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Júlia está projetando um banco de dados que mantém a consistência dos registros de uma entidade a partir de valores provenientes de outras entidades. Nesse caso, ela está aplicando o conceito de

A integridade referencial.
B chave primária.
C integridade de entidade.
D integridade de domínio.
E chave estrangeira.

Que tipo de informação pode ser obtida consultando um “servidor de WHOIS”?

A Identificar a validade de uma notícia.
B Identificar endereços de e-mail confirmados.
C Identificar computadores dentro de uma rede LAN.
D Identificar números de telefone suspeitos.
E Identificar responsáveis por cada bloco de números IP existentes.

Em uma situação na qual é necessário o acesso externo a informações, assinale a alternativa que apresenta uma recomendação da ISO 27002.

A Limitar o acesso às informações antes da implantação dos controles apropriados.
B Garantir o acesso às informações para avaliação das vulnerabilidades posteriores.
C Permitir o acesso às informações dentro de um ambiente de testes.
D Bloquear totalmente o acesso às informações antes da implantação dos controles apropriados.
E Impor normas de acesso independentemente das particularidades de cada agente externo.

Assinale a alternativa que apresenta um motivo pelo qual NÃO é recomendado relacionamento entre tabelas do tipo umpara-um.

A Isolar parte de uma tabela por segurança.
B Armazenar dados que se apliquem somente a um subconjunto da tabela principal.
C Dividir uma tabela com muitos campos.
D Reutilizar informação entre vários registros.
E Aumentar a performance do Banco de Dados.

Para fins da Lei n° 13.709/2018, de Proteção de Dados, considera-se

A dado anonimizado a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no momento do tratamento, por meio dos quais um dado perde a possibilidade de associação, direta ou indireta, a um indivíduo.
B operador a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais.
C dado pessoal sensível o dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.
D controlador a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador.
E anonimização o dado relativo a titular que não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de seu tratamento.

O Decreto nº 10.046, de 9 de outubro de 2019, e suas disposições

A institui o Cadastro Base do Cidadão, especificando os atributos biográficos e cadastrais mínimos.
B não cita o Comitê Central de Governança de Dados.
C dispõe sobre a governança no compartilhamento de dados no setor privado.
D afirma que o compartilhamento amplo de dados necessita da autorização prévia pelo gestor de dados para dados abertos e para transparência ativa.
E cria o Comitê Central de Governança de Dados, prevendo membros da sociedade civil.
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca. Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.

O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso! Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho.

E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro. Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.

Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro.

O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa. Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

Sobre o uso do hífen, assinale a alternativa INCORRETA.

A Em “pseudorroteiros”, o uso de hífen é proibido.
B Em “pseudorroteiros”, o uso de hífen é opcional.
C Em “pseudorroteiros”, há a junção dos termos “pseudo” e “roteiros”.
D Em “o tão adorado-odiado Leblon”, o hífen une duas palavras com sentidos opostos.
E Em “posts-denúncias”, o hífen une duas palavras que, juntas, possuem o mesmo significado que “posts denunciativos”.

Na modelagem relacional, se determinada relação está na terceira forma normal, sabe-se que

A as dependências transitivas foram eliminadas.
B é possível que ainda existam campos multivalorados tratados na quarta forma normal.
C ainda podem existir dependências parciais com a chave primária, tratadas na quinta forma normal.
D a relação já atende às regras da Forma Normal de Boyce-Codd (FNBC).
E não existem atributos não-chave funcionalmente dependentes de parte da chave primária

Um administrador de banco de dados Oracle precisa criar novos tipos de objetos usando a linguagem PL/SQL. Assinale a alternativa que apresenta corretamente parte da sintaxe do comando para a criação desses objetos.

A CREATE [OR REPLACE] AS OBJECT (…);
B CREATE [OR REPLACE] TYPE AS OBJECT (…);
C CREATE [OR REPLACE] TABLE AS OBJECT (…);
D CREATE [OR REPLACE] INTO OBJECT (…);
E CREATE [OR REPLACE] OBJECT (…);

Se todo funcionário público é concursado e nenhum concursado é autônomo, então é correto afirmar que

A todo concursado é um funcionário público.
B nenhum concursado é funcionário público.
C todo autônomo é concursado.
D nenhum funcionário público é autônomo.
E todo funcionário público é autônomo.