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A Lei do Senado nº 328/2015, que trata sobre a Regulamentação da Profissão do Educador Social no Brasil, de forma específica e própria, assegura que esses profissionais serão

A pessoas que possuem o ensino médio completo.
B formados em cursos específicos das áreas de humanas.
C formados em cursos de educação superior, em nível de graduação.
D formados em ensino médio completo com cursos específicos em educação social.
E pessoas com atuação de, no mínimo, três anos, na política de assistência social e/ou educação e com o ensino superior completo.

Segundo a NBR 9050/2015 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos –, os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem localizar-se em rotas acessíveis, próximas à circulação principal, próximas ou integradas às demais instalações sanitárias, evitando estar em locais isolados para situações de emergências ou auxílio. Além disso, recomenda-se que a distância máxima a ser percorrida de qualquer ponto da edificação até o sanitário ou banheiro acessível seja de até

A 60 metros.
B 50 metros.
C 100 metros.
D 90 metros.
E 75 metros.
Texto associado
ENTENDENDO DIALETOS

Clara Braga

Quem já teve a oportunidade de conviver minimamente com uma criança, sabe que o processo de aprender a falar pode render boas histórias.
As crianças, antes de desenvolverem 100% dessa habilidade, parece que criam um dialeto. E engana-se quem acha que o dialeto de todas as crianças é igual e que, se você entende o que seu sobrinho ou priminho fala, vai entender todas as crianças.
O dialeto da criança é tão complexo que, com exceção de poucas palavras que todas parecem falar de uma forma igual, só aquela criança fala aquela língua e só uma pessoa entende 100% do que está sendo dito: o ser que eu chamo de “pãe”.
“Pãe” seria a mistura do pai e da mãe, pois raramente um dos dois entende tudo o que o filho está dizendo, eles podem entender a frase toda pelo contexto, mas decifrar e compreender palavrinha por palavrinha, é um trabalho de grupo.
Às vezes pode parecer complicada essa coisa de não entender o que a criança está querendo dizer, mas confiem, em alguns momentos isso pode ser bom.
Outro dia estava em um restaurante com meu filho e, como toda criança, ele ficou um tempo sentado e depois foi explorar a redondeza. Fui acompanhando e, no caminho, encontramos uma avó que estava acompanhando a neta enquanto a mãe jantava no mesmo restaurante onde estávamos.
A senhora começou a puxar assunto com meu filho, na tentativa de aproximar a neta. Meu filho se mostrou aberto à aproximação e ia respondendo tudo que a senhora perguntava. Lá pelas tantas, quando eu já estava surpreendida com a quantidade de palavras que a senhora estava entendendo do dialeto do meu filho, ele decidiu pegar algo com a mão e mostrar para a senhora e para a pequena netinha o quão forte ele era. Foi então que a senhora soltou a frase: uau, como você é forte!
Ele respondeu com uma de suas frases prediletas, aprendida por causa de seu interesse e do vício do pai pelo universo dos heróis: Hulk esmagaaaaaa! Mas ele não disse com um ar doce, ele disse como se estivesse com raiva e de fato esmagando o que estava na sua mão, tudo isso enquanto olhava bem nos olhos na netinha da senhora.
Eu fiquei um pouco assustada e com receio do que viria depois, já dei um riso meio sem graça e estava procurando uma desculpa para aquela frase nada acolhedora. Porém, os santos do dialeto me salvaram. Quando ouviu a frase a senhora logo respondeu para meu filho: ah sim, você é forte porque come manga! Vou dar muita manga para minha netinha, assim ela fica forte como você!
Fiquei aliviada com a interpretação que ela fez da frase que, para mim, ele tinha dito com muita clareza. Muito melhor uma neta comendo muita manga do que traumatizada com um bebê que estava prestes a ficar verde e esmagar as coisas ao redor. Acho que vou optar por mostrar para ele desenhos com frases mais amigáveis, ele está indo bem no processo da fala, mas talvez algo mais dócil ajude no processo de socialização.

Disponível em:
< http://www.cronicadodia.com.br/2020/ 01/entendendo-dialetos-clara-braga.html >. Acesso em: 04 fev. 2020.

