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Maria é proprietária de uma casa no Município de Jaboatão dos Guararapes/PE. Admitindo-se, por hipótese, que, neste ano de 2024, viessem a correr movimentos tectônicos na região em que esse imóvel se localiza, com abertura de fendas no solo e rachaduras e desabamentos de imóveis, de modo a afugentar as pessoas de suas residências, ocasionando também uma sensível e notória perda de valor dos imóveis da região, Maria, com base no Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, e no fato de que seu imóvel sofreu perda de valor,

A poderia solicitar ao Poder Público municipal isenção do IPTU para o exercício de 2025 e seguintes, sem direito à restituição de eventual imposto pago neste exercício.
B poderia solicitar ao Poder Público municipal revisão do valor venal de seu imóvel.
C poderia solicitar ao Poder Público municipal isenção do IPTU para o exercício de 2025 e seguintes, com direito à restituição de eventual imposto pago neste exercício.
D poderia solicitar ao Poder Público municipal remissão do IPTU para os trés exercícios subsequentes àquele em que venham a ocorrer os referidos eventos, com direito à restituição de eventual imposto pago neste exercício.
E nada poderia fazer, pois essa perda de valor decorreu de causas naturais.

Jorge adquiriu imóvel, no ano de 2020, cuja construção tinha sido regularmente autorizada. Em 12 de fevereiro de 2024, a obra foi concluída e. uma semana depois, o imóvel foi entregue a Jorge. A Fiscalização municipal, todavia, constatou que essa obra foi entregue de forma indevida ao adquirente, pois o Habite-se ainda não havia sido concedido. Com base nessa hipótese e na disciplina do Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, o fato gerador do IPTU

A ocorreu no dia 1º de janeiro de 2024.
B não ocorreu, pois a concessão do Habite-se é requisito indispensável para a sua ocorrência.
C ocorreu no dia 02 de janeiro de 2024, primeiro dia útil do ano da conclusão da obra.
D ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2025.
E ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2024.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie.se no texto abaixo.

A Ilha do Conhecimento e o Oceano do Desconhecido

A totalidade do nosso conhecimento acumulado constitui uma ilha, que eu chamo de "Ilha do Conhecimento". Por "conhecimento" refiro-me principalmente ao conhecimento científico e tecnológico, embora a Ilha também possa incluir as criações artísticas e culturais da humanidade no decorrer da história. A Ilha do Conhecimento é cercada por um vasto oceano, o inexplorado "Oceano do Desconhecido" onde, inevitavelmente, ocultam-se os inúmeros mistérios.
Imaginemos então que a Ilha do Conhecimento cresce a cada vez que descobrimos algo mais sobre o mundo e sobre nós. Muitas vezes, esse crescimento faz um percurso incerto, refletido na região costeira da Ilha, cuja geografia dramática representa a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Considere-se ainda que o conhecimento pode até retroceder, quando ideias que achávamos corretas têm de ser abandonadas à luz de novas descobertas.
O crescimento da Ilha tem uma consequência tão surpreendente quanto essencial. Seria razoável supor que. quanto mais sabemos sobre o mundo, mais perto estaríamos de um destino final, que alguns chamam de Teoria de Tudo e outros de realidade última. No entanto vemos que quando a Ilha do Conhecimento cresce, nossa ignorância também cresce, delimitada pelo perímetro da Ilha, a fronteira entre o conhecido e o desconhecido: aprender mais sobre o mundo não nos aproxima de um destino final - cuja existência não passa de uma suposição alimentada por esperanças infundadas -, mas, sim, leva a novas perguntas e mistérios. Quanto mais sabemos, melhor nos damos conta de nossa ignorância e mais perguntas somos capazes de fazer, perguntas que, previamente, nem poderiam ter sido sonhadas.
O impulso criativo, o desejo que temos de sempre querer saber mais, vem justamente da atração pelo mistério, da compulsão que temos de ir além das fronteiras do conhecido. O alargamento da Ilha do Conhecimento é também um alargamento do Oceano do Desconhecido. O não saber é a musa do saber.

