Texto CG3A1-I
1 No século 21, eu acredito que a missão da
Organização das Nações Unidas (ONU) será definida por uma
consciência nova e mais profunda da santidade e da dignidade
4 de cada vida humana, independentemente de raça ou religião.
Isso irá requerer que levemos o nosso olhar para além da
estrutura dos Estados, ou da simples superfície de nações ou
7 comunidades. Devemos enfocar, como nunca, a melhoria das
condições de vida de homens e mulheres, individualmente, que
dão ao Estado ou à nação a sua riqueza e o seu caráter.
10 Neste novo século, devemos começar pela
compreensão de que a paz pertence não somente aos Estados
ou povos, mas também a cada um e a todos os membros dessas
13 comunidades. A soberania dos Estados não mais deverá ser
utilizada como um escudo contra grandes violações aos direitos
humanos. A paz deve ser real e tangível no dia a dia de cada
16 indivíduo que dela necessite. Devemos buscá-la, acima de tudo,
pelo fato de ser a condição para que cada membro da família
humana possa levar uma vida de dignidade e segurança.
19 A lição do século passado nos fez entender que
ameaçar ou atropelar a dignidade do indivíduo — como
naqueles países onde o cidadão não desfruta do direito básico
22 de escolher o seu governo, ou do direito de o escolher
regularmente — resultou em conflitos, perdas de civis
inocentes, vidas abreviadas e comunidades destruídas.
25 Com efeito, os obstáculos à democracia têm muito
pouco a ver com cultura ou religião, e muito mais com o desejo
daqueles que se encontram no poder e querem manter sua
28 posição a qualquer custo. Não se trata de um fenômeno novo
nem restrito a uma parte específica do mundo. As pessoas de
todas as culturas prezam por sua liberdade de escolha e sentem
31 a necessidade de ter direito de voz nas decisões que afetam
suas vidas.
Kofi Annan [secretário-geral das Nações Unidas], 10 dez. 2001. In: Jerzy Szeremeta. Participação genuína na era da tecnologia de informação e comunicação (TIC). Fundação Luís Eduardo Magalhães. Gestão pública e participação. Cadernos da FLEM. 20.ª ed. Salvador: FLEM, 2005, cap. III, p. 105-6 (com adaptações).
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Em paciente adulto, a aplicação de injeção intramuscular contendo medicamento que irrita o tecido deve ser feita
Sobre as políticas de conservação, restauração e acesso aos acervos arquivísticos, assinale a opção correta.
Texto associado
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto CG3A1-I: “que dão ao Estado ou à nação a sua riqueza e o seu caráter” (ℓ. 8 e 9). Assinale a opção que apresenta proposta que preserva a correção gramatical e os sentidos originais do texto.
Texto associado
Texto CG3A1-I
1 No século 21, eu acredito que a missão da
Organização das Nações Unidas (ONU) será definida por uma
consciência nova e mais profunda da santidade e da dignidade
4 de cada vida humana, independentemente de raça ou religião.
Isso irá requerer que levemos o nosso olhar para além da
estrutura dos Estados, ou da simples superfície de nações ou
7 comunidades. Devemos enfocar, como nunca, a melhoria das
condições de vida de homens e mulheres, individualmente, que
dão ao Estado ou à nação a sua riqueza e o seu caráter.
10 Neste novo século, devemos começar pela
compreensão de que a paz pertence não somente aos Estados
ou povos, mas também a cada um e a todos os membros dessas
13 comunidades. A soberania dos Estados não mais deverá ser
utilizada como um escudo contra grandes violações aos direitos
humanos. A paz deve ser real e tangível no dia a dia de cada
16 indivíduo que dela necessite. Devemos buscá-la, acima de tudo,
pelo fato de ser a condição para que cada membro da família
humana possa levar uma vida de dignidade e segurança.
19 A lição do século passado nos fez entender que
ameaçar ou atropelar a dignidade do indivíduo — como
naqueles países onde o cidadão não desfruta do direito básico
22 de escolher o seu governo, ou do direito de o escolher
regularmente — resultou em conflitos, perdas de civis
inocentes, vidas abreviadas e comunidades destruídas.
25 Com efeito, os obstáculos à democracia têm muito
pouco a ver com cultura ou religião, e muito mais com o desejo
daqueles que se encontram no poder e querem manter sua
28 posição a qualquer custo. Não se trata de um fenômeno novo
nem restrito a uma parte específica do mundo. As pessoas de
todas as culturas prezam por sua liberdade de escolha e sentem
31 a necessidade de ter direito de voz nas decisões que afetam
suas vidas.
Kofi Annan [secretário-geral das Nações Unidas], 10 dez. 2001. In: Jerzy Szeremeta. Participação genuína na era da tecnologia de informação e comunicação (TIC). Fundação Luís Eduardo Magalhães. Gestão pública e participação. Cadernos da FLEM. 20.ª ed. Salvador: FLEM, 2005, cap. III, p. 105-6 (com adaptações).
1 No século 21, eu acredito que a missão da
Organização das Nações Unidas (ONU) será definida por uma
consciência nova e mais profunda da santidade e da dignidade
4 de cada vida humana, independentemente de raça ou religião.
Isso irá requerer que levemos o nosso olhar para além da
estrutura dos Estados, ou da simples superfície de nações ou
7 comunidades. Devemos enfocar, como nunca, a melhoria das
condições de vida de homens e mulheres, individualmente, que
dão ao Estado ou à nação a sua riqueza e o seu caráter.
10 Neste novo século, devemos começar pela
compreensão de que a paz pertence não somente aos Estados
ou povos, mas também a cada um e a todos os membros dessas
13 comunidades. A soberania dos Estados não mais deverá ser
utilizada como um escudo contra grandes violações aos direitos
humanos. A paz deve ser real e tangível no dia a dia de cada
16 indivíduo que dela necessite. Devemos buscá-la, acima de tudo,
pelo fato de ser a condição para que cada membro da família
humana possa levar uma vida de dignidade e segurança.
19 A lição do século passado nos fez entender que
ameaçar ou atropelar a dignidade do indivíduo — como
naqueles países onde o cidadão não desfruta do direito básico
22 de escolher o seu governo, ou do direito de o escolher
regularmente — resultou em conflitos, perdas de civis
inocentes, vidas abreviadas e comunidades destruídas.
25 Com efeito, os obstáculos à democracia têm muito
pouco a ver com cultura ou religião, e muito mais com o desejo
daqueles que se encontram no poder e querem manter sua
28 posição a qualquer custo. Não se trata de um fenômeno novo
nem restrito a uma parte específica do mundo. As pessoas de
todas as culturas prezam por sua liberdade de escolha e sentem
31 a necessidade de ter direito de voz nas decisões que afetam
suas vidas.
Kofi Annan [secretário-geral das Nações Unidas], 10 dez. 2001. In: Jerzy Szeremeta. Participação genuína na era da tecnologia de informação e comunicação (TIC). Fundação Luís Eduardo Magalhães. Gestão pública e participação. Cadernos da FLEM. 20.ª ed. Salvador: FLEM, 2005, cap. III, p. 105-6 (com adaptações).