Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
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Acerca do controle da administração pública e dos seus instrumentos de fiscalização, assinale a opção correta.
Assinale a opção que apresenta uma rede segura utilizada por empresas para permitir a troca de informações entre redes geograficamente separadas como se estivessem na própria rede da empresa.
Helena, de 26 anos de idade, mora com sua avó, Ana Maria, de 58 anos de idade, no município de Macapá. Helena tem deficiência de longo prazo, de natureza física, com mobilidade bastante reduzida, e, para assisti-la, contratou Joana como sua atendente pessoal.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta, com base nos direitos da pessoa com deficiência.
Acerca da Lei n.º 9.784/1999, que estabelece normas sobre o processo administrativo federal, assinale a opção correta.
Texto associado
O termo “expansão” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado no texto CG2A1-I com o sentido de
Acerca dos serviços públicos, assinale a opção correta.
A consistência e a confiabilidade de processos de seleção de pessoas nas organizações exigem estudos de validação para que se possa garantir que determinados critérios de desempenho no trabalho sejam preditos por fatores de previsão como traços de personalidade, escolaridade, experiência anterior, competências e habilidades. A esse respeito, é correto afirmar que estudos de validação
Texto associado
Caso clínico 1A1-II
Jéssica, com 35 anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento mais próxima de sua casa, por estar sentindo dor no peito, falta de ar e inquietação. Após avaliação médica, ela foi encaminhada para atendimento psicológico na rede de atenção. Na consulta com psicólogo, ela relatou: “Tem mais de oito meses que as coisas ficaram mais difíceis. Só quero ficar em casa, me irrito com facilidade e estou sempre com dor de cabeça e cansada. Me preocupo com tudo. Não consigo me controlar. Sei que não faz bem, mas penso que meus filhos só têm a mim, que somos só eu e eles nessa cidade. Nunca tive apoio do pai deles. Já passamos muitas necessidades. Se não fosse minha vizinha, não sei o que seria de nós. Sinto um aperto no peito que não passa. Nos últimos dias tenho sentido falta de ar, principalmente, no início da noite. Tem um ano que perdi minha mãe. Ela faleceu às 18 h. Não sei se tem relação, mas meus dias depois do falecimento dela, nunca mais foram os mesmos. Quando começa a escurecer, o medo aumenta, a angústia e a falta de ar ficam incontroláveis. Minha concentração nunca foi boa. Mas tenho sentido uma piora grande. Tenho problemas para dormir e fazer as coisas em casa. Estou desempregada há mais de cinco meses. Acabei perdendo o emprego por conta desses meus problemas” (sic).
Jéssica, com 35 anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento mais próxima de sua casa, por estar sentindo dor no peito, falta de ar e inquietação. Após avaliação médica, ela foi encaminhada para atendimento psicológico na rede de atenção. Na consulta com psicólogo, ela relatou: “Tem mais de oito meses que as coisas ficaram mais difíceis. Só quero ficar em casa, me irrito com facilidade e estou sempre com dor de cabeça e cansada. Me preocupo com tudo. Não consigo me controlar. Sei que não faz bem, mas penso que meus filhos só têm a mim, que somos só eu e eles nessa cidade. Nunca tive apoio do pai deles. Já passamos muitas necessidades. Se não fosse minha vizinha, não sei o que seria de nós. Sinto um aperto no peito que não passa. Nos últimos dias tenho sentido falta de ar, principalmente, no início da noite. Tem um ano que perdi minha mãe. Ela faleceu às 18 h. Não sei se tem relação, mas meus dias depois do falecimento dela, nunca mais foram os mesmos. Quando começa a escurecer, o medo aumenta, a angústia e a falta de ar ficam incontroláveis. Minha concentração nunca foi boa. Mas tenho sentido uma piora grande. Tenho problemas para dormir e fazer as coisas em casa. Estou desempregada há mais de cinco meses. Acabei perdendo o emprego por conta desses meus problemas” (sic).