QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
97 questões encontradas

“A contabilidade privada avança no processo de convergência com os padrões internacionais de contabilidade”. Deste fragmento, pode-se afirmar que:

A com a globalização dos mercados surgiu a necessidade de adotar as normas internacionais de contabilidade, com o propósito de minimizar os diferentes critérios e práticas para reconhecer e mensurar cada transação.
B o Brasil não adotou, ainda, as normas internacionais conhecidas como International Financial Reporting Standards - IFRS - , por divergências conceituais com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC.
C existe um processo de harmonização que pode gerar um aumento de opções de práticas contábeis que seja mundialmente entendida e mal fundamentada.
D a responsabilidade do contador ficou diminuída com a adoção da IFRS.
E com a criação do CPC em 2005, criou-se a redução dos riscos nacionais relativos a empréstimos, participações societárias e outros riscos que, de alguma forma, estejam associados ao entendimento das demonstrações contábeis e financeiras.

Os sistemas de contas da Contabilidade Pública são:

A patrimonial, de resultados e de compensação.
B orçamentário, contábil e extra orçamentário.
C orçamentário, financeiro, patrimonial e de compensação.
D orçamentário, contábil e de compensação.
E orçamentário e contábil.

O método das partidas dobradas, utilizado universalmente, tem suas características na escrituração contábil da administração pública. Sobre ele é correto afirmar que:

A não é obrigatória sua utilização.
B dependendo da atividade, ele será utilizado ou não.
C a administração pública está liberada de sua utilização.
D de acordo com a Lei nº 4.320/64, a escrituração sintética das operações financeiras e patrimoniais efetuar-se-á pelo métodos das partidas dobradas.
E de acordo com a Lei nº 4.320/64, somente a escrituração financeira está obrigada a utilizar o método das partidas dobradas.

Pode-se afirmar, baseado na BNC TG 26, que o objetivo das demonstrações contábeis é fornecer informações :

A sobre a posição patrimonial e financeira, o desempenho e as mutações na posição financeira da entidade, que sejam úteis a um grande número de usuários em suas avaliações de decisões econômicas.
B sobre a posição patrimonial e financeira, o desempenho e as mudanças na posição financeira da entidade, que sejam úteis a um número específico de usuários em suas avaliações administrativas.
C sobre a posição financeira e econômica, para um grande número de usuários internos para acompanhar a performance da cia.
D sobre a posição da companhia , atendendo às exigências da Bolsa de Valores.
E fidedignas para que a companhia satisfaça às necessidades de seus usuários.
Texto associado
O PAPEL DO PAPEL Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo mudaria. Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção. Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não conseguiam. Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails... caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na condução entre a minha casa e o jornal. Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que, um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras. Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10 polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese, poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays. O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia? Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009

“Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo...”. O pronome indefinido destacado refere-se a:

A absolutamente todas as coisas que existem no mundo.
B “universo habitado por nerds e máquina.”
C somente computadores.
D “uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo.”
E computadores de bolso, palm, celulares, Kindle...

Constituem classes do Plano de Contas da União:

A ativo, passivo, despesa, receita e resultado do exercício.
B orçamentário, financeiro e patrimonial.
C patrimonial, de resultados e de compensação.
D corrente, de capital e transferências.
E ativo, passivo e receitas.

Será feito empenho global quando:

A o valor global for calculado e pago de uma só vez.
B todos os pagamentos referentes ao período forem efetuados de uma só vez.
C várias parcelas determinadas tiverem de ser pagas ao longo de um período.
D se conhecer o valor global a ser pago, mas não o de cada parcela.
E houver consignação em folha de pagamento.

De acordo com o art. 51 da Lei Complementar nº 101/2000, pode-se afirmar que o:

A Poder Executivo da União tem até o dia 30 de junho para promover a consolidação nacional e por esfera de governo, das contas dos entes da Federação relativas ao exercício anterior , assim como divulgar os dados por meios eletrônicos de acesso público.
B Poder Executivo da União tem até o dia 30 de junho para promover a consolidação nacional e por esfera de governo, das contas dos entes da Federação relativas ao exercício atual , assim como divulgar os dados por meios eletrônicos de acesso público.
C Poder Executivo da União tem até o dia 30 de junho para promover a atualização nacional e por esfera de governo, das contas dos entes da Federação relativas ao exercício anterior , assim como divulgar os dados por meios eletrônicos de acesso público.
D sistema tem por objeto coletar dados contábeis dos controles estabelecidos pela LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal.
E sistema tem por objeto coletar dados fiscais referentes aos três Poderes da União dos controles, estabelecidos pela LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal.

A Administração pública considera como exercício financeiro o período:

A que compreende uma compra de produtos até seu respectivo pagamento.
B definido para fins de segregação e organização dos registros relativos a arrecadação de receitas, à execução de despesas e aos atos gerais da administração financeira e patrimonial da administração pública.
C que compreende uma venda de um serviço até o seu respectivo recebimento.
D que compreende a abertura de uma licitação até o fechamento do respectivo empenho.
E de 360 dias que coincide com o ano comercial.