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Acerca da disciplina constitucional das limitações do poder de tributar, assinale a alternativa INCORRETA.

A É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir impostos sobre patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, exceto sobre suas fundações de direito privado.
B É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.
C É vedado à União tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos, em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes.
D É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.

Utilizando os conhecimentos sobre proposições e conectivos, assinale a alternativa correta.

A O pássaro voa e 2+5 = 8.
B 3=4 ou 4+5 = 10.
C Ou 3=3 ou 5
D Se 3=3, então 9>5.

Dizer que “Toda criança que se chama Miguel é comportada” é equivalente a dizer que

A “Nenhuma criança que se chama Miguel é comportada”.
B “Nenhuma criança que se chama Miguel não é comportada”.
C “Toda criança que se chama Miguel não é comportada”.
D “Toda criança que não se chama Miguel é comportada”.
Texto associado
Cachorrinhos quase humanos

Clara Braga

Observei que
ultimamente o termo “pais de
pets” tem se popularizado e eu acho isso
muito legal! Eu mesma me considero mãe de
pet, tenho uma cadelinha linda, que é uma
companheira da família, principalmente do
meu filho.

Mas, uma coisa
me preocupou em relação a
algumas pessoas com quem conversei nos
últimos dias. Não foi uma ou duas, foram
algumas várias pessoas que compartilharam do
mesmo pensamento. Todas disseram que
decidiram ter um cachorro ou um gato para
ver se levavam jeito para serem pais e,
então, decidirem se teriam ou não filhos
humanos!

Lembrei-me do dia que minha cadelinha
chegou
em casa: coloquei água, ração, deixei um
brinquedinho à disposição e fui trabalhar.
Então, lembrei-me de quando meu filho
chegou: choro de 3 em 3 horas, peito rachado
por causa da amamentação, pacotes e mais
pacotes de fraldas e, para sair de casa,
parecia que estávamos de mudança. Lembrei-me
das cólicas que minha cadela nunca teve, das
febres altas e viroses que ela nunca
experimentou, dos quilos de roupas golfadas
que nunca precisei lavar dela e dos banhos
que são apenas semanais e não diários!

A gente
ama os pets como se fossem filhos,
eles são da família, aparecem nas fotos de
natal, têm seu próprio book, dormem na nossa
cama, estão sempre do nosso lado, se ficam
doentes, a gente sofre, mas mesmo doentes
não dão o trabalho que uma criança dá!

Comparar
as situações é injusto até com o
pet, já que ele também não sabe se está
preparado para a chegada de um mini humano.
Só o pet sabe o que é ter seu rabo puxado
constantemente, ver seu pote de água sendo
virado, ver brinquedos espalhados no chão e
não poder brincar, enfim, aposto que eles
também têm suas dúvidas!
E sabe quem
mais tem dúvida? Quem já é pai e
mãe, pois eles sabem que tudo que funcionou
com um pode não funcionar com o segundo,
então bate o pânico de novo! Ou seja, nada
se compara a ter um filho, nem ter um
filho!

Verdade seja dita, nós nunca estamos
preparados, contudo damos um jeito. Depois
de um dia difícil, segurar seu filho no
colo, ganhar um beijo e um sorriso, faz você
entender todo o resto. Não te faz esquecer,
não te deixa menos cansado, não faz você
levantar e sair cantando e dançando como se
estivesse em um musical, mas faz você
entender, principalmente se junto você tiver
seu pet pronto para também ganhar e dar
carinho para todo mundo.

Adaptado de:
http//www.cronicadodia.com.br/2019/12/cachor
rinhos-quase-humanos-clara-braga.html.
Acesso em: 10 dez. 2019.

A variante linguística empregada na maior parte no texto é

A formal, pois não há desvios em relação à norma culta da Língua Portuguesa.
B informal, pois a linguagem é descontraída, dado que a autora aborda sua própria experiência de vida.
C formal, já que há o uso de termos rebuscados e complexos, que não se aproximam da fala do dia a dia das pessoas.
D informal, tendo em vista que se aproxima muito da fala cotidiana da maioria das pessoas.

Considerando o Microsoft Word 2010, versão em português, assinale a alternativa correta.

(Obs.: para a resolução dessa questão, deve ser considerada a configuração padrão dos botões do mouse).

A A tecla F8 abre a funcionalidade Ortografia e Gramática.
B Ao realizar um clique triplo (três cliques consecutivos) com o botão esquerdo do mouse em qualquer lugar do texto, todo o parágrafo será selecionado.
C Ao realizar um clique duplo (dois cliques consecutivos) com o botão direito do mouse sobre uma palavra, será aberta a funcionalidade Sumário.
D A tecla F12 permite fechar o documento.

