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Leia o Texto 1: Virou moda Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo comprando outras Por Cora Rónai, Rio de Janeiro Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa. Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”. E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias. O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”). Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa. “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante). Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros. Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia. Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito. E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo. Não estou dizendo?

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml . Acesso em 06/09/2023

Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo, para responder à questão: “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho , mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante) A vírgula que antecede a conjunção “mas” foi empregada para:

A enumerar elementos não oracionais
B separar uma oração coordenada sindética aditiva
C separar uma oração coordenada sindética adversativa
D apontar uma oração subordinada posposta à principal
E incluir uma expressão explicativa semelhante a um aposto
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Leia o Texto 1: Virou moda Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo comprando outras Por Cora Rónai, Rio de Janeiro Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa. Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”. E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias. O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”). Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa. “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante). Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros. Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia. Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito. E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo. Não estou dizendo?

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml . Acesso em 06/09/2023

Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo, para responder à questão: “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho , mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante) Com relação às classes, as palavras destacadas são respectivamente:

A substantivo – preposição – preposição
B substantivo – preposição – conjunção
C substantivo – conjunção – preposição
D adjetivo – preposição – conjunção
E adjetivo – conjunção – preposição

Nas conceituações relacionadas ao planejamento estratégico, os guias que são utilizados para indicar o que deve ser feito, especificando como os recursos serão alocados e quais atividades devem ser realizadas, de forma a alcançar os objetivos organizacionais, referem-se ao conceito de:

A meta
B visão
C plano
D missão
E diretriz

A estratégia de negócio define como a unidade deve competir para alcançar uma posição de superioridade em relação aos seus concorrentes. Os recursos e as capacidades distintivas que possibilitam coordenar a produção, integrar tecnologias e otimizar a organização do trabalho, entregando mais valor ao cliente, denominam-se:

A poder de barganha
B estratégia ambiental
C vantagem competitiva
D competência essencial
E inteligência competitiva

McGregor desenvolveu uma das primeiras teorias para entender o comportamento humano, classificando-a de acordo com pressupostos distintos da natureza humana. O administrador que adota os pressupostos da “Teoria X” tem a expectativa de que seus subordinados:

A tenham iniciativa e sejam criativos
B evitem assumir responsabilidades
C aceitem e busquem novos desafios
D sejam capazes de autocontrole e direção
E enxerguem o trabalho como algo que causa satisfação

De acordo com Fleury

( 1996 ), o conceito de cultura organizacional está relacionado à rede de concepções, normas e valores que são aceitos como corretos e presentes em todos os aspectos da vida organizacional. O nível do processo de aprendizagem da cultura organizacional que, de acordo com Schein

( 1986 ), diz respeito às crenças coletivas, caracterizadas como verdades inquestionáveis, invisíveis e inconscientes são denominados:

A valores
B artefatos
C espaços físicos
D pressupostos básicos
E padrões comportamentais

A departamentalização frequentemente utilizada nos níveis mais baixos da estrutura organizacional das áreas produtivas ou de operações das empresas industriais, em que a diferenciação e o agrupamento são feitos por meio do arranjo dos equipamentos, utilizada especialmente quando a tecnologia e os produtos são duradouros, como no caso da indústria automobilística, caracteriza a estruturação organizacional do tipo:

A cliente
B função
C projeto
D produto
E processo

A metodologia Balanced scorecard (BSC) é utilizada no setor público para medição e controle da gestão do desempenho e na busca do alinhamento entre a estratégia e as atividades operacionais, para garantir que os objetivos estratégicos sejam alcançados. Focado no equilíbrio organizacional, o BSC tem quatro perspectivas básicas: aprendizagem e crescimento organizacional, além de:

A tarefas, estruturas e pessoas
B planejamento, direção e controle
C finanças, clientes e processos internos
D ambiente, tecnologias e competitividade
E estrutura, concorrência e megatendências

No planejamento estratégico de um município, deve-se atender ao princípio da maior eficiência, eficácia e efetividade. A situação que caracteriza a efetividade em um órgão público é:

A a resolução dos problemas que surgem
B a salvaguarda dos recursos aplicados no órgão
C a maximização da utilização dos recursos disponíveis
D a apresentação de resultados globais positivos ao longo do tempo
E o cumprimento dos deveres e das responsabilidades estabelecidas