De acordo com a interpretação do texto, assinale a alternativa correta.

A O filho chama a narradora de “pãe”, pois ela é mãe solteira, ou seja, tem o papel de mãe e pai para o menino.
B Somente o pai e a mãe conseguem entender o que os filhos pequenos querem dizer.
C Não compreender exatamente o que as crianças dizem pode ser algo favorável em algumas situações.
D Quando a mãe levou o filho a um restaurante, eles encontraram a avó do menino, com a qual ele conversou bastante.
E O menino citado no texto tem dificuldades de socialização.

De acordo com a Lei nº 8.662/1993, é correto afirmar que os Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)

A são competentes para estabelecer os sistemas de registro dos profissionais habilitados.
B possuem atribuição privativa para prestar assessoria técnico-consultiva aos organismos públicos ou privados, em matéria de Serviço Social.
C funcionam nas respectivas jurisdições, com qualidade de órgão executivo e de última instância
D funcionam como Tribunal Superior de Ética Profissional.
E são competentes para expedir carteiras profissionais de Assistentes Sociais, fixando a respectiva taxa.

A Lei nº 6766/1979 dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano e dá outras Providências. Nessa Lei, consta que o parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou desmembramento. Assinale a alternativa que indica a diferença entre esses dois tipos de parcelamento.

A A diferença está no tamanho mínimo do lote permitido em cada um dos tipos de parcelamento do solo urbano.
B A diferença está na abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes.
C A diferença está na proporção das áreas destinadas à implantação de equipamento urbano e comunitário, bem como a espaços livres de uso público.
D A diferença está no local onde é permitido que esses parcelamentos sejam feitos no solo urbano.
E A diferença está na exigência da aprovação ou não dos órgãos públicos para que esses parcelamentos sejam executados.
Texto associado
ENTENDENDO DIALETOS

Clara Braga

Quem já teve a oportunidade de conviver minimamente com uma criança, sabe que o processo de aprender a falar pode render boas histórias.
As crianças, antes de desenvolverem 100% dessa habilidade, parece que criam um dialeto. E engana-se quem acha que o dialeto de todas as crianças é igual e que, se você entende o que seu sobrinho ou priminho fala, vai entender todas as crianças.
O dialeto da criança é tão complexo que, com exceção de poucas palavras que todas parecem falar de uma forma igual, só aquela criança fala aquela língua e só uma pessoa entende 100% do que está sendo dito: o ser que eu chamo de “pãe”.
“Pãe” seria a mistura do pai e da mãe, pois raramente um dos dois entende tudo o que o filho está dizendo, eles podem entender a frase toda pelo contexto, mas decifrar e compreender palavrinha por palavrinha, é um trabalho de grupo.
Às vezes pode parecer complicada essa coisa de não entender o que a criança está querendo dizer, mas confiem, em alguns momentos isso pode ser bom.
Outro dia estava em um restaurante com meu filho e, como toda criança, ele ficou um tempo sentado e depois foi explorar a redondeza. Fui acompanhando e, no caminho, encontramos uma avó que estava acompanhando a neta enquanto a mãe jantava no mesmo restaurante onde estávamos.
A senhora começou a puxar assunto com meu filho, na tentativa de aproximar a neta. Meu filho se mostrou aberto à aproximação e ia respondendo tudo que a senhora perguntava. Lá pelas tantas, quando eu já estava surpreendida com a quantidade de palavras que a senhora estava entendendo do dialeto do meu filho, ele decidiu pegar algo com a mão e mostrar para a senhora e para a pequena netinha o quão forte ele era. Foi então que a senhora soltou a frase: uau, como você é forte!
Ele respondeu com uma de suas frases prediletas, aprendida por causa de seu interesse e do vício do pai pelo universo dos heróis: Hulk esmagaaaaaa! Mas ele não disse com um ar doce, ele disse como se estivesse com raiva e de fato esmagando o que estava na sua mão, tudo isso enquanto olhava bem nos olhos na netinha da senhora.
Eu fiquei um pouco assustada e com receio do que viria depois, já dei um riso meio sem graça e estava procurando uma desculpa para aquela frase nada acolhedora. Porém, os santos do dialeto me salvaram. Quando ouviu a frase a senhora logo respondeu para meu filho: ah sim, você é forte porque come manga! Vou dar muita manga para minha netinha, assim ela fica forte como você!
Fiquei aliviada com a interpretação que ela fez da frase que, para mim, ele tinha dito com muita clareza. Muito melhor uma neta comendo muita manga do que traumatizada com um bebê que estava prestes a ficar verde e esmagar as coisas ao redor. Acho que vou optar por mostrar para ele desenhos com frases mais amigáveis, ele está indo bem no processo da fala, mas talvez algo mais dócil ajude no processo de socialização.

