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Misturar conteúdos das vidas específicas dos alunos com conteúdos formais da escola

A ajuda a formação dos alunos, integrando suas aprendizagens dentro e fora da escola.
B confunde a formalidade do ambiente escolar e prejudica a aprendizagem.
C resulta em aprendizagens insignificantes como as de músicas, filmes e personagens preferidos.
D ajuda, uma vez que motiva e estimula a aprendizagem, apesar de não contribuir para a formação.
E representa uma armadilha em que muitos docentes caem com facilidade prejudicando o ensino e a aprendizagem.

Entender a linguagem como uma prática social significa

A entender que ela envolve escolhas da parte de quem a utiliza e a escolha deve sempre recair sobre a única forma correta.
B entender que o sentido da correção está nas regras gramaticais que a sociedade consagrou.
C ensinar o aprendiz a ser correto sempre, independente do contexto e do interlocutor.
D entender que ela envolve escolhas da parte de quem a utiliza sendo que essas seguem convenções socioculturais.
E ensinar a linguagem sempre em atividades didáticas de grupo e nunca individuais.

A diferença entre direitos humanos e direitos de cidadania é que os

A direitos de cidadania são sinônimos dos direitos humanos não havendo, portanto, diferenças entre eles.
B direitos humanos são restritos e os direitos de cidadania são amplos envolvendo todos que convivem num mesmo território.
C direitos humanos são direitos assegurados aos cidadãos quando estão fora de seu país, enquanto os direitos de cidadania são garantidos dentro do território de nacionalidade de cada indivíduo.
D direitos humanos pertencem a todos os sujeitos, são universais e naturais, enquanto os direitos de cidadania são próprios aos naturais de um país.
E direitos humanos estão garantidos na Constituição Federal, enquanto os direitos de cidadania constam das Constituições dos Estados e das Leis Orgânicas dos Municípios.

A mãe de uma criança busca o Conselho Tutelar (CT) de sua região para denunciar profissionais da escola e a diretora, em razão de sua criança de três anos de idade ter sido forçada a alimentar-se na creche, restando, além da narrativa da criança, sinais de agressão no braço e na boca. Relativamente ao procedimento da mãe, a responsabilidade da creche e ao que cabe ao Conselho Tutelar, está correto afirmar que

A a mãe não poderia procurar o CT antes de informar a escola sobre o ocorrido e dar conhecimento à diretora sobre o fato, que então faria a averiguação e o comunicaria ao CT, se necessário.
B o problema diz respeito a assunto que não é pertinente ao tratamento de casos pelo CT e nem tem previsão de abordagem no Estatuto da Criança e do Adolescente, por envolver questão alimentar.
C a mãe agiu de forma incorreta, dentro do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente − ECA, para os casos de suspeita ou confirmação de castigo; tendo a suspeita ocorrido na escola, a comunicação obrigatoriamente deve ser feita pelo diretor da escola.
D a mãe agiu dentro do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente − ECA para os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante contra criança, que devem ser obrigatoriamente comunicados ao CT.
E não cabe às mães buscarem o CT para denunciarem as escolas, sendo o procedimento correto reportar o fato à Ouvidoria da Secretaria Municipal de Educação que buscaria apurar e esclarecer o caso.
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Pequenas injustiças no calor da hora

Nestes dias tumultuados de incerteza política que estamos vivendo, há outras incertezas de menor visibilidade, que vêm de longe, e fazem parte de um sistema articulado de crise social e de decadência de que anomalias de agora são apenas parte do problema. Os sociólogos definem situações desse tipo como estados de anomia, caracterizados pela perda da eficácia dos valores e das regras sociais que tornam a vida em sociedade possível. O Brasil, aparentemente, está ultrapassando o limite dessa segurança coletiva. Alguns episódios recentes são indicativos do que está acontecendo.
Alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a que se juntou um da Pontifícia Universidade Católica, segundo as notícias, na noite do último dia 19, diante da residência estudantil, agrediram a socos e pontapés um estudante do Curso de Veterinária, Nerlei Fidelis, de 31 anos, que estava acompanhado de um sobrinho. Da nação Caingangue, ele é um dos 76 alunos indígenas que ingressaram na Universidade através do vestibular especial ali implantado. (...). Os agressores incriminaram em Nerlei o fato de ser índio, e deram início a agressão com a pergunta “o que esses índios estão fazendo aí?”
Os preconceitos de vários tipos, no Brasil, raciais, sociais, religiosos, de gênero e outros estão fundados no pressuposto de que cada um é livre e tem direitos nos limites do espaço a ele ou ela destinado. Não se trata, portanto, apenas de racismo, palavra que escamoteia um conjunto grande de preconceitos. Trata-se de uma concepção remotamente fundada no preconceito de casta ou no preconceito estamental, próprio de uma sociedade baseada no pressuposto de que as pessoas nascem e morrem socialmente desiguais.
O Brasil sempre foi um país intolerante e, de vários modos, autoritário. Construímos um conjunto de disfarces formais e meramente rituais para enfrentar o desconforto da intolerância e das injustiças que dela decorrem. Mas, nos momentos de crise e de tensão sociais, os disfarces derretem-se sob o calor da hora e ficamos nus diante do espelho. Nunca conseguimos construir uma verdadeira identidade social. No papel, sim, mas, na vida, não. Com facilidade tendemos ao corporativismo e são muitos os que se fecham numa identidade restrita, sobreposta ao que deveria ser a identidade de todos, a da Pátria.
(Adaptado de: MARTINS, José de Souza. Pequenas injustiças no calor da hora. In: O ESTADO DE S. PAULO . Aliás, E2, Domingo, 3 de abril de 2016.)

