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De acordo com os Parâmetros Curriculares de Matemática, deve-se tomar como ponto de partida a ideia de que aprender Matemática vai além de simplesmente acumular um conteúdo. Assim, saber e saber fazer Matemática está associado à ideia de que

A o saber se remete às habilidades de aritmética apreendidas pelos estudantes, e o saber fazer às habilidades de raciocínio lógico-matemático e tecnológico.
B o saber se remete aos conhecimentos apreendidos pelo estudante, e o saber fazer à sua capacidade de mobilizar esses conhecimentos como resposta a um problema.
C o saber se remete aos conhecimentos apreendidos pelo estudante, e o saber fazer à sua capacidade de aplicar tecnologicamente os conhecimentos adquiridos.
D tanto o saber quanto o saber fazer se referem ao uso de variadas técnicas de resolução de problemas no campo matemático e na aplicação dessas estratégias de resolução
E tanto o saber quanto o saber fazer se referem às habilidades de desenvolver o pensamento matemático e as suas competências e especificidades.

Ao montar seu plano de ensino para os estudantes do 2º ano, a professora separou uma unidade temática, o objeto do conhecimento e sua respectiva habilidade. 1. Unidade temática : Conexões e escalas; Objetos do conhecimento : Experiências da comunidade no tempo e no espaço; Habilidade : ___________ A habilidade que contempla essa unidade temática e esse objeto do conhecimento em Geografia, no plano de ensino de Ciências Humanas é:

A Reconhecer semelhanças e diferenças nos hábitos, nas relações com a natureza e no modo de viver de pessoas em diferentes lugares de vivência, a partir de diversas fontes (pesquisas, fotos, imagens, músicas populares, relatos, objetos, vestígios, etc.).
B Comparar costumes e tradições de diferentes populações inseridas no bairro ou comunidade em que vive, reconhecendo a importância do respeito às diferenças e identificando as brincadeiras infantis.
C Comparar diferentes meios de transporte e de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares, e discutir os riscos para a vida e para o ambiente e seu uso responsável.
D Identificar objetos e lugares de vivência (escola e moradia) através de representações (fotos e desenhos) em imagens aéreas e mapas (visão vertical) e fotografias (visão oblíqua).
E Comparar impactos das atividades econômicas urbanas e rurais sobre o ambiente físico natural, reconhecendo as diferentes formas de uso e apropriação, assim como os riscos provenientes do uso de ferramentas e máquinas.

Para trabalhar com as crianças do 1º ano algumas situações de convívio em diferentes lugares, uma professora propôs as seguintes atividades:

I. Descrever, por meio de imagens, desenhos, características observadas de seus lugares de vivência;

II. Comparar de forma oral e/ou desenhada semelhanças e diferenças de usos do espaço público.

III. Discutir e elaborar, coletivamente, as regras de convívio da turma, montando um painel dos combinados.

IV. Produzir cartazes coletivos para conservação dos diferentes espaços públicos. As atividades que se encaixam nas situações de convívio em diferentes locais são

A I e II, apenas.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.

Tendo em vista que o conhecimento histórico, nos Anos Iniciais, deve ser trabalhado pensando no estudante e na sua formação como um sujeito que possui sua própria historicidade, os professores, ao trabalharem e ensinarem História, devem levar em consideração que esse estudante é

A um sujeito que é histórico, e que essa historicidade se refere a um dado modo de relação com o tempo e com o espaço, variável de sociedade para sociedade e de período para período.
B um sujeito que constrói sua história, que se baseia nas crenças pessoais e familiares e que pode ser moldado na escola, conforme a interação com outros estudantes.
C uma criança que está em permanente desconstrução de identidade e pertencimentos, que é variável de sociedade para sociedade e de período para período, que se forma na escola.
D uma criança que ainda não possui uma historicidade total, mas que aos poucos percebe que sua relação com o tempo e o espaço depende da historicidade dos outros em relação a sua própria história sendo construída.
E um sujeito que ainda não é histórico, porque precisa que essa historicidade se articule a um dado modo de relação com o tempo e com o espaço e se desenvolva durante a escolaridade.

Em uma aula de Ciências do 1º ano dos Anos Iniciais, uma professora preparou uma atividade em que as crianças localizavam, nomeavam e representavam, por meio de desenhos, as partes do corpo humano e mostravam seus desenhos aos colegas, explicando algumas funções básicas de forma oral. Depois, a professora pediu para que as crianças comparassem as características físicas entre elas, reconhecendo a cor da pele, dos olhos, dos cabelos, entre outras características visíveis, com vistas à valorização, ao acolhimento e ao respeito às diferenças. Os objetos de conhecimento envolvidos nesta aula são:

A Seres vivos e Saúde auditiva e visual.
B Corpo humano e Respeito à diversidade.
C Corpo humano e Saúde corporal.
D Seres vivos e Características dos materiais.
E Representação espacial e Respeito às características.