(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A ilha do conhecimento. 7.ed. Rio de Janeiro: Record, 2023, p. 14 e 22-23)

Ao concluir seu texto, diz o autor: "O não saber é a musa do saber" - uma afirmação que pode ser justificada por este segmento do texto:

A compulsão que temos de ir além das fronteiras do conhecido (4º parágrafo)
B A totalidade do nosso conhecimento acumulado constitui uma ilha (1º parágrafo)
C a Ilha do Conhecimento cresce a cada vez que descobrimos algo mais sobre o mundo (2º parágrafo)
D quanto mais sabemos sobre o mundo, mas perto estaríamos de um destino final (3º parágrafo)
E alguns chamam de Teoria do Tudo e outros de realidade última (3º parágrafo)

O Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, no caput do seu art. 150, assegura ao sujeito passivo o direito de ampla defesa no Procedimento Fiscal Administrativo - PFA. De acordo com esse Código, consideram-se como o instituto jurídico da defesa, no processo administrativo:

I. a impugnação de notificação fiscal, em face do não pagamento do ITBI, do IPTU, da quota parte do ICMS pertencente aos municípios, das taxas e da contribuição de melhoria.
II. a impugnação de auto de infração, em face do não pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).
III. o recurso voluntário, dirigido à Coordenação de Instrução e Julgamento, contra decisões que indeferirem, total ou parcialmente, os pedidos de revisão de lançamento de tributos lançados de ofício, previstos nesta Lei.

Está correto o que se afirma em

A II, apenas.
B I e III, apenas.
C I e II, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.

A prefeitura está desenvolvendo um novo sistema de informações para gerenciar suas operações internas envolvendo a integração de diversas funcionalidades criticas. A equipe de projeto precisa estimar a duração e o custo das atividades do projeto para garantir a alocação adequada de recursos e o cumprimento dos prazos. O gerente do projeto decidiu utilizar um método de estimativa descrito no PMBOK 7 a edição que avalia a duração ou o custo do projeto com base em dados históricos de um projeto semelhante. Trata-se do método conhecido como

A estimativa paramétrica.
B agrupamento de afinidades.
C estimativa análoga.
D ponto de função.
E estimativa multiponto.

Determinado contribuinte entende que efetuou o pagamento indevido do ISS, pois seu advogado lhe informou que a prestação de serviços por conta da qual esse pagamento foi feito era isenta. Em razão disso, esse contribuinte solicitou, administrativamente, a restituição da importância paga, mas a decisão administrativa lhe denegou a restituição. Inconformado, esse contribuinte pretende ajuizar ação judicial para anular a referida decisão administrativa. De acordo com o Código Tributário Nacional, o prazo de

A prescrição para ajuizamento dessa ação é de 5 anos e não comporta qualquer interrupção.
B decadência para ajuizamento dessa ação é de 5 anos e não comporta qualquer interrupção.
C revisão do ajuizamento dessa ação é de 3 anos e não comporta qualquer interrupção.
D prescrição para ajuizamento dessa ação é de 2 anos e comporta interrupção.
E decadência para ajuizamento dessa ação é de 2 anos e comporta interrupção.
Texto associado
Atenção : As questões de números 16 a 18 referem-se a Matemática Financeira.

Dois capitais, C 1 e C 2 , são aplicados em uma instituição financeira em uma determinada data. Sabe-se que C 1 foi aplicado, durante 8 meses, a uma taxa de juros simples de 18% ao ano apresentando, no final do período de aplicação, um montante igual a R$ 22.960.00. C 2 foi aplicado, durante 1 ano, a uma taxa de juros compostos de 6% ao semestre apresentando, no final do período de aplicação, um valor de juros correspondente de R$ 3.090.00. A razão de C 1 para C 2 é de

