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Segundo Zabalza

( 1998 ), em Qualidade em Educação Infantil , a qualidade na educação infantil está diretamente relacionada a

A estabelecer rotinas organizadas, com foco na disciplina e no cumprimento sistemático de horários escolares.
B realizar acompanhamentos frequentes com base em instrumentos avaliativos que permitam mensurar o progresso das crianças.
C garantir o acesso a recursos pedagógicos modernos, com foco no uso de materiais que favoreçam o aprendizado.
D inserir conteúdos antecipados do currículo formal, visando à preparação para etapas escolares posteriores.
E construir espaços acolhedores e dinâmicos, que promovam vínculos afetivos e estimulem o desenvolvimento integral das crianças.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n o 8.069/1990), é direito da criança:

A iniciar atividades laborais precocemente como forma de contribuir com as demandas econômicas da família.
B acessar ações voltadas à educação, à cultura, ao lazer e à profissionalização, em condições de igualdade.
C receber formação familiar como principal referência no processo educativo, sem articulação com outras instâncias.
D participar de processos educativos, a partir dos 7 anos de idade, definidos pela legislação vigente garantindo o direito à educação.
E desenvolver suas interações sociais no contexto dos espaços escolares, mantendo a disciplina e a supervisão constante.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n o 9.394/1996), a Educação Infantil é

A uma etapa opcional, que prioriza ações voltadas ao cuidado físico e às rotinas básicas das crianças pequenas.
B a fase destinada a introduzir práticas escolares formais com foco na preparação para o ensino seguinte.
C o período inicial, que concentra suas ações em atividades voltadas ao desenvolvimento da leitura e escrita.
D a etapa inicial da educação básica, com foco no desenvolvimento integral das crianças até os cinco anos.
E um processo educativo, que pode ocorrer fora de instituições, com base em práticas informais de convívio.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular

( 2017 ) – A Etapa da Educação Infantil, a prática pedagógica deve

A basear-se em conteúdos escolares organizados de forma sequencial e estruturada, visando às bases para a etapa mais acadêmica.
B oferecer situações que valorizem o esforço e o desempenho individual incentivando a competitividade entre os pares.
C organizar-se em torno dos direitos de aprendizagem e dos campos de experiências, respeitando o desenvolvimento e os interesses infantis.
D direcionar-se a atividades sistemáticas com foco no reforço positivo das habilidades escolares e repetição de rotinas.
E ser conduzida por propostas que antecipem conteúdos e práticas de etapas educacionais seguintes relacionadas à escolarização.

Segundo o Currículo do Ensino de Educação Infantil de Itatiba

( 2020 ), a educação infantil deve ser concebida como

A um período voltado ao desenvolvimento de competências acadêmicas introdutórias de forma estruturada.
B uma etapa de inserção gradual na rotina escolar, com foco na adaptação a normas e horários estabelecidos.
C um processo formativo que organiza experiências com base em regras e comportamentos esperados futuramente.
D um tempo no qual atividades ligadas à linguagem, à matemática e à organização são priorizadas no cotidiano.
E um espaço de cuidado e aprendizagem que respeita as necessidades, os interesses e os ritmos de cada criança.

Leia o texto a seguir: As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino- -aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual. (BRASIL/Ministério da Educação, BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História. Adaptado) De acordo com a BNCC, a relação passado/presente citada no trecho

A potencializa as aprendizagens ao construir veracidade na História, evidenciando o processo histórico e a teleologia que orientou as transformações até o presente.
B funda-se no princípio de que a História responde às relações de causa e consequência, permitindo mobilizar o passado para interpretar regras históricas no presente.
C deve atender aos interesses dos alunos, baseando- -se na necessidade de compreender o presente e prever o futuro a partir da investigação de suas origens no passado.
D volta-se à ampliação de repertório dos alunos, tendo como ponto de partida a compreensão das histórias antiga, medieval, moderna e contemporânea.
E não se processa de forma mecânica, pois exige o conhecimento de referências teóricas capazes de trazer sentido aos objetos históricos selecionados.

O documento oficial do currículo de História do Ensino Fundamental II do município de Itatiba

A evidencia a importância da história local, enfatizando a interface entre a história do município e a história global, aprofundando a compreensão geral do processo histórico pelos alunos.
B insere a história do município no contexto da expansão cafeeira do século XIX, tendo contribuído com o processo de modernização por meio da instalação da primeira ferrovia de São Paulo.
C relaciona a BNCC ao contexto da história local do município, permitindo articular as habilidades do documento que abordam os conteúdos do café e do algodão ao contexto da região.
D privilegia a fundamentação teórica e a organização metodológica do Currículo Paulista em detrimento da BNCC, considerada muito ampla e pouco relacionada aos conteúdos.
E expressa não apenas as habilidades e competências da BNCC, que lhe servem de fundamento, mas também a vivência dos professores e das professoras de História do município.

Leia o texto a seguir: O estudo da cidade urbana difundiu-se, sobretudo, a partir dos trabalhos do historiador belga Henri Pirenne (1862-1935). Em As cidades da Idade Média, obra de 1927, Pirenne retornou a uma questão clássica da história urbana: Qual é o sentido da palavra “cidade”? (Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.), Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. Adaptado) O historiador Pirenne entendia por cidade

A uma concentração humana portadora de personalidade jurídica vivendo do comércio e da indústria, associando o surgimento das cidades medievais às rotas comerciais que ligavam o Mediterrâneo ao interior da Europa.
B um aglomerado caracterizado pelo adensamento e que esteve ligado historicamente ao processo de ruralização no feudalismo, à época em que as cidades se constituíram como importantes fortalezas dominadas pelo poder religioso.
C um lugar de encontro e trocas comerciais, sociais e culturais, mas que sofreu muitas transformações a partir do processo de formação do capitalismo, o que atravancou temporariamente o renascimento urbano
D um porto seguro para manufaturas, fábricas e atividades econômicas que buscavam se afastar da falta de recursos do espaço rural, na medida em que dependiam da mão de obra disponível apenas nos espaços urbanos.
E um território que não conseguiu transformar a mentalidade dos citadinos, pois os imigrantes conservavam laços com os seus lugares de origem, sendo a mobilidade um dado que explica a raiz rural das pessoas da cidade industrial.

Leia o texto a seguir: A distinção entre paisagem física e paisagem cultural, como feita na História, e que ainda prevalece na Geografia, deve ceder espaço para uma nova visão. (Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.), Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. Adaptado) A nova visão a que o texto se refere compreende

A a paisagem como um enquadramento da realidade, um recorte específico no tempo e no espaço daquilo que se vê.
B a natureza como um objeto de pesquisa das Ciências da Natureza, dissociada dos saberes das Ciências Humanas.
C a natureza não mais como um dado externo e imóvel, mas como produto de uma prolongada atividade humana.
D as paisagens natural e humana como elementos característicos da longa duração, reconhecendo a imutabilidade de suas formas.
E a oposição entre a natureza intocada e a natureza impactada pela ação humana, desdobramento dos processos sociais.

Leia o texto a seguir: A reação aristocrática contra o absolutismo passou com isso à ruptura que o derrubaria. O colapso histórico do Estado absolutista estava diretamente ligado à inflexibilidade de sua formação feudal. A crise fiscal que detonou a mudança política foi provocada pela incapacidade jurídica do absolutismo em taxar a classe que representava. A própria rigidez do vínculo entre Estado e nobreza acabaria por precipitar a sua derrocada comum. (Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998. Adaptado) O trecho trata do absolutismo na

A Inglaterra.
B Áustria.
C França.
D Rússia.
E Espanha.