O documento “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” (MEC/SECADI, 2008), de acordo com o Currículo de Pernambuco, é considerado fundamental como referência para a construção da Base Nacional Curricular Comum – BNCC. Nele, há a definição da educação especial como modalidade não substitutiva à escolarização e do público-alvo da educação especial. Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da escola regular, promovendo o atendimento às necessidades educacionais especiais de estudantes com

A problemas comportamentais, altas habilidades/superdotação e deficiências.
B dificuldades de aprendizagem, deficiências físicas e intelectuais e síndromes em geral.
C deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
D transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e dificuldades de aprendizagem.
E deficiências de natureza física, mental ou sensorial, dificuldades de aprendizagem e problemas comportamentais.

De acordo com o Currículo de Pernambuco, a avaliação deve ser vista “como oportunidade de reflexão do fazer pedagógico, voltada para a garantia dos direitos de aprendizagem dos estudantes”. Mas, para que isso ocorra, faz-se necessário que ela assuma o devido protagonismo, estando inserida no processo de ensino e de aprendizagem em suas diferentes formas. Considerando essas premissas sobre a avaliação, associe as duas colunas, relacionando os tipos de avaliação à sua definição. 1. Formativa. 2. Somativa. 3. Diagnóstica. 4. Autoavaliação.

( ) Traz implicações diretas sobre a prática pedagógica, pois pressupõe a utilização de instrumentos diversos (observação, portfólios, registros...), já que busca avaliar o percurso da aprendizagem e a organização de situações didáticas mais significativas.

( ) Afere as aptidões dos estudantes, suas necessidades e interesses, no momento inicial de um processo educativo. Possibilita ao professor retomar os conteúdos que o estudante não conseguiu aprender.

( ) Pode ser realizada tanto pelo estudante quanto pelo professor, para se ter consciência do que se aprendeu ou se ensinou e assim melhorar a aprendizagem.

( ) Visa atribuir notas e conceitos para o estudante ser promovido ou não de uma classe para outra, ou de um curso para outro, sendo normalmente realizada durante o bimestre. A sequência correta dessa associação é, respectivamente:

A 1, 3, 4, 2.
B 2, 3, 4, 1.
C 3, 2, 4, 1.
D 4, 2, 1, 3.
E 3, 1, 2, 4.

De acordo com as legislações que tratam sobre a Educação em Direitos Humanos, o tema deve ser tratado na escola de forma

A transversal, em todos os componentes curriculares, de forma a fortalecer a educação integral dos estudantes.
B disciplinar, sendo considerado objeto de conhecimento específico da disciplina de Geografia no Ensino Fundamental.
C transversal, sem necessidade de uma relação dialógica entre as diversas áreas do conhecimento.
D disciplinar, sendo considerado objeto de conhecimento específico da área da linguagem e suas tecnologias.
E transversal, somente nos componentes da área das ciências humanas, sociais e suas tecnologias.

Analise o desenvolvimento de uma aula proposta, no âmbito de um projeto interdisciplinar intitulado “Museus e memórias”. Observe as estratégias e metodologia adotadas pelo professor e responda à questão. Aula - Inicia-se com uma roda de conversa, em que o professor lança perguntas sequenciais: Vocês sabem o que são museus e para que servem? Já visitaram algum museu? Como foi a visita? Depois de levantados conhecimentos, hipóteses e experiências, são oferecidos aos estudantes fotos e roteiros de diferentes museus pernambucanos (Instituto Ricardo Brennand, Museu Cais do Sertão, dentre outros). Individualmente, a partir de um roteiro oferecido pelo professor, os estudantes observam as fotos e roteiros e fazem registros sobre: para que servem cada um dos museus, o que oferecem e de que forma se ligam às memórias da comunidade. Sequencialmente, o professor solicita que escrevam uma redação sobre a importância dos museus, para que sirva como único instrumento de avaliação do projeto. Sobre a organização do trabalho didático-pedagógico escolar proposto, no âmbito do projeto, analisar as afirmações abaixo.

I. No início da aula, o professor parece conhecer a importância do processo de construção do conhecimento, ao levantar os conhecimentos prévios dos estudantes, para que estabeleçam conexões entre os conceitos já conhecidos e os novos conteúdos.

II. Ao solicitar que os estudantes façam análise e registros individuais sobre os museus, o professor perde a oportunidade de desenvolver importantes habilidades com eles, por meio do trabalho em grupos: atitudes colaborativas, comunicação, aprender com o outro etc.

III. Em função do contexto em que se insere a aula (no âmbito de um projeto) o professor utiliza a forma mais adequada de avaliação, já que poderá aferir os conhecimentos de cada estudante sobre o conteúdo trabalhado. É correto o que se afirma:

A apenas em I.
B apenas em II.
C apenas em II e III.
D apenas em I e II.
E em I, II e III.

A Constituição Federal

( 1988 ) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, 1996) preveem a gestão escolar democrática e participativa, que tem como princípios a

A autonomia total, a cooperação, a transparência e a pluralidade.
B autonomia, a participação, a transparência e a pluralidade.
C hierarquia, a autonomia relativa, a cooperação e a diversidade.
D individualidade, a autonomia, a hierarquia e a diversidade.
E heteronomia, a individualidade, a cooperação e a pluralidade.