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O artigo 3 o , inciso XV, da Lei Federal n o 9.394/1996 (Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional), define que, entre outros, o ensino será ministrado com base no princípio

A da garantia do direito de acesso a informações públicas sobre a gestão da educação.
B da educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade.
C dos padrões mínimos de qualidade do ensino, definidos como a quantidade mínima de insumos por aluno para a aprendizagem.
D da educação digital, com a garantia de conectividade de todas as instituições públicas de educação básica e superior à internet em alta velocidade.
E do currículo e do projeto político-pedagógico adaptado às condições de cada aluno.

O Decreto Federal n o 11.556, de 12 de junho de 2023, institui o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada - Compromisso, por meio da conjugação dos esforços da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras. Conforme o artigo 5 o , inciso I, do referido Decreto, um dos objetivos do Compromisso é que

A a adesão obrigatória do ente federativo ao Compromisso implica a responsabilidade de melhorar os resultados da alfabetização.
B ao assinar o compromisso, os professores adotem o material comum de alfabetização nacional.
C as crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do segundo ano do ensino fundamental.
D os sistemas de ensino adotem ações e programas para alfabetizar as crianças ao fim do primeiro ano do ensino fundamental.
E os educadores vinculados ao Compromisso adotem uma perspectiva construtivista de alfabetização.

Informações que constam no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos levam a identificar que, na cidade de Presidente Prudente, adicionando-se a população identificada no censo de 2022 à população estimada para 2024, tem-se como resultado 459751 pessoas, e que, subtraindo-se da população estimada para 2024 a população identificada no censo de 2022, a diferença é de 8415 pessoas. Isso significa que a população estimada para 2024, na respectiva cidade, de acordo com o IBGE, é de

A 225668 pessoas.
B 228772 pessoas.
C 230994 pessoas.
D 234083 pessoas.
E 237491 pessoas.

Um banco propôs a um cliente que deve R$ 1,2 milhão que pagasse a dívida em 4 parcelas, sendo uma primeira parcela imediatamente, com valor igual a 2/5 da dívida, e as demais em 30, 60 e 90 dias. Na segunda parcela, o cliente pagaria R$ 550 mil mais um acréscimo igual a 1/50 desta parcela, acréscimo este que não seria considerado para fins de abatimento da dívida. Após o pagamento das duas primeiras parcelas, o valor ainda devido seria dividido igualmente nas duas últimas parcelas e, em cada uma delas, haveria um acréscimo de 1/25 sobre seus respectivos valores, acréscimos estes que não seriam considerados para fins de abatimento da dívida. Desconsiderando-se a inflação ou qualquer outra correção monetária nos valores, os acréscimos propostos pelo banco totalizariam

A R$ 14.400,00.
B R$ 17.800,00.
C R$ 22.600,00.
D R$ 28.800,00.
E R$ 35.000,00.

De acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

( 2008 ), o movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação

A conjunta entre sociedade civil e órgãos governamentais em defesa do direito de que todos os alunos com deficiência tenham direito de acesso à matrícula na idade em escolas comuns ou especiais.
B política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.
C político-partidária que visa à inclusão escolar de alunos com ou sem deficiência com acesso ao atendimento educacional especializado em contra turno escolar.
D social e comunitária, cujo objetivo é garantir que todas as crianças tenham acesso à escola na idade certa, independentemente de qualquer impedimento de ordem física, intelectual ou sensorial.
E global apoiada pelos países membros que são signatários de políticas que fomentam a criação de escolas especializadas para a inclusão de alunos, público-alvo da educação especial.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

O objetivo do editorial é analisar o

A avanço das crianças no Sistema de Avaliação da Educação Básica graças ao saneamento.
B descaso com que a educação básica vem sendo tratada, levando à desmotivação infantil.
C contingente de crianças do Brasil e do Paraguai que não estuda pela falta de saneamento.
D impacto que a ausência de saneamento básico tem para o futuro das crianças brasileiras.
E aumento do atraso escolar das crianças, mesmo em locais com saneamento garantido.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

O verbo destacado está empregado em sentido figurado na passagem:

A ... ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe... (2 o parágrafo)
B ... justamente porque falta saneamento na região em que vivem ... (2 o parágrafo)
C O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos... (3 o parágrafo)
D Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação... (4 o parágrafo)
E ... expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado... (4 o parágrafo)
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Considere as passagens: • Esse contingente de crianças (...) segue sendo negligenciado ... (1 o parágrafo) • ... parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta ... (2 o parágrafo) • ... montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. (2 o parágrafo) • ... habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. (3 o parágrafo) Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

A ignorado; incalculável; vultoso; imprescindíveis.
B descuidado; prejudicial; corriqueiro; indispensáveis.
C desatendido; obscura; simples; irrelevantes.
D contrariado; sutil; ordinário; indefensáveis.
E acolhido; perniciosa; superficial; importantes.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Na reescrita do trecho – ... a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil... (2 o parágrafo) –, a preposição destacada será substituída por “de” se o verbo “contar” for substituído por:

A dispor.
B possuir.
C usar.
D tem.
E recorrer.
Órgão: Prefeitura de Presidente Prudente SP Cargo: Agente Comunitário de Saúde da Família Prova: VUNESP - Prefeitura de Presidente Prudente SP - Agente Comunitário de Saúde da Família - 2025
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A tragédia das crianças sem saneamento A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno. Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade. Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental. (https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)

Um contingente expressivo de crianças de zero a seis anos, no Brasil, _____________ sem esgoto tratado e creches, devido _____________ falta de saneamento na região em que vivem, e estarão sujeitas ______________ uma herança nefasta. Em um período de 35 anos de atuação profissional, _____________ que mais de R$ 126 mil é a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

A segue … a … à … são estimados
B seguem … à … à … são estimados
C segue … a … à … estimam-se
D seguem … a … a … é estimado
E segue … à … a … estima-se
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