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Sobre o diagrama boxplot, seus componentes e funções, assinale a alternativa correta.

A A linha central do boxplot representa a média dos dados, proporcionando uma medida da tendência central.
B As “caixas” do boxplot mostram a distribuição dos dados dentro do intervalo interquartil (IQR), que corresponde aos 50% dos dados centrais.
C Os “bigodes” do boxplot se estendem até os valores mínimo e máximo dos dados, incluindo todos os outliers .
D O intervalo interquartil (IQR) é calculado como a diferença entre o primeiro quartil (Q1) e a mediana.
E Outliers são identificados no boxplot como pontos fora das “caixas” que representam o intervalo interquartil (IQR).

Qual é o objetivo do gerenciamento da integração do projeto?

A Agrupar sistematicamente conhecimento e competências de forma harmônica.
B Assegurar a execução limitada aos recursos previstos no planejamento.
C Atender às expectativas do cliente, assegurando garantia e confiabilidade do produto.
D Despender esforço para alcançar a efetividade entre os envolvidos.
E Aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos.

A respeito de auditoria e conformidade em segurança da informação, assinale a alternativa INCORRETA.

A A auditoria de segurança da informação é um processo sistemático e independente que avalia a eficácia das políticas e procedimentos de segurança em uma organização.
B A conformidade em segurança da informação assegura que uma organização atenda aos requisitos legais, regulamentares e padrões da indústria aplicáveis.
C Testes de intrusão ( pentests ) são realizados durante auditorias de segurança para identificar vulnerabilidades em sistemas e redes antes que possam ser exploradas por atacantes.
D O gerenciamento de conformidade envolve apenas a realização de auditorias internas periódicas para garantir que as políticas de segurança estejam sendo seguidas.
E A certificação ISO/IEC 27001 é um padrão internacional que especifica os requisitos para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI).

A respeito da Dívida Flutuante e da Dívida Fundada ou Consolidada, assinale a alternativa correta.

A A dívida pública flutuante pode ser definida como o montante total das obrigações financeiras assumidas pelo ente da Federação para amortização em prazo superior a doze meses.
B Uma despesa empenhada, liquidada, mas não paga no respectivo exercício financeiro, referente à aquisição de veículos, contribui para o aumento da dívida fundada.
C Os precatórios judiciais não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos integram a dívida flutuante, para fins de aplicação dos limites da dívida.
D Será incluída na dívida pública flutuante da União a relativa à emissão de títulos de responsabilidade do Banco Central do Brasil.
E Integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Considerando os usos da vírgula, assinale a alternativa INCORRETA.

A Em “Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano [...]”, as vírgulas marcam a intercalação de uma conjunção.
B Em “Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior [...]”, a vírgula isola oração com função adverbial no início do período.
C Em “[...] como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos [...]”, as vírgulas separam elementos coordenados, de mesma função sintática (sujeito), e a última empregada poderia ser descartada, já que o elemento a seguir trata-se de um verbo.
D Ainda em “[...] como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos [...]”, a expressão “de forma significativa”, optativamente, poderia estar isolada por vírgulas, visto que corresponde a uma locução adverbial modal deslocada.
E No trecho “[...] é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem.”, há a ausência de uma vírgula obrigatória antes da preposição “para”, uma vez que esta introduz ao período uma sentença adverbial.