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Leia o texto para responder a questão. Foco no cerrado O tema da preservação ambiental, no Brasil, sempre vai associado a desmatamento da Amazônia, fogo no Pantanal e a quase extinção da mata atlântica. Raramente vem à tona a defesa do cerrado, bioma que perdeu 8531 km² da vegetação original em 2021, quase seis vezes a área do município de São Paulo. Esse dado desanimador teve divulgação no último dia de 2021. Existe algo de preconceito nessa visão desfocada do cerrado, paisagem que domina o centro do país. Na estiagem, suas fisionomias campestres e florestais assumem aparência seca, um mosaico de capim, arbustos e árvores retorcidas não raro descrito como reles “mato”. É o segundo maior bioma do Brasil, contudo, e o que se chama de “hotspot”: área de imensa biodiversidade sob grave ameaça. Metade do cerrado já foi destruída, ante um quinto da floresta amazônica. A imagem de terra sem valor favoreceu a expansão imprevidente do agronegócio. Hoje a savana brasileira produz 55% da carne bovina, 49% da soja, 49% do milho, 98% do algodão e 47% da cana-de-açúcar, segundo a Embrapa Cerrados. Foi uma façanha épica e tecnológica convertê-la no celeiro de grãos do país, a partir dos anos 1970. No entanto tal história de sucesso comportou boa dose de negligência com a devastação continuada. (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.01.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o conectivo empregado mantém o sentido do texto e a regência nominal está em conformidade com a norma-padrão.

A O cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, porque é descrito como reles “mato” em razão do seu aspecto na estiagem.
B O cerrado é descrito como reles “mato” graças o seu aspecto na estiagem, todavia ele é o segundo maior bioma do Brasil.
C Apesar de ser descrito como reles “mato”, devido ao seu aspecto na estiagem, o cerrado é o segundo maior bioma do Brasil.
D Tanto o cerrado é o segundo maior bioma do Brasil que é descrito como reles “mato” devido o seu aspecto na estiagem.
E Em razão ao seu aspecto na estiagem, o cerrado é descrito como um reles “mato”, mas também é o segundo maior bioma do Brasil.
Texto associado
Leia o texto para responder a questão. Foco no cerrado O tema da preservação ambiental, no Brasil, sempre vai associado a desmatamento da Amazônia, fogo no Pantanal e a quase extinção da mata atlântica. Raramente vem à tona a defesa do cerrado, bioma que perdeu 8531 km² da vegetação original em 2021, quase seis vezes a área do município de São Paulo. Esse dado desanimador teve divulgação no último dia de 2021. Existe algo de preconceito nessa visão desfocada do cerrado, paisagem que domina o centro do país. Na estiagem, suas fisionomias campestres e florestais assumem aparência seca, um mosaico de capim, arbustos e árvores retorcidas não raro descrito como reles “mato”. É o segundo maior bioma do Brasil, contudo, e o que se chama de “hotspot”: área de imensa biodiversidade sob grave ameaça. Metade do cerrado já foi destruída, ante um quinto da floresta amazônica. A imagem de terra sem valor favoreceu a expansão imprevidente do agronegócio. Hoje a savana brasileira produz 55% da carne bovina, 49% da soja, 49% do milho, 98% do algodão e 47% da cana-de-açúcar, segundo a Embrapa Cerrados. Foi uma façanha épica e tecnológica convertê-la no celeiro de grãos do país, a partir dos anos 1970. No entanto tal história de sucesso comportou boa dose de negligência com a devastação continuada. (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.01.2022. Adaptado)

No trecho do primeiro parágrafo – ... bioma que perdeu 8531 km² da vegetação original em 2021... –, o termo destacado está empregado com o mesmo valor que na frase:

A É certo que a biodiversidade do cerrado vive sob ameaça.
B A biodiversidade que se encontra no cerrado está ameaçada.
C Que ameaça enfrenta a biodiversidade do cerrado nacional?
D Espera-se que se combata a ameaça à biodiversidade do cerrado.
E A esperança é de que a biodiversidade do cerrado não seja ameaçada.

Foi pedido a três amigos que anotassem em um papel um número inteiro maior do que zero. Julia anotou um número menor do que 8, Lucas anotou um número menor do que 7 e Ana anotou um número menor do que 9. O número de possibilidades para o resultado da soma dos números anotados por esses três amigos é

A 19.
B 81.
C 128.
D 216.
E 336.

