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O sistema de arrefecimento atua diminuindo o excesso de calor gerado pelas explosões internas e evitando o superaquecimento do motor. A ______ é responsável por impulsionar o líquido pelo sistema. O ______ recebe a água quente do bloco e a devolve mais fria. Já a ______ controla o fluxo dessa água dependendo da temperatura de trabalho. Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

A ventoinha - radiador - correia dentada.
B bomba d'água - radiador - válvula termostática.
C válvula termostática - cárter - bomba d'água.
D bomba de óleo - radiador - válvula de retenção.
E mangueira - ventoinha - radiador.

O sistema eletrico do veículo é composto por geradores e acumuladores de energia vitais para o seu pleno Íuncionamento. Diante disso, análise as seguintes afirmações sobre essas peças:

I. A bateria atua como o principal armazenador da energia elétrica no veículo e não como um gerador contínuo primário.

II. O motor de partida e um dispositivo que tem como função gerar energia e recarregar a bateria durante o deslocamento.

III. O alternador e um gerador de energia elétrica, sendo impulsionado pelo movimento de rotação do proprio motor. Está CORRETO o que se afirma em

A Apenas II.
B Apenas l e ll.
C Apenas II e III.
D Apenas l e lll.
E I, II e III.

A conservação dos pneus afeta diretamente a dirigibilidade e a segurança da condução. A verificação rotineira da pressão e do seu estado geral previne desgastes irregulares e riscos de acidentes. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA.

A A pressão acima da recomendada pela fábrica causa o desgaste prematuro nas bordas laterais direita e esquerda do pneu.
B O desgaste excessivo focado apenas no centro da banda de rodagem do pneu indica que ele está rodando com a pressão muito baixa.
C O alinhamento da direção deve ser avaliado pelo mecânico quando o condutor relata que o volante está puxando para um dos lados em linha reta.
D A calibragem regular dos pneus deve ser feita preferencialmente quando eles estiverem bem quentes, apos várias horas de viagem rodoviária.
E Os pneus de construção do tipo radial utilizam exclusivamente lonas têxteis cruzadas em diagonal em toda a sua carcaça flexível.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

O texto estabelece um contraste temporal e geracional na abordagem dos problemas de esquecimento. Com base na leitura global, assinale a alternativa CORRETA.

A A surpresa e o foco do relato advêm do fato de que a medicina contemporânea falhou em erradicar as doenças degenerativas antes restritas exclusivamente à velhlce.
B O riso dos estudantes denota desrespeito em face do diagnóstico clínico proferido pelo médico durante o relato de ordem científica.
C O passado é descrito no texto como uma época de negligência médica e abandono, na qual as pessoas acima de oitenta anos eram deixadas à própria sorte em seu isolamento.
D A narrativa argumenta que a perda de memória dos estudantes é um reflexo do abandono acadêmico e da ausência de leituras aprofundadas.
E A narrativa utiliza a reação de riso da plateia e a ironia do palestrante para ilustrar a aceitação anedótica de que as queixas de esquecimento se generalizaram e alcançaram a juventude.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.

A O vocábulo é formado por parassíntese, o que impossibilita a supressão do seu elemento afixal formador de grau sem a perda completa do radical.
B Trata-se de um substantivo abstrato formado por meio do processo de derivação sufixal, ao se acrescentar um morfema derivacionalao finalde um adjetivo primário.
C A palavra resulta de um processo sintético de composição por justaposição, integrando dois radicais absolutos sem que haja qualquer perda ou alteração fonetica e fonologica.
D A estrutura reflete uma derivação regressiva verbal, visto que o termo original foi drasticamente reduzido para dar origem ao novo vocábulo nominal no texto.
E O vocábulo exemplifica um processo de derivação prefixal e suÍixal simultânea, alterando a classe gramatical da raiz originária.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

A explicação das causas da perda de memoria poderia levantar questionamentos formais diretos em um artigo científico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___ os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem ___ há um inegável excesso de estímulos e de informações na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___ de tamanha alteração cognitiva". Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

A por que - porque - porquê.
B por que - por que - porquê.
C porque - por quê - por que.
D por quê - porque - por quê.
E porquê - por que - por quê.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

O fragmento da oração Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina atua na estruturação do período em que se insere. Com base nisso, analise as assertivas abaixo acerca de suas classificações sintáticas e estruturais:

I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.

II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.

III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.

Está CORRETO o que se afirma em:

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas II e III.
E I, II e III.
Texto associado
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais. Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens.

Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde. Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas.

Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes. Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados.

Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados,apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio- varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is- frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

A norma-padrão prevê regras sintáticas de concordância. Algumas dessas regras possuem relação a sujeitos compostos e aos verbos impessoais, que são armadilhas linguísticas comuns. Nesse sentido, analise a seguinte adaptação de trecho: "Havia muitos jovens rindo. Se não ___ tantas queixas precoces de memoria na juventude, os relatos esporádicos das consultas talvez ___ o médico formado. Logo, na medicina atual, _ ser tomados e aplicados novos cuidados redobrados com a mente dos jovens". Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

A houvessem - surpreenderia - deve.
B houvesse - surpreenderiam - deve.
C houvessem - surpreenderia - devem.
D houvesse - surpreenderiam - devem.
E houvessem - surpreenderiam - devem.

A Lei n" 13.722/2018 torna obrigatoria a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil. Essa lei possui as diretrizes necessárias para que esta capacitação seja oferecida aos proÍissionais da educação. Em relação a essa Lei, a quem caberá a responsabilidade de promover a capacitação dos professores e funcionários dos estabelecimentos públicos?

A A secretaria de saúde municipal.
B Ao ministério da saúde.
C Ao MEC.
D Aos respectivos sistemas ou redes de ensino.
E Ao governo federal.

O microscopio eletrônico revelou a existência de dois tipos básicos de células: a célula procariótica, típica de bactérias e arqueas, e a celula eucariotica, presente em todos os demais seres vivos (protozoários, fungos, algas, plantas e animais). A tecnologia presente nesse tipo de microscópio deu aos cientistas a oportunidade de conhecer as estruturas internas presentes nestas celulas, que por consequência gerou esta diferenciação nos tipos celulares. Existem diversas organelas e estruturas dentro de uma célula. Nesse sentido, qual das seguintes organelas está presente tanto em células procariontes quanto em células eucariontes?

A Complexo Golgiense
B Ribossomo.
C Cloroplasto.
D Retículo endoplasmático rugoso.
E Retículo endoplasmático liso.