A 76%
B 80%
C 90%
D 82%
E 88%

Elisa gastou R$ 24,00 no armarinho. Ela comprou pelo menos, uma unidade de cada um dos três itens: zíper, botão e agulha. Um zíper custa R$ 4,00, um botão custa R$ 2,00 e uma agulha custa R$ 1,00. Se ela comprou no máximo 2 agulhas, o número de compras distintas que ela pode ter feito é

A 7.
B 6.
C 5.
D 4.
E 8.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 5 a 13, leia o trecho de Vidas Secas , de Graciliano Ramos.
A família estava reunida em tono do fogo, Fabiano sentado no pilão caído, sinha Vitória de pernas cruzadas, as coxas servindo de travesseiros aos filhos. A cachorra Baleia, com o traseiro no chão e o resto do corpo levantado, olhava as brasas que se cobriam de cinza.
Estava um frio medonho, as goteiras pingavam lá fora, o vento sacudia os ramos das catingueiras, e o barulho do rio era como um trovão distante. Fabiano esfregou as mãos satisfeito e empurrou os tições 1 com a ponta da alpercata. As brasas estalaram, a cinza caiu, um círculo de luz espalhou-se em redor da trempe 2 de pedra, clareando vagamente os pês do vaqueiro, os joelhos da mulher & Os meninos deitados. De quando em quando estes se mexiam, porque O lume era fraco e apenas aquecia pedaços deles. Outros pedaços esfriavam recebendo o ar que entrava pelas rachaduras das paredes e pelas gretas 3 da janela. Por isso não podiam dormir. Quando iam pegando no sono, arrepiavam-se, tinham precisão de vira-se, chegavam-se à trempe e ouviam a conversa dos pais. Não era propriamente conversa: eram frases soltas, espaçadas, com repetições e incongruências. Às vezes uma interjeição gutural dava energia ao discurso ambíguo. Na verdade nenhum deles prestava atenção às palavras do outro: iam exibindo as imagens que lhes vinham ao espírito, & as imagens sucediam-se, deformavam-se, não havia meio de dominá-las. Como os recursos de expressão eram minguados, tentavam remediar a deficiência falando alto.
Fabiano tornou a esfregar as mãos e iniciou uma história bastante confusa, mas como só estavam iluminadas as alpercatas dele, o gesto passou despercebido. O menino mais velho abriu os ouvidos, atento. Se pudesse ver o rosto do pai, compreenderia talvez uma parte da narração, mas assim no escuro a dificuldade era grande. Levantou-se, foi a um canto da cozinha, trouxe de lã uma braçada de lenha.
(RAMOS, Graciliano. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Edição digital)
1 tição: pedaço de lenha
2 trempe: apolo para panela
3 greta: rachadura

A cachorra Baleia, com o traseiro no chão e o resto do corpo levantado, olhava as brasas que se cobriam de cinza.

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo do da frase acima está em:

A o gesto passou despercebido
B O menino mais velho abriu os ouvidos
C As brasas estalaram
D clareando vagamente os pés do vaqueiro
E Como os recursos de expressão eram minguados
Órgão: Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes Cargo: Técnico em Saúde - Técnico de Enfermagem Geral Prova: FCC - Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes - Técnico em Saúde - Técnico de Enfermagem Geral - 2024

Maria Silvia está dirigindo seu veículo circulando pela rotatória a 25 km/h, no Municipio de Jaboatão dos Guararapes, quando Astolfo se aproxima conduzindo seu veículo a 15 km/h em uma avenida que cruza a rotatória, sinalizando com sela e as mãos para adentrar. Nesse caso, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), Lei nº 9.503/1997, a preferência de passagem é de

A Astolfo, pois, além de sinalizar com setas, utilizou as mãos para solicitar O acesso para circular na rotatória.
B Maria Silvia, por seu veículo estar em maior velocidade em relação ao de Astolfo.
C Maria Silvia, por estar circulando pela rotatória.
D Astolfo, por seu veiculo estar em menor velocidade em relação ao de Maria Silvia.
E Astolfo, pois seu veículo se aproximou de local não sinalizado e irá adentrar à rotatória.