Uma rede bancária encomendou uma pesquisa de opinião para saber se existe uma relação entre consumo e investimento. As pessoas entrevistadas e questionadas sobre esse tema foram trabalhadores da área comercial na cidade onde está situada essa rede bancária. Após analisar as respostas dos entrevistados, a pesquisa pode ser resumida em duas sentenças:

• Todo trabalhador é um consumidor;
• Nenhum consumidor é um investidor.

Assim, considerando essas duas sentenças verdadeiras, conclui-se que

A nenhum consumidor é um trabalhador.
B nenhum trabalhador é um investidor.
C todo trabalhador é um investidor.
D todo consumidor é um trabalhador.

A seguinte sequência de nomes foi escrita obedecendo a um padrão lógico:

Amanda; Carlos; Elaine; Gabriel; ...

Seguindo esse padrão, qual seria o próximo nome?

A Helena.
B Daniel.
C Fabiana.
D Irene.

Sobre a interpretação da lei tributária prevista no Código Tributário Nacional, assinale a alternativa correta.

A Interpreta-se livremente a legislação tributária que disponha sobre dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias.
B A lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado, em caso de dúvida quanto à capitulação legal do fato, mas não quanto à imputabilidade.
C Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre outorga de isenção.
D Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição, do conteúdo, do alcance de seus institutos, conceitos e formas, e para definição dos respectivos efeitos tributários.
Texto associado
Texto II

O vício em smartphones prejudica profissionais e empresas

Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor de ser separado de seu smartphone

(...) Os smartphones surgiram no fim da década de 1990 e foram adotados em massa na década seguinte. De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório para todas as idades e estratos sociais.

Junto às fantasias prometidas pela tecnologia, vieram os efeitos colaterais. No fim de 2016, a American Academy of Pediatrics divulgou um estudo bem amplo sobre os efeitos das mídias digitais (frequentemente difundidas por meio de smartphones) sobre crianças e adolescentes.

Na longa lista de problemas, velhos conhecidos de pais e mães: efeitos negativos sobre o sono, a atenção e o aprendizado; relação preocupante com a obesidade e a depressão; exposição a conteúdos inadequados; e riscos relacionados à privacidade.


Em um ensaio de grande repercussão veiculado na revista The Atlantic em 2017, Jean M. Twenge, professora de psicologia na Universidade Estadual de San Diego, alertou sobre o risco de uma crise mental iminente afetando crianças e adolescentes. (...)

Para adultos no mundo do trabalho, os efeitos começam a ser estudados e analisados. A conectividade 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) já existia antes dos smartphones, porém foi intensificada com os novos aplicativos de troca de mensagens. A disponibilidade permanente gera ansiedade e estresse ou tecnoestresse, outra invenção da época. (...)

No trabalho, percebe-se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade. Faltava, entretanto, comprovação científica. O estudo, conduzido com 262 voluntários, comprova que há relação entre o vício em smartphone e a percepção de perda de produtividade.

Diversos outros estudos revelam que o uso dos smartphones rouba horas do dia de trabalho. Seus sinais visuais e sonoros constantes interrompem fluxos de raciocínio e prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.

O uso mal administrado de smartphones ajuda a criar um ambiente de emergência permanente, transforma problemas gerenciáveis em incêndios ameaçadores e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, frustrados e impotentes, diante de circunstâncias supostamente avassaladoras.

De forma geral, o entendimento científico sobre os efeitos colaterais dos smartphones ainda está engatinhando. Vários efeitos e fenômenos correlatos precisam ser estudados e compreendidos. (...)

Realizar mais estudos científicos é importante para contrapor à propaganda avassaladora dos fabricantes de smartphones, coligados e inocentes úteis da mídia. Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia. Os pequenos computadores pessoais constituem avanço importante. É preciso, entretanto, conhecer melhor seus efeitos colaterais e desenvolver antídotos.

Adaptado de: http://debatendo-a-educacao.blogspot.com/2017/12/. Acesso em: 08 dez. 2019.

Na Língua Portuguesa, a palavra “SE” pode pertencer a várias categorias gramaticais. Tal termo pode, por exemplo, funcionar como partícula apassivadora (ou pronome apassivador) quando, ligado a um verbo transitivo direto, torna a oração passiva. Considerando as informações apresentadas e seu conhecimento sobre o assunto, assinale a alternativa em que “SE” está funcionando como partícula apassivadora.

A “No trabalho, percebe- se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade.”.
B “De símbolo de status, transformaram- se rapidamente em bem de consumo obrigatório (...)”.
C “(...) e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, (...)”.
D “Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia.”.