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Domestic violence victims denied justice: state of Roraima fails to investigate, prosecute abusers June 21, 2017 The authorities in the Brazilian state of Roraima are failing to investigate or prosecute domestic violence cases, leaving women at further risk of abuse, Human Rights Watch said in a report released today. The serious problems in Roraima, the state with the highest rate of killings of women in Brazil, reflect nationwide failures to provide victims of domestic violence with access to justice and protection. Killings of women rose 139 percent from 2010 to 2015 in Roraima, reaching 11.4 homicides per 100,000 women that year, the latest for which there is data available. The national average is 4.4 killings per 100,000 women—already one of the highest in the world. Studies in Brazil and worldwide estimate that a large percentage of women who suffer violent deaths are killed by partners or former partners. Only a quarter of women who suffer violence in Brazil report it, according to a February 2017 survey that does not provide state-by-state data. Human Rights Watch found in Roraima that when women do call police they face considerable barriers to having their cases heard. Military police told Human Rights Watch that, for lack of personnel, they do not respond to all emergency calls from women who say they are experiencing domestic violence. Other women are turned away at police stations. Some civil police officers in Boa Vista, the state´s capital, decline to register domestic violence complaints or to request protection orders. Instead, they direct victims to the single “women’s police station” in the state – which specializes in crimes against women – even at times when that station is closed. Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas, as there are no private rooms to take statements in any police station in the state. Not a single civil police officer in Roraima receives training in how to handle domestic violence cases. Some police officers, when receiving women seeking protection orders, take statements so carelessly that judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order. Civil police are unable to keep up with the volume of complaints they do receive. In Boa Vista, the police have failed to do investigative work on a backlog of 8,400 domestic violence complaints. (Human Rights Watch. www.hrw.org/news/2017/06/21/ brazil-domestic-violence-victims-denied-justice. Adaptado)

No trecho do terceiro parágrafo “ Instead , they direct victims to the single ‘women’s police station’ in the state”, o termo em destaque equivale, em português, a

A por isso.
B depois disso.
C em vez disso.
D para tanto.
E em decorrência.
Texto associado
Domestic violence victims denied justice: state of Roraima fails to investigate, prosecute abusers June 21, 2017 The authorities in the Brazilian state of Roraima are failing to investigate or prosecute domestic violence cases, leaving women at further risk of abuse, Human Rights Watch said in a report released today. The serious problems in Roraima, the state with the highest rate of killings of women in Brazil, reflect nationwide failures to provide victims of domestic violence with access to justice and protection. Killings of women rose 139 percent from 2010 to 2015 in Roraima, reaching 11.4 homicides per 100,000 women that year, the latest for which there is data available. The national average is 4.4 killings per 100,000 women—already one of the highest in the world. Studies in Brazil and worldwide estimate that a large percentage of women who suffer violent deaths are killed by partners or former partners. Only a quarter of women who suffer violence in Brazil report it, according to a February 2017 survey that does not provide state-by-state data. Human Rights Watch found in Roraima that when women do call police they face considerable barriers to having their cases heard. Military police told Human Rights Watch that, for lack of personnel, they do not respond to all emergency calls from women who say they are experiencing domestic violence. Other women are turned away at police stations. Some civil police officers in Boa Vista, the state´s capital, decline to register domestic violence complaints or to request protection orders. Instead, they direct victims to the single “women’s police station” in the state – which specializes in crimes against women – even at times when that station is closed. Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas, as there are no private rooms to take statements in any police station in the state. Not a single civil police officer in Roraima receives training in how to handle domestic violence cases. Some police officers, when receiving women seeking protection orders, take statements so carelessly that judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order. Civil police are unable to keep up with the volume of complaints they do receive. In Boa Vista, the police have failed to do investigative work on a backlog of 8,400 domestic violence complaints. (Human Rights Watch. www.hrw.org/news/2017/06/21/ brazil-domestic-violence-victims-denied-justice. Adaptado)

No trecho do quarto parágrafo “judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

A disconsider.
B don’t have.
C demand.
D connect.
E don’t agree with.

Sobre o processo de socialização, podemos afirmar corretamente que

A ocorre na fase adulta, quando as pessoas podem escolher profissão, orientação sexual e relacionamentos afetivos.
B começa na infância, no âmbito familiar, e se estende até o fim da adolescência, quando se encerra a fase escolar.
C apresenta uma contradição entre o privado (a família) e o público (a escola), tendo como consequência a inadaptação social moderna.
D tem sido aprofundado por conta dos meios de comunicação que integram os indivíduos cada vez mais ao meio social.
E nunca se conclui durante a vida do indivíduo, pois é contínuo e ocorre em cada grupo social de que este faça parte.

“Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”, esta frase adaptada de um dos mandamentos que aparecem no livro A revolução dos bichos, de George Orwell, pode ser aplicada à nossa realidade social porque

A homens e mulheres têm lutado através dos séculos para garantirem essa igualdade sem terem obtido sucesso.
B embora a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos do Homem consagrem a igualdade entre os homens, essa igualdade é apenas formal.
C as pessoas não são naturalmente iguais, o que é aprofundado por processos sociais como família, escola e trabalho.
D cada vez mais, os elementos da contemporaneidade, como tecnologias de informação e comunicação, conduzem à diferenciação entre os indivíduos.
E as relações econômicas entre países centrais e periféricos produzem sociedades ricas e sociedades pobres.

O tema da violência tem sido uma constante nas discussões sobre o Brasil em oposição a um senso comum de que se trata de um povo pacífico, alegre e feliz, “abençoado por Deus”. A violência assume diferentes formas na vida cotidiana: física, doméstica, moral. São manifestações dessas formas, respectivamente:

A ação de policiais, milícias e traficantes em comunidades de periferias; assassinato de mulheres; assédio no trabalho e nos transportes.
B furto de carros; conflitos entre gangues; desavença entre vizinhos.
C pátrio poder; estelionato; perseguição a religiões de matriz africana por fundamentalistas.
D abuso sexual a menores; acidentes de trânsito com eventuais mortes; impunidade a crimes de corrupção.
E desrespeito a determinações constitucionais; uso de algemas na prisão de acusados de crimes do colarinho branco; assassinato de homossexuais.

Entende-se por exercício da cidadania, num sentido amplo:

A ter o direito de votar e ser votado e poder participar de partido político.
B acesso a bens materiais, direito a abrir seu próprio negócio, poder viajar para outros países sem necessidade de autorização oficial.
C respeitar os direitos de minorias, participação em decisões na comunidade em que se vive, votar e acompanhar as atividades dos que são eleitos.
D participar de associações esportivas, de denominações religiosas, de assembleias do condomínio.
E associar-se livremente a sindicato, ter conhecimento sobre a Constituição Federal, respeitar as leis.

De um ponto de vista científico (sociológico), Cultura pode ser entendida como:

A conhecimento erudito, próprio das classes altas, a que chamam normalmente de alta sociedade.
B todo conhecimento fornecido pela escola, de onde se confundir cultura com escolarização.
C conjunto de informações transmitidas pelos meios de comunicação de massa.
D toda e qualquer produção humana como crenças, ciência, artes, tecnologia, formas de organização política, modos de agir.
E conjunto de saberes de origem popular, apropriados pela indústria cultural e transformados em mercadoria.

Uma diferença importante entre a filosofia e as ciências é:

A enquanto as ciências voltam-se especialmente para o mundo natural (físico, químico e biológico), a filosofia trata de temas voltados para o humano.
B enquanto as ciências progridem superando aquilo a que chamam paradigmas, diferentes concepções convivem constituindo o pensamento filosófico.
C enquanto as ciências usam métodos de pesquisa, a filosofia se desenvolve a partir de especulações.
D enquanto as ciências visam à produção de tecnologias, a filosofia existe a fim de realizar a crítica às tecnologias.
E enquanto as ciências são supervalorizadas no mundo contemporâneo, a filosofia perdeu o sentido que possuía no mundo antigo e medieval.

Embora não seja algo preciso e rigoroso, há uma tradição que concebe duas correntes filosóficas opostas a percorrerem os séculos, consagradas simbolicamente pelas duas figuras centrais, Platão e Aristóteles, presentes no célebre quadro de Rafael, A escola de Atenas. São elas:

A o tomismo, desenvolvido na Idade Média, pela Igreja católica, e o criticismo, surgido na Antiguidade, e que teve apogeu no século XIX.
B o ceticismo, que diz que não há conhecimento seguro sobre o empírico, e o empirismo, que se fundamenta na experiência para a produção de conhecimentos científicos.
C o empirismo, caracterizado pela ideia de que a razão é a fonte do conhecimento verdadeiro, e o racionalismo, que defende o uso de métodos racionais para se atingir um conhecimento seguro.
D o racionalismo, que concebe o sujeito como fonte do conhecimento, e o empirismo, que entende que a origem do conhecimento está nos sentidos.
E o platonismo, que concebe a existência de um mundo ideal, e o aristotelismo, que entende que a natureza é a origem da verdade.

A que campos da filosofia correspondem, respectivamente, os seguintes objetos: o verdadeiro, o belo e o justo?

A Ética, epistemologia e estética.
B Política, estética e metafísica.
C Ética, moral e estética.
D Política, filosofia da linguagem e estética.
E Epistemologia, estética e ética.