Uma grande praça plana, em formato de hexágono regular, tem lados medindo 15 m. Em linha reta, partindo-se do ponto central dessa praça e chegando-se ao ponto médio de um dos seus lados, caminha-se, aproximadamente, 13 m. Sendo assim, a área dessa praça é, aproximadamente,

A 575 m 2 .
B 585 m 2 .
C 595 m 2 .
D 605 m 2 .
E 615 m 2 .

A implantação do projeto Olho Vivo possibilitou, inicialmente, o uso de 2500 câmeras operacionais portáteis, por 18 unidades da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em virtude do sucesso do projeto, o governo do Estado anunciou à imprensa que em 2022 o número de câmeras será ampliado. Quantas câmeras a mais pretende-se disponibilizar para a Polícia Militar nesse ano?

A 2 500
B 5 000
C 7 000
D 9 500
E 12 000

Os índios reduzidos fraudulentamente ao cativeiro constituem a imensa maioria da população servil. Ora, nenhum colono existe, por muito miserável, que não explore uma criatura do gentio. Com dois ou três índios tem a vida assegurada: um lhe pesca, outro lhe caça, outro lhe granjeia as roças. (Alcântara Machado. Vida e morte do bandeirante , 2006. Adaptado.) O excerto descreve as relações sociais na Capitania de São Vicente anteriores ao descobrimento das minas de ouro no final do século XVII. Confrontando-se a colonização dessa região com a de Pernambuco e da Bahia na mesma época, percebe-se, no povoamento do planalto paulista,

A o emprego da escravidão em oposição às formas de trabalho habituais nas grandes unidades açucareiras.
B a obediência estrita às leis metropolitanas em claro contraste com a rebeldia das sociedades litorâneas.
C a natureza mais endógena da economia de subsistência em comparação com os centros econômicos mais dinâmicos.
D o desconhecimento de produtos da exploração econômica característicos das plantations .
E a predominância das missões religiosas, diferentemente das organizações políticas antieclesiásticas das sociedades nordestinas.

[...] a revolução que eclodiu entre 1789 e 1848 [...] constitui a maior transformação da história humana desde os tempos remotos quando o homem inventou a agricultura e a metalurgia, a escrita, a cidade e o Estado. Esta revolução transformou, e continua a transformar, o mundo inteiro. (Eric J. Hobsbawm. A Era das revoluções : Europa 1789-1848, 1981.) As profundas rupturas históricas citadas no excerto definem-se como mudanças

A nos processos produtivos com consequências para as relações de trabalho e nas concepções políticas com o advento de novos projetos sociais.
B nas organizações políticas nacionalistas em benefício das monarquias absolutistas e no liberalismo econômico com a adoção do mercantilismo.
C nas sociedades urbanizadas com o retorno à vida natural e no trabalho em unidades fabris com a propagação do trabalho artesanal.
D na descentralização do poder político com a crise do feudalismo e no comunitarismo social com a formação da sociedade de classes.
E na cultura de massas com a consolidação da arte erudita e nos regimes parlamentaristas com a abolição do sufrágio universal.

A oligarquia cafeeira, como detentora dos maiores poderes políticos no período republicano, é responsável por algumas das deformações mais profundas da sociedade brasileira. Toda participação democrática na vida política se reduz aos grupos de pressão oligárquicos em disputa pelo controle das matérias que afetam os seus interesses. (Darcy Ribeiro. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil , 2008. Adaptado.) A situação abordada no excerto remete a questões políticas presentes na Primeira República brasileira, tal como

A o estado de bem-estar social, que concentra as riquezas no governo federal.
B a política coronelista, que confere privilégios à vontade popular.
C o voto secreto, que inclui analfabetos e mulheres na política.
D o neocolonialismo, que reforça o controle político do país pelas potências econômicas.
E o patrimonialismo, que confunde as esferas de poder públicas e privadas.

Leia o trecho do discurso do ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill, pronunciado na cidade norte-americana de Fulton, em 1946. De Stettin, no Báltico, a Trieste, no Adriático, desceu uma cortina de ferro sobre o continente. Por trás dessa linha estão todas as capitais dos antigos Estados da Europa Central e Oriental: Varsóvia, Berlim, Viena, Budapeste, Belgrado, Sófia e Bucareste. (Martin Gilbert. Churchill: uma vida , 2016.) Nesse discurso foi empregada a expressão “cortina de ferro”, que se referiu, em grande parte da segunda metade do século XX,

A às nações contrárias ao totalitarismo fascista na Segunda Guerra Mundial.
B à divisão do mundo em economias industrializadas e subdesenvolvidas.
C à comunidade econômico-monetária dos países da Europa Oriental.
D aos países socialistas liderados por uma potência dotada de armas nucleares.
E à emergência de Estados devido à dissolução de impérios como o Austro-húngaro.