No quarto parágrafo, os disfarces formais e meramente rituais a que se refere o enunciador, encobrem

A o momento de crise e de tensão da sociedade brasileira.
B a verdadeira identidade social brasileira.
C a intolerância histórica intrínseca da sociedade brasileira.
D a necessidade de construção de uma identidade nacional.
E o imperativo de revisão das leis que regem a sociedade brasileira.
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Pequenas injustiças no calor da hora

Nestes dias tumultuados de incerteza política que estamos vivendo, há outras incertezas de menor visibilidade, que vêm de longe, e fazem parte de um sistema articulado de crise social e de decadência de que anomalias de agora são apenas parte do problema. Os sociólogos definem situações desse tipo como estados de anomia, caracterizados pela perda da eficácia dos valores e das regras sociais que tornam a vida em sociedade possível. O Brasil, aparentemente, está ultrapassando o limite dessa segurança coletiva. Alguns episódios recentes são indicativos do que está acontecendo.
Alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a que se juntou um da Pontifícia Universidade Católica, segundo as notícias, na noite do último dia 19, diante da residência estudantil, agrediram a socos e pontapés um estudante do Curso de Veterinária, Nerlei Fidelis, de 31 anos, que estava acompanhado de um sobrinho. Da nação Caingangue, ele é um dos 76 alunos indígenas que ingressaram na Universidade através do vestibular especial ali implantado. (...). Os agressores incriminaram em Nerlei o fato de ser índio, e deram início a agressão com a pergunta “o que esses índios estão fazendo aí?”
Os preconceitos de vários tipos, no Brasil, raciais, sociais, religiosos, de gênero e outros estão fundados no pressuposto de que cada um é livre e tem direitos nos limites do espaço a ele ou ela destinado. Não se trata, portanto, apenas de racismo, palavra que escamoteia um conjunto grande de preconceitos. Trata-se de uma concepção remotamente fundada no preconceito de casta ou no preconceito estamental, próprio de uma sociedade baseada no pressuposto de que as pessoas nascem e morrem socialmente desiguais.
O Brasil sempre foi um país intolerante e, de vários modos, autoritário. Construímos um conjunto de disfarces formais e meramente rituais para enfrentar o desconforto da intolerância e das injustiças que dela decorrem. Mas, nos momentos de crise e de tensão sociais, os disfarces derretem-se sob o calor da hora e ficamos nus diante do espelho. Nunca conseguimos construir uma verdadeira identidade social. No papel, sim, mas, na vida, não. Com facilidade tendemos ao corporativismo e são muitos os que se fecham numa identidade restrita, sobreposta ao que deveria ser a identidade de todos, a da Pátria.
(Adaptado de: MARTINS, José de Souza. Pequenas injustiças no calor da hora. In: O ESTADO DE S. PAULO . Aliás, E2, Domingo, 3 de abril de 2016.)

No contexto do quarto parágrafo, a expressão utilizada com sentido figurado é

A “um país intolerante”.
B “conjunto de disfarces formais”.
C “momentos de crise e de tensão sociais”.
D “identidade restrita”.
E “nus diante do espelho”.

Leia o texto abaixo.

Dear Ms Rowling, you have overstayed your welcome. Please stick to Harry Potter and quit writing other fiction. You are beyond needing either the shelf space or the column inches, but other writers desperately do. Enjoy your huge wealth and legions of fans. It´s high time you gave other writers and other writing room to breathe.

O texto recomenda que a autora Rowling

A abandone a escrita e dê oportunidade para outros.
B continue escrevendo por ser a inspiração de outros autores.
C mude para outro tipo de escrita que não seja literatura infantil.
D seja tão receptiva a outros escritores quanto o é a seus fãs.
E se dê um tempo para renovar sua criatividade.

Projeto se define por uma ação planejada, com objetivos, previsão de resultados, atividades, recursos materiais e financeiros e com tempo definido. Para o Assistente Social,

A a implantação de um projeto é prerrogativa estatal.
B a implantação de um projeto ocorre em âmbito privado.
C um projeto não tem intencionalidade definida.
D um projeto é uma ferramenta de ação social.
E os resultados do projeto não interferem em sua continuidade.

Nos anos 1990, com o esgotamento das análises economicistas sobre a pobreza, o conceito vulnerabilidade foi adotado como forma de identificar os indivíduos demandantes de atenção. Nesse sentido, vulnerabilidade pode ser considerada como

A uma determinada condição e circunstância.
B a ausência de recursos materiais para subsistência.
C um fenômeno singular.
D a presença de estrutura de oportunidade.
E a ocorrência de ativos sociais.

O trabalho fonoaudiológico miofuncional com adultos

A tem como principal alvo casos de tratamento ortodôntico quando há intervenção cirúrgica que corrija as estruturas ósseas comprometidas com o objetivo de adequação das funções estomatognáticas.
B tem como principal alvo a reabilitação de disfunções temporomandibulares, uma vez que nesse ciclo de vida são estas articulações as estruturas que mais sofrem sobrecarga de hábitos inadequados e de tensão.
C tem como objetivo a organização e equilíbrio da musculatura, bem como a reabilitação funcional orofacial para propiciar a retomada organizada das funções estomatognáticas no menor prazo possível.
D é medida paliativa uma vez que as deformidades dentofaciais já estão consolidadas e os padrões de respiração, mastigação, deglutição e articulação já estão definidos e pouco serão modificados.
E tem como principal alvo casos de fraturas maxilomandibulares com o objetivo de adequar a flexibilidade e mobilidade de tecidos moles associados; a mobilidade evitando posturas nocivas e restrição funcional e também recuperar a funcionalidade da estrutura orofacial.