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O Docker possibilita que uma imagem com todos os aplicativos e configurações realizadas em um contêiner sejam transferidos para outro host, bastando que este tenha o Docker instalado. Assinale a alternativa que apresenta o nome dessa operação.

A Restore.
B Dump.
C Drill down Contêiner.
D Portabilidade.
E Drill up Contêiner.

A PL/SQL contém diversos tipos de objetos armazenados no banco de dados. Um profissional de tecnologia da informação necessita utilizar um desses objetos que é um bloco de código PL/SQL disparado automaticamente mediante uma ação do usuário ou da aplicação dentro do banco de dados. Qual é o nome desse objeto?

A Select.
B Procedure.
C Insert.
D Trigger.
E Cursor.
Texto associado
O cinzeiro Mário Viana

Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes e com certa delicadeza para restaurar um cinzeiro que está na família há mais de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é apenas o símbolo de uma época.

Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro destaca-se um “P” todo trabalhado em relevo.

Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia de dona Ira um celebridade internacional. [...]

Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma princesa – italiana, mas principessa , que diacho – despencou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coitado. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de borracha que era pressionado também foi para o devido beleléu. Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.

Praticamente aposentado – a maioria dos meus amigos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de destaque na memorabilia do meu hipotético museu pessoal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos desimportantes para o mundo. Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochileiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro carente de reparo.

Adaptado de: . Acesso em: 10 set. 2020.

A que gênero textual pertence o texto?

A Anúncio.
B Narração.
C Conto.
D Notícia.
E Crônica
Texto associado
O cinzeiro Mário Viana

Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes e com certa delicadeza para restaurar um cinzeiro que está na família há mais de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é apenas o símbolo de uma época.

Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro destaca-se um “P” todo trabalhado em relevo.

Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia de dona Ira um celebridade internacional. [...]

Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma princesa – italiana, mas principessa , que diacho – despencou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coitado. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de borracha que era pressionado também foi para o devido beleléu. Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.

Praticamente aposentado – a maioria dos meus amigos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de destaque na memorabilia do meu hipotético museu pessoal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos desimportantes para o mundo. Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochileiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro carente de reparo.

Adaptado de: . Acesso em: 10 set. 2020.

Assinale a alternativa em que a sílaba em destaque, em ambas as palavras, é um prefixo com o significado de “negação, ação contrária”.

A Des tacar, des montar
B Des montar, des amassar.
C Des taque, des importante.
D Des cobrir, des tacar.
E Des amassar, des tacar-se.

Segundo o que prevê a Instrução Normativa 01/2019, SEGES/ME, o Mapa de Gerenciamento de Riscos deve ser juntado aos autos do processo administrativo, pelo menos,

A após todo e qualquer evento, independentemente de sua relevância.
B a cada seis meses, durante a gestão do contrato.
C ao iniciar a elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico.
D ao iniciar a fase de Seleção do Fornecedor.
E uma vez ao ano, durante a gestão do contrato.
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca. Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.

O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso! Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho.

E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro. Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.

Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro.

O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa. Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

Quanto ao excerto “Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos [...]”, assinale a alternativa correta.

A A palavra “encosto” está sendo utilizada com o significado de “lugar ou objeto em que alguém ou algo pode se encostar”.
B A palavra “encosto” está sendo utilizada com o significado de “mulher que é mantida por alguém fora do casamento”.
C Se a expressão entre vírgulas “no sentido macumberístico mesmo” fosse retirada do excerto, isso causaria um problema sintático.
D O termo “mesmo” poderia ser colocado antes da expressão “sentido macumbeirístico” sem que isso modificasse o sentido do excerto.
E A expressão “no sentido macumberístico mesmo” tem a função de explicar com qual significado a palavra “encosto” está sendo utilizada.
Texto associado
O cinzeiro Mário Viana

Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes e com certa delicadeza para restaurar um cinzeiro que está na família há mais de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é apenas o símbolo de uma época.

Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro destaca-se um “P” todo trabalhado em relevo.

Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia de dona Ira um celebridade internacional. [...]

Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma princesa – italiana, mas principessa , que diacho – despencou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coitado. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de borracha que era pressionado também foi para o devido beleléu. Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.

Praticamente aposentado – a maioria dos meus amigos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de destaque na memorabilia do meu hipotético museu pessoal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos desimportantes para o mundo. Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochileiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro carente de reparo.

Adaptado de: . Acesso em: 10 set. 2020.

Referente ao excerto “Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes [...]”, assinale a alternativa correta.

A Em ambos os casos, o pronome “se” exerce a mesma função.
B A expressão “aceitam-se” poderia ser substituída por “aceita-se” sem que isso causasse prejuízo sintático ou semântico ao período.
C Ambas as orações estão na voz ativa.
D Em “aceitam-se”, o pronome indica que o sujeito do verbo é indeterminado.
E Em “procura-se”, “eu” é sujeito oculto do verbo, sendo a oração parafraseável por “eu procuro um martelinho de ouro”.

Com o objetivo de premiar seu melhor vendedor, uma loja contratou José para desenvolver uma consulta SQL que retorne o ‘id_vendedor’ do vendedor que, somando o valor total de todos os seus pedidos, foi o que mais vendeu. Qual das alternativas a seguir apresenta o código que José deverá implementar para alcançar esse objetivo? pedido id_pedido id_cliente id_vendedor total

A SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) ASC LIMIT 0,1);
B SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_pedido ORDER BY SUM(total) LIMIT 1,1);
C SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) DESC LIMIT 0,1);
D SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) LIMIT 1,1);
E SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) DESC LIMIT 1,0);