Disponível em:
< http://www.cronicadodia.com.br/2020/ 01/entendendo-dialetos-clara-braga.html >. Acesso em: 04 fev. 2020.

A conjunção destacada em: “Eu fiquei um pouco assustada e com receio do que viria depois, já dei um riso meio sem graça e estava procurando uma desculpa para aquela frase nada acolhedora. Porém , os santos do dialeto me salvaram.” indica que a oração seguinte apresenta

A algo contrário ao esperado para a situação.
B uma explicação para o que aconteceu anteriormente.
C uma conclusão para o fato expresso anteriormente.
D uma comparação em relação à frase anterior.
E a condição que potencializou o fato anterior.

Áreas verdes são muito importantes na ambiência dos estabelecimentos assistenciais de saúde, por isso é relevante que o arquiteto domine questões relacionadas ao paisagismo. Nos jardins, as plantas podem ser dispostas isoladamente ou em grupos. No segundo caso, elas recebem nomes conforme o volume e a forma que apresentam. Os grupos que se compõem de plantas de pequeno porte, dispostas de forma linear que tendem a compor as bordas de um canteiro, de um caminho, ou até de uma árvore em destaque, são denominados

A bordaduras.
B maciços.
C tufos.
D corbelha.
E alegrete.

Acerca das regras do regime estatutário dos servidores de Novo Hamburgo, assinale a alternativa INCORRETA.

A O servidor fará jus, anualmente, ao gozo de um período de férias, sem prejuízo de sua remuneração.
B Terá direito a férias dobradas o servidor que, no curso do período aquisitivo, tiver gozado de licenças para tratamento de saúde, por acidente em serviço ou enfermidade profissional, ou por motivo de doença da família, por mais de quatro meses contínuos ou seis meses descontínuos.
C Não fará jus a férias o servidor que faltar injustificadamente ao serviço por mais de vinte dias, no respectivo período aquisitivo.
D É vedado descontar, no período de férias, as faltas do servidor ao serviço.
E Não fará jus a férias o servidor que, no respectivo período aquisitivo, estiver em disponibilidade por mais de trinta dias, sendo-lhe assegurado, entretanto, a percepção de um terço da sua remuneração.
Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo Cargo: Professor de Educação Básica - Área: Infantil e Fundamental (1º ao 5º ano) Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Novo Hamburgo - Professor de Educação Básica - Área: Infantil e Fundamental (1º ao 5º ano) - 2020

Sabe-se que um sistema de arquivos é constituído por um conjunto de estruturas que permitem ao sistema operacional o gerenciamento do disco rígido. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um sistema de arquivos disponível no Sistema Operacional Microsoft Windows 10 e Linux (Ubunto 16.04.6 LTS).

A NTFS e Ext4.
B FAT16 e XRS.
C FAT e ZRS.
D FAT32 e JRS.
E FAT16 e JRT.

Sobre a classe R.java para desenvolvimento de aplicativos Android, é correto afirmar que

A é responsável por prover acesso à rede e a aplicação Java.
B essa classe contém um código que permite acesso a todos os recursos disponíveis no diretório system.
C para a aplicação poder acessar recursos como arquivos e imagens, ela precisa ser alterada manualmente.
D essa classe é gerada automaticamente pelo plugin AAPT, no momento da execução do build.
E a classe R.java é acessada somente no momento da instalação do aplicativo no dispositivo móvel.