões. Fator de diversificação do tecido social e de desenvolvimento de associações e ONG, essa mobilidade contribuiu para a riqueza do Sul, assim como para a expansão das favelas urbanas. A esses efeitos devem-se acrescentar, hoje, fluxos populacionais mais diversificados.

DURAND, M-F. et al. Atlas da mundialização . São Paulo: Saraiva,
2009. p. 130. Adaptado.

Na atual realidade brasileira, ocorre um novo e recente fluxo populacional denominado

A movimento pendular
B êxodo rural
C migração de retorno
D transumância
E transmigração

Maria disse que sua família possui um único carro.

Se Maria mentiu, então a sua família

A não possui carro, ou possui mais de um carro.
B não possui carro.
C possui outro tipo de veículo.
D não gosta de carros.
E possui mais de um carro.
Texto associado
Texto III

Do fogo às lâmpadas de LED

Ao longo de nossa evolução, desenvolvemos
uma forma muito eficiente de detectar a luz: nosso
olho. Esse órgão nos permite enxergar formas e co-
res de maneira ímpar. O que denominamos luz no co-
5 tidiano é, de fato, uma onda eletromagnética que não
é muito diferente, por exemplo, das ondas de rádio ou
micro-ondas, usadas em comunicação via celular, ou
dos raios X, empregados em exames médicos.
Para que pudesse enxergar seu caminho à noi-
10 te, o homem buscou o desenvolvimento de fontes de
iluminação artificial. Os primeiros humanos recolhiam
restos de queimadas naturais, mantendo as chamas
em fogueiras. Posteriormente, descobriu-se que o
fogo poderia ser produzido ao se atritarem pedras ou
15 madeiras, dando o primeiro passo rumo à tecnologia
de iluminação artificial.
A necessidade de transporte e manutenção do
fogo levou ao desenvolvimento de dispositivos de
iluminação mais compactos e de maior durabilidade.
20 Assim, há cerca de 50 mil anos, surgiram as primeiras
lâmpadas a óleo, feitas a partir de rochas e conchas,
tendo, como pavio, fibras vegetais que queimavam
em óleo animal ou vegetal. Mais tarde, a eficiência
desses dispositivos foi aumentada, com o uso de óleo
25 de tecidos gordurosos de animais marinhos, como
baleias e focas.
As lâmpadas a óleo não eram adequadas para
que áreas maiores (ruas, praças etc.) fossem ilumi-
nadas, o que motivou o surgimento das lâmpadas a
30 gás obtido por meio da destilação do carvão mineral.
Esse gás poderia ser transportado por tubulações ao
local de consumo e inflamado para produzir luz.
O domínio da tecnologia de geração de energia
elétrica e o entendimento de efeitos associados à
35 passagem de corrente elétrica em materiais viabiliza-
ram o desenvolvimento de novas tecnologias de ilu-
minação: lâmpadas incandescentes, com filamentos
de bambu carbonizado, que garantem durabilidade
de cerca de 1,2 mil horas à sua lâmpada; e as lâm-
40 padas halógenas, com maior vida útil e luz com maior
intensidade e mais parecida com a luz solar.

AZEVEDO, E. R.; NUNES, L. A. O. Revista Ciência Hoje . Rio
de Janeiro: Instituto Ciência Hoje. n. 327, julho 2015, p. 38-40.
Disponível em: do-fogo-as-lampadas-led>. Acesso em: 4 ago. 2015. Adaptado.

No trecho “Ao longo de nossa evolução, desenvolvemos uma forma muito eficiente de detectar a luz: nosso olho.” (l. 1-3), a palavra que pode substituir detectar , por ter sentido equivalente, é

A simbolizar
B designar
C reproduzir
D determinar
E perceber

Disponível em: RMNordeste.jpg>. Acesso em: 30 maio 2016.

Na Figura, as áreas urbanas destacadas nos estados do Nordeste correspondem, exclusivamente, a

A regiões administrativas
B centros regionais
C regiões metropolitanas
D capitais estaduais
E regiões de integração

Considere a seguinte argumentação:

Se alguém tivesse faltado à festa, então todos teriam passado por interesseiros.
No entanto, alguém não passou por interesseiro.

Conclui-se que

A alguém foi à festa, mas não todos.
B não houve festa.
C quem faltou à festa é interesseiro.
D todos faltaram à festa.
E ninguém faltou à festa.

Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2016.

A partir da década de 1980, o cultivo da soja passa a ocupar predominantemente terras da seguinte porção do território:

A Planalto das Guianas
B Borda da Amazônia
C Interior do Nordeste
D Campanha Gaúcha
E Chapada Diamantina