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Considere verdadeiras as seguintes premissas:

I. Se Ana vai participar do concurso, então Ricardo vai participar do concurso.

II. Ana vai participar do concurso se, e somente se, João é concursado.

III. Ou Ana vai participar do concurso ou Ricardo vai participar do concurso. Com essas informações, uma conclusão verdadeira é

A Ana e Ricardo vão participar do concurso.
B Ana e Ricardo não vão participar do concurso.
C Ana não vai participar do concurso e João é concursado.
D João é concursado e Ricardo vai participar do concurso.
E João não é concursado e Ricardo vai participar do concurso.
Texto associado
Leia o texto para responder às questão. Ser humilde é bom para o aprendizado Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista. (Richard Sima. The Washington Post . Publicado pelo Estado de São Paulo em 29.09.2024. Tradução de Renato Prelorentzou. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a oração destacada apresenta a mesma relação entre ideias estabelecida pela conjunção “embora” no trecho – Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está... (3 o parágrafo).

A Causa: Aja com confiança para que ninguém ponha em dúvida seus projetos .
B Causa: Como o sucesso da Bienal do Livro foi indiscutível , haverá novas edições do evento.
C Condição: Sortearemos o prêmio, contanto que todos os clientes estejam presentes na loja .
D Concessão: Mesmo que a estrada esteja liberada , o tráfego de caminhões permanecerá lento.
E Concessão: À medida que a verdade veio à tona , o irmão reconheceu a injustiça que cometera.

A Pedagogia de Projetos, no entendimento de Daniela Moura, surge da necessidade de desenvolver uma metodologia de trabalho pedagógico que valorize a participação do educando e do educador no processo ensino/aprendizagem, tornando-os responsáveis pela elaboração e desenvolvimento de cada projeto de trabalho. De acordo com a autora, do ponto de vista metodológico, o instrumento mais apropriado para a avaliação de um Projeto de Trabalho é

A o clube de leitura.
B a prova em grupo.
C a pesquisa.
D a produção de texto.
E o portifólio.

Dowbor

( 2007 ) relata um caso da Secretaria de Educação do Município de Vicência, em Pernambuco, que implantou o projeto “Escolas rurais”, com a perspectiva de melhoria da qualidade do ensino e, consequentemente, melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. O projeto é destacado, pois se coaduna com o entendimento de Dowbor

( 2007 ) de que a escola deve ser

A o centro de produção de conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento local.
B o espaço de produção e divulgação do conhecimento globalizado.
C a oportunidade de evoluir do estilo de vida rural para o urbano.
D o espaço de superação do conhecimento primário do mundo de cada pessoa.
E o centro de apropriação do conhecimento formal curricular.

No capítulo 6 da obra Projeto político-pedagógico da escola – uma construção possível, Mario Marques ( In : Veiga, 1996) afirma, corretamente, que

A o projeto contém a intencionalidade das perspectivas de atuação individual.
B o projeto é político porque trata sobre como organizar e conduzir as práticas.
C o projeto é pedagógico porque se deve gestar no entendimento compartilhado por todos os envolvidos com a atuação da escola.
D a dimensão pedagógica é instituída, enquanto a dimensão política é instituinte das ações da comunidade escolar.
E a proposta política da educação, para ser gestada, depende da formação pedagógica dos envolvidos na construção do projeto.

De acordo com Jussara Hoffmann, uma avaliação mediadora exige do professor uma postura preocupada com

A o desempenho dos educandos em cada área do conhecimento, não apenas na escola, mas também no âmbito social.
B as formas como se dá a compreensão do educando sobre o objeto do conhecimento.
C as ações de reflexões dos educandos durante as provas objetivas e dissertativas realizadas ao longo do ano.
D a visão comportamentalista do conhecimento que propicia uma interação dialógica entre professor e aluno.
E as formas variadas de transmissão de informações aos alunos e com a coleta de registros e dados das aprendizagens alcançadas.

Ao tratarem da organização e do desenvolvimento do currículo, Libâneo, Oliveira e Toschi

( 2003 ) apontam três tipos de manifestações curriculares: currículo formal, currículo real e currículo oculto. Mais aproximado da ideia de currículo formal, os autores citam a definição de Forquin, que entende o currículo como

A experiências internalizadas pelos alunos.
B influências que afetam a aprendizagem dos alunos.
C práticas e experiências compartilhadas na escola e na sala de aula.
D dimensão cognitiva e cultural da educação escolar.
E conteúdos não prescritos, mas aprendidos pelos alunos.

Para Zabala (1998, capítulo 2), quando a função social que se atribui ao ensino é a formação integral da pessoa, é preciso

A criar um modelo teórico capaz de dar respostas uniformes e coerentes às diferentes necessidades do cotidiano escolar.
B construir respostas simples e construtivistas que funcionem como determinações gerais para o desenvolvimento dos alunos.
C implementar fórmulas magistrais, entendidas como conteúdos procedimentais que atendem à diversidade dos alunos.
D introduzir, em cada momento, as ações que se adaptem às novas necessidades formativas.
E elaborar democrática e coletivamente um método ideal de aprendizagem de conteúdos conceituais e atitudinais.

Moran

( 2004 ), no texto “Os novos espaços de atuação do professor com as tecnologias”, afirma que, para falarmos de qualidade na educação e de uma nova didática, é fundamental

A substituir o modelo de aulas tradicional e presencial por um modelo mais dinâmico de ensino e aprendizagem, centrado em ambientes virtuais a distância.
B planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo e as atividades de presença física em sala de aula e o tempo e as atividades de aprendizagem conectadas, a distância.
C compreender que os alunos não aprendem por causa do tédio de ficar ouvindo um professor falando na frente por horas, da rigidez dos horários, da distância entre o conteúdo das aulas e a vida.
D investir em tecnologias que, sozinhas, são capazes de trazer incontáveis possibilidades de apoio ao professor e de interação entre professores e os alunos.
E formar o professor para ensinar na lógica da cultura digital, de um lado, facilitando a compreensão; de outro, transferindo para o aluno o nível de conhecimento de mundo que ele tem.

A Lei n o 13.146, de 6 de julho de 2015 (Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Estatuto da Pessoa com Deficiência), em seu artigo 28, estabelece

A a oferta de educação bilíngue, sendo a língua portuguesa a primeira língua.
B a oferta de educação monolíngue, em Libras.
C o ensino de Libras em classes bilíngues e de língua portuguesa em sala de aula regular
D o ensino de língua portuguesa como primeira língua e Libras, como segunda língua.
E a oferta de educação bilíngue, sendo Libras como a primeira língua.