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No que diz respeito à semiologia ortopédica, é verdadeira a seguinte afirmação:

A a coluna torácica tem curvatura cifótica estimada radiologicamente em, no máximo, 30 graus.
B quando há ancilose glenoumeral a escápula começa a bascular já nos primeiros graus e a abdução, geralmente, não ultrapassa 60 graus.
C quando o antepé encontra-se desviado medialmente, caracteriza o pé valgo.
D os movimentos de rotação da coluna cervical ocorrem mais no segmento atlas-áxis e suas restrições indicam patologia na porção inferior da coluna.
E no ombro, anterolateralmente, palpa-se a tuberosidade maior do úmero, a extremidade distal do acrômio e o sulco bicipital.

O texto abaixo, refere-se ao seguinte teste dentro da semiologia ortopédica: O paciente é colocado comodamente deitado e relaxado. Testa-se, primeiramente, o lado assintomático ou menos sintomático e, depois o lado afetado. Com uma mão apoiando o calcanhar, eleva-se, vagarosamente, o membro inferior até mais ou menos 40 graus. Quando há neurite esta manobra reproduz a dor do paciente, ou seja, dor originária da região lombar ou glútea irradiando-se para o membro inferior no território do nervo ciático, muitas vezes acompanhada de parestesia. Se houver muita dor a manobra deve ser interrompida antes do seu final e terá maior valor semiológico.

A Teste de Phalen.
B Teste de Thomas.
C Teste de Lasègue.
D Teste de Trendelenburg.
E Teste de Lacliman.

Entre afirmações abaixo sobre a doença de Legg-PerthesCalvé, são verdadeiras:

I. Com a coxalgia, o exame clinico nos revela a presença da adenopatia ganglionar satélite, a radiografia nos dá o aspecto fluor tão característico, além da diminuição da fenda articular. Tuberculina é positiva e a Hemossedimentação é elevada, o que se verifica na doença de Perthes.

II. Com a epifisiolise, as radiografias nas duas incidências mostram o deslizamento tão característico da epífise femural, sendo negativos todos os sinais radiológicos observados na osteocondrose deformante do quadril.

III. Com a ósteo-artrite séptica do quadril, o quadro inflamatório predomina com a sua riqueza de sintomas. O hemograma é característico e a hemossedimentação está aumentada. A radiografia revela a localização do processo inflamatório na epífise femural.

A Apenas I e II.
B Apenas II e III.
C Apenas II.
D Apenas I e III.
E Apenas III.

Quando da avaliação radiográfica para diagnosticar a maioria das lesões anatômicas, assim como os mecanismos que as produziram no tornozelo, a incidência de “mortise”, observa-se:

A a inclinação do tálus (tilt talar), que deve ser menor que 2 mm.
B a integridade da sindesmose.
C a sobreposição tibiofibular (overlap), devendo ser maior que 10 mm.
D com clareza a subluxação anterior do tálus.
E diastases das fraturas não vistas em incidências habituais.

Dentro da ortopedia pediátrica, em se tratando das fraturas da apófise do epicôndilo medial, assinale a alternativa que preenche corretamente o texto abaixo a respeito do diagnóstico clínico e radiográfico: Devemos avaliar a estabilidade do cotovelo pelo estresse em valgo com o paciente mantido em decúbito dorsal, o braço abduzido em____, o ombro rodados lateralmente em ___, o cotovelo em flexão de ___ para eliminar a força estabilizadora do olécrano. Se o cotovelo estiver instável, a simples força da gravidade ____o lado medial. A função do nervo ulnar deve ser cuidadosamente avaliada. O alargamento ou a irregularidade da linha apofisária pode constituir-se no único indício de fratura. Quando há encarceramento do fragmento este pode ser ocultado____________.

A 90°; 90°; 15°; abrirá; pela ulna.
B 90°; 90°; 30°; fechará; pela ulna ou pelo úmero distal.
C 90°; 70°; 15°; abrirá; pela ulna ou pelo úmero distal.
D 90°; 90°; 15°; abrirá; pela ulna ou pelo úmero distal.
E 90°; 90°; 15°; fechará; pelo úmero distal.

De acordo com a classificação de Thompson e Epstein para as luxações posteriores traumáticas do quadril, o Tipo IV apresenta a seguinte característica:

A luxação com fratura do fundo acetabular.
B luxação com fratura da cabeça femoral.
C luxação pura ou com pequeno fragmento.
D luxação com fragmento grande único da parede posterior.
E luxação com fragmento cominuído da parede posterior, com ou sem um grande fragmento principal.

No tratamento das fraturas subtrocantéricas do fêmur baseado na Classificação de Russel-Taylor, quando a fossa piriforme estiver intacta e pequeno trocânter fraturado, é indicado:

A DCS ou Haste de reconstrução.
B Haste estândar (parafusos proximais longitudinais na região do pequeno trocânter).
C Haste de reconstrução (Parafusos proximais oblíquos no colo do fêmur).
D Haste estândar (parafusos proximais transversais na região do pequeno trocânter).
E DCS associado a enxerto ou Haste de reconstrução.

Considerando a classificação e características histológicas e clínicas das lesões tendíneas, a Tendinose apresenta as seguintes características:

A inflamação do paratendão associada desorientadas a degeneração intratendínea.
B células e líquidos inflamatórios no paratendão e no tecido areolar.
C sobrecarga sintomática do tendão com lesão de novas fibras e vasos, seguida de resposta inflamatória reparadora.
D sinais e sintomas de inflamação com e lesão vascular e hematoma ou atrofia com necrose celular.
E degeneração não inflamatória das fibras colágenas com desorganização, hipocelularidade, neoformação (senilidade, alterações vascular, necrose e calcificação.

As fraturas do terço médio sem desvio da clavícula são de tratamento conservador e cursam com bons resultados. É um das indicações absolutas:

A desordem neurológica.
B encurtamento > 2 cm.
C fraturas bilaterais.
D deslocamento < 2cm.
E ombro flutuante.

O descolamento epifisário do Rádio ocorre em sua maioria em pacientes pré-adolescentes, sendo que o potencial de remodelação das lesões epifisárias é ainda maior que nas fraturas metafisárias. Nesse contexto, corrigem rapidamente, mesmo nos adolescentes, desvios até:

A 10º .
B 12º .
C 15º .
D 18º